Governo do RS distribuirá mais de R$ 8 mi para projetos de inovação e enfrentamento à pandemia

Iniciativa da Fapergs vinculada à Sict tem o intuito de aumentar as atividades de inovação e incrementar a competitividade das empresas do Estado.

Nesta última segunda-feira (1), o governo do Estado lançou a segunda edição do edital TecnovaRS, com o objetivo de apoiar a concessão de recursos de subvenção econômica (não reembolsáveis), o desenvolvimento de produtos e/ou processos inovadores. O lançamento do edital que prevê a distribuição de R$ 8,34 milhão, foi anunciado pelo governador Eduardo Leite e o presidente da Fapergs, Odir Dellagostin, em transmissão ao vivo pelas redes sociais.

Deste total previsto, cerca de R$ 1,2 milhão será disponibilizado exclusivamente por empresas da área da saúde que estão desenvolvendo tecnologias específicas no combate ao novo coronavírus.

Além disso, o edital é destinado a empresas com sede e administração no Estado que tenham obtido receita bruta no último exercício igual ou inferior a R$ 16 milhões. Conforme Luís Lamb, secretário de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, esta iniciativa de foento visa estimular a ciência e a tecnologia para incluir o Estado no mapa global da inovação, e reforça a parceria entre o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT/Finep), Fapergs, Sebrae/RS, Badesul, Sict e Rede Gaúcha de Ambientes de Inovação (Reginp).

Etapas do edital do Governo do RS: mais de R$ 8 mi para projetos de inovação 

Durante a primeira etapa, as propostas voltadas a ações de enfrentamento à pandemia da Covid-19 serão analisadas, conforme os temas priorizados: Agronegócio, Mobilidade urbana, Segurança, Energia, Logística e Transporte, TIC, Meio ambiente, Saúde e Educação.

Os projetos com foco no enfrentamento à pandemia deverão ser inscritos até 12 de junho e terão um prazo de execução de 10 meses.

As demais propostas poderão ser inscritas até 17 de julho. Em ambos os casos, o valor mínimo a ser solicitado é de R$ 100 mil, até o máximo de R$ 300 mil.

Os interessados devem efetuar sua inscrição no SigFapergs.

Quer saber como participar desta iniciativa do Governo do RS com mais de R$ 8 mi para projetos de inovação ?

A GAC Brasil apoia o seu projeto em processos dos principais editais. Para entender o funcionamento deste e demais editais direcionados ao fortalecimento da inovação, entre em contato conosco! Estamos presentes no Sul com escritório em Porto Alegre.

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Fita diagnóstica a base de anticorpos produzidos por peixes permite gerar testes cinco vezes mais baratos que os atuais

O aplicativo que utiliza o zebrafish, conhecido como “peixe paulistinha”, foi desenvolvido pela equipe liderada pelo pós-doutorando do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP Ives Charlie da Silva, com o objetivo de gerar testes para a covid-19 cinco vezes mais baratos que os atuais escala para que as pessoas pudessem adquirir em farmácias e fazer em casa

Durante o experimento realizado por sua equipe, uma proteína do novo coronavírus foi aplicada no peixe. O animal gerou anticorpos que foram passados para seus ovos após serem colocados para reproduzirem, e esses anticorpos foram usados para fazer uma fita diagnóstica. Cada fita possui um QR code para ser lido no aplicativo que dá, rapidamente, o resultado: positivo ou negativo para covid-19.

A inovação resultou na premiação da equipe com o terceiro lugar no Global Virtual Hackathon COVID19, competição internacional que premiou ideias inovadoras referentes ao novo coronavírus.

O grupo concorreu entre mais de 600 projetos de 40 diferentes países, e o projeto conta com o ICB em colaboração com outras universidades e instituições.

Mas porque o zebrafish?

Segundo o pesquisador, o zebrafish é um ótimo modelo animal para desenvolver anticorpos contra o novo coronavírus pensando-se em escala global. O animal adulto possui até 5 centímetros de comprimento, o que otimiza o espaço para sua criação. Isso faz com o custo do teste seja reduzido em cinco vezes. Outro ponto levantado por Ives Charlie é o fato de que o peixe não precisa ser abatido para a aquisição desses anticorpos.

Funcionamento do aplicativo

Charlie explica que a pessoa utilizaria um swab (haste flexível) para coletar saliva e colocaria na fita diagnóstica para reagir com os anticorpos de covid-19. Para obter o resultado, ela abriria o aplicativo e leria o QR code da fita.

Com o aplicativo é possível fazer o monitoramento por georreferenciamento das pessoas que testaram positivo para o novo coronavírus a partir da localização. Além disso, órgãos de saúde pública também são notificados. O aplicativo também faz um acompanhamento, através de perguntas, dos principais sinais clínicos da doença, como tosse e febre, por 14 dias.

“Um dos nossos diferenciais é este: o governo ou uma agência sanitária será informada. Hoje, o Ministério da Saúde tem que ficar ligando para as pessoas com sinais clínicos da doença. No aplicativo, a pessoa mesma pode ir informando”, ressaltou Ives Charlie.

Próximos passos

O teste se mantém em fase de validação. Atualmente a equipe está trabalhando para quantificar a concentração de anticorpos necessária para fazer o mapeamento de quantos peixes serão necessários para produção em escala global.

Em colaboração com o Centro de Estudos em Doenças Inflamatórias (CRID) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, amostras dos Zebrafish imunizados com a proteína da covid-19 foram enviadas para o grupo liderado pelo professor Thiago Cunha para estudar os parâmetros de neuroinflamação causada pela doença.

Entendemos que os projetos de PD&I são indispensáveis no processo de minimização dos efeitos promovidos pelo Covid-19.

Portanto, seguimos acompanhando e trazendo para você os principais destaques da PD&I no Brasil. Além disso, como consultoria especializada em fomento a inovação, disponibilizamos os melhores serviços e recursos em apoio ao ecossistema de inovação brasileiro para a sua empresa!

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Petrobras e IBP: produção de ventiladores pulmonares mecânicos

Edital público é voltado para universidades, instituições de ciência, tecnologia e empresas capacitadas tecnicamente a desenvolver os equipamentos.

A Petrobras se uniu ao Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP) para aumentar a disponibilidade de ventiladores pulmonares mecânicos no país e lançou nesta última quinta-feira (28), um edital público para seleção de projetos de ventiladores pulmonares mecânicos que serão usados no tratamento de doentes de Covid-19.

A iniciativa tem a intenção de apoiar além da pesquisa clínica, os processos de registro e fabricação de ventiladores de baixo custo e baixa complexidade, destinados a hospitais públicos de todo país.

O público-alvo do edital são universidades, instituições de ciência & tecnologia e empresas capacitadas tecnicamente a desenvolver os equipamentos.

O projeto que partiu da Equipe Científica de Resposta (ECR) da Petrobras, reúne um time de especialistas da companhia para desenvolver soluções rápidas de base tecnológica no combate ao coronavírus. Para a chamada pública, os técnicos da Petrobras estruturaram ainda todo o processo do edital, além de prestarem consultoria na gestão do projeto – com base na experiência adquirida na parceria junto à Coppe-UFRJ, no desenvolvimento de protótipos de ventiladores de baixo custo.

A Sociedade Brasileira de Engenharia Biomédica (SBEB) e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) estão apoiando a iniciativa e participarão da avaliação e seleção dos projetos – em conjunto com o IBP e a Petrobras.

Será investido um total de R$ 1 milhão 400 mil nessa iniciativa, com o objetivo de permitir a participação de um universo maior de desenvolvedores de respiradores.

Etapas do edital

O primeiro conjunto de projetos será apoiado na etapa crítica de passagem dos chamados testes in vitro (testes de desempenho com uso de pulmão artificial) para os testes in vivo (com animais e seres humanos). O edital prevê ainda financiamento à produção seriada do primeiro lote de 200 ventiladores (incluindo compra de componentes e montagem). Para essa etapa, só poderão se candidatar projetos já registrados junto à Anvisa ou autorizados pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) para realização de pesquisa clínica expandida.

Os interessados deverão inscrever seus projetos na chamada “primeira onda”, no período de 28/05 a 2/06, seguindo as instruções indicadas no edital.

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Inovação e posicionamento do mercado financeiro frente à crise econômica

Busca pela eficiência é um dos principais fatores em comum entre as instituições financeiras, que buscam satisfazer um consumidor cada vez mais exigente e criterioso

Por mais que antes da pandemia o receio de compras pela internet fosse uma realidade entre diversas pessoas, sabemos que a inovação sempre foi a chave fundamental para facilitar a jornada dos consumidores e multiplicar os resultados.

As novas gerações não simpatizam com processos antigos, lentidão e falta de qualidade. A pandemia foi justamente uma forma de mostrar como muitas empresas ainda não praticam o bom uso da inovação e não estão preparadas para enfrentar uma crise. O isolamento social resultou no confinamento de todos em casa, e naturalmente vem acelerando e quebrando o estigma que dificultava as compras online por parte de uma parcela das pessoas.

Entenda a necessidade de Inovação e posicionamento do mercado financeiro frente à crise econômica

A Retail 2020, uma pesquisa sobre a percepção dos consumidores, tendências e novas tecnologias que envolvem o varejo realizada pela Wirecard em conjunto com a VansonBourne, com em torno de 5 mil entrevistados dos sete principais mercados do mundo – Estados Unidos, China, Brasil, Reino Unido, Alemanha, Singapura e Emirados Árabes Unidos, abordou a utilização de Self-checkout, reconhecimento de voz e facial, biometria, realidade virtual e smart mirrors, nas telas digitais e lojas físicas. Como resultado, cerca de 47% dos entrevistados afirmam já utilizar carteiras digitais, e 81% afirmam que as utilizariam sem problemas para realizar grandes compras.

A pesquisa aponta também que, no Brasil, 24% dos entrevistados confiam mais nos provedores de pagamento do que em bancos tradicionais ou organizações próximas. É possível identificar que os brasileiros e chineses são os consumidores mais abertos para inovações deste tipo, já os europeus costumam ser ainda mais conversadores à ideia, como por exemplo a Alemanha, onde somente uma pequena parcela correspondente a 12% demonstram essa confiança em pagamentos digitais.

Além do mais, o brasileiro ainda demonstra interesse em utilizar e inovar nas tecnologias que envolvam meios de pagamentos como o reconhecimento facial e as criptomoedas, resultando num índice de 57% e 63%, mutuamente. Cerca de 85% pensa em se beneficiar da realidade virtual para provas roupas e calçados durante uma compra.

A partir desta pesquisa, vemos que o setor financeiro precisa e está sempre em ritmo de mudança. Pensando nesta constante evolução, foi criado o Innovate Finance, atual representante do ecossistema de fintechs do Reino Unido, e que reúne startups em estágio inicial, instituições financeiras consolidadas, investidores e hubs globais de fintechs para discutir e promover novas políticas e regulamentações, reconhecer talentos, potencializar oportunidades de negócios e atrair capital de investimento.

Inovação e posicionamento: mercado financeiro frente à crise econômica

Recentemente, ao compreender a importância e incluir o Brasil no movimento entre os protagonistas da discussão sobre inovação no mercado financeiro mundial, os Banco BTG Pactual e PAN se associaram ao Innovate Finance. Os dois bancos são os primeiros brasileiros a ingressarem no grupo e poderão participar de diferentes equipes de trabalho e estudos exclusivos. Além disso, poderão estar presentes em discussões técnicas e eventos com uma rede de associados que inclui startups, bancos, investidores e hubs internacionais. Mais um grande passo para a inovação brasileira nos serviços financeiros.

Expectativas pós pandemia

Em meio ao avanço da Covid-19, vivemos ao redor de uma fase de incertezas. Analistas financeiros afirmam que no Brasil, estamos presenciando um possível agravamento da crise econômica como reflexo do vírus somado ao conflito político.

O setor financeiro tem papel essencial para liderar a recuperação da economia, garantindo medidas de apoio financeiro, mas, ao mesmo tempo, mantendo a preocupação com o risco do aumento da inadimplência. É necessário que serviços tradicionais se adaptem o mais rápido possível ao novo comum, juntamente com os seus clientes conservadores. Para acabar com a crise e retomar o crescimento, a inovação interna e externa é o principal caminho.

Deseja saber como aplicar soluções inovadoras na sua empresa e como superar qualquer crise econômica?

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Edital disponibiliza mais R$ 132 milhões para pesquisadas de combate ao coronavírus

Finep-MCTIC vai disponibilizar, por meio de edital, R$ 132 milhões para o desenvolvimento de três linhas de pesquisa que ajudem no combate à pandemia.

A Financiadora de Estudos e Projetos – Finep, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações – MCTIC investirá mais R$ 132 milhões em tecnologia no enfrentamento da Covid-19.

Os recursos, de subvenção econômica, farão parte do desenvolvimento de três linhas de pesquisa que ajudem no combate à pandemia e serão destinados a empresas brasileiras de todos os portes que atuem, preferencialmente, em parceria com uma Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT).

No total do investimento, R$ 80 milhões vão apoiar soluções inovadoras em ventiladores pulmonares mecânicos e equipamentos suplementares de suporte à vida de pacientes acometidos pela doença, R$ 35 milhões serão aplicados no desenvolvimento de testes diagnósticos e biosensores, reagentes e insumos associados, e os R$ 17 milhões restantes vão financiar máscaras de proteção, equipamentos e sistemas de descontaminação, desinfecção e esterilização.

Edital: mais de R$ 132 milhões para pesquisas de combate ao coronavírus

Através deste edital, a Finep-MCTIC deseja apoiar a incorporação de novas soluções tecnológicas, baseadas em nanotecnologia, materiais avançados, indústria avançada, inteligência artificial, Internet das Coisas, biologia sintética, além de outras que se mostrarem promissoras para adição de funcionalidades aos equipamentos, partes, peças e insumos específicos para a Covid-19.

A empresa interessada deve solicitar à Finep-MCTIC o valor mínimo de R$ 500 mil e o máximo de R$ 5 milhões. Será obrigatória a apresentação de uma contrapartida financeira, que poderá variar entre 10% e 100% do valor a ser financiado, dependendo do porte da empresa.

Na análise do mérito, o Comitê de Avalição levará em conta o grau de inovação da proposta, o risco tecnológico, o impacto esperado e o tempo previsto para disponibilização do produto no mercado.

As propostas deverão ser encaminhadas à Finep-MCTIC por meio eletrônico até o dia 21 de junho próximo. Para isso, deverão preencher o Formulário de Apresentação de Proposta (FAP), que estará disponível no site da Finep-MCTIC a partir do dia 5 de junho. O resultado preliminar está previsto para o dia 1º de julho e o resultado, no dia 31 de julho.

Como participar do Edital de mais de R$ 132 milhões para pesquisas de combate ao coronavírus

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FORMP&D 2019: MCTIC disponibiliza para empresas com LDB

Atenção empresas beneficiárias da Lei do Bem em 2019 – o MCTIC disponibiliza o Formulário Eletrônico FORMP&D a partir de 01 de junho de 2020, para as empresas que usufruíram da Lei do Bem apresentem suas informações sobre as Atividades de Pesquisa Tecnológica e Desenvolvimento de Inovação Tecnológica, realizadas no ano-base 2019.

Link para acessar o formulário https://forms.mctic.gov.br

Anote também outras informações relacionadas ao FORMP&D: a prorrogação do prazo, até 30 de novembro de 2020, para a entrega dos formulários de atividades de P&D de 2019; e o prazo até o dia 30 de setembro de 2020 para contestações dos pareceres técnicos publicados entre 1 de marco de 2020 e 31 de agosto de 2020.

Um aviso importante: o FORMP&D possui integração com a base de dados da Receita Federal. Desta forma, o primeiro acesso da empresa deve ser feito por um representante legal. Após a confirmação dos dados, a empresa poderá designar outros usuários para o acesso.

Estamos aqui para te assessorar nesta prestação de contas e também para que saiba usufruir deste e de outros incentivos fiscais à inovação. Fale com a gente! Whatsapp (11) 99221-9019 ou no (11) 4858-9350 🙂 #GACGROUP #GACBrasil #LDB #MCTIC #consultoria #incentivofiscal #prorrogacao #sociedade

 

 

Estratégia de inovação em tempos de crise

Investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação é fator primordial para reduzir impactos causados pelo novo Coronavírus Em decorrência da pandemia provocada pelo novo Coronavírus, diversos países tiveram sua economia afetada, entre outros danos. Diante desse panorama, a crise causada pela pandemia fez com que algumas empresas optassem por soluções direcionadas à inovação, corressem mais riscos […]

Webinar da GAC Brasil: Libere seu Potencial de Inovação

Nesta sexta-feira (29), a GAC Brasil realizou um webinar apresentado por Durval Garcia, Gerente de Inovação, e Bianca Bonfiglioli, Gerente de Contas Estratégicas, sobre como manter a sua empresa relevante nos próximos anos, liberando o potencial inovador.

Logo no início do evento, Durval abordou a necessidade de mudança interna nas empresas para que se mantenham relevantes no futuro, através da adaptação ao mercado, seguimento de tendências e inovação constante. Destacou também a importância e o papel da gestão estratégica alinhada aos horizontes da inovação para terem muito mais que o crescimento – a continuidade de um processo inovador, tecnológico e futurista.

Além de demonstrar o funcionamento e os benefícios da Lei do Bem, importante incentivo fiscal utilizado no Brasil como apoio financeiro direto à inovação, Bianca apontou sua aplicação a partir de diversas áreas envolvidas no processo e suas últimas atualizações, recém divulgadas. Por fim, enfatizou as principais linhas de financiamento à PD&I e como as empresas podem se beneficiar desses recursos.

Traremos + alguns insights aqui! Acompanhe a divulgação do nosso próximo webinar, em breve.

Aos que puderam participar, deixamos o nosso agradecimento e nos disponibilizamos para esclarecer quaisquer dúvidas!

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O programa Rota 2030 na prática e a sua importância para o setor automotivo

Entenda o que é o novo programa de incentivo à pesquisa e desenvolvimento na indústria automotiva e saiba como habilitá-lo em sua empresa

O Governo Federal tem introduzido alguns benefícios fiscais específicos ao setor automotivo, dada a importância e relevância desse segmento na economia brasileira. O novo regime conhecido como Rota 2030, que substituiu o antigo Inovar Auto, visa fomentar a inovação e produção de novas tecnologias, a eficiência energética, a automatização do processo de manufatura, o meio ambiente e os investimentos em pesquisa e desenvolvimento (“P&D”) e a qualidade dos veículos e das autopeças.

Com isso, foi publicado o Decreto nº 9.557/2018, que estabelece os requisitos obrigatórios para a comercialização de veículos e institui o Programa Rota 2030 – Mobilidade e Logística e dispõe sobre o regime tributário de autopeças não produzidas.

Vale ressaltar que não somente as montadoras de veículos podem usufruir destes benefícios, mas, também, as empresas de autopeças, que no antigo regime Inovar Auto, não podiam se beneficiar.

Para poder se utilizar dos benefícios do programa Rota 2030, as empresas terão que aderir ao programa, através de uma habilitação, que pode ser feita pela própria empresa ou com auxílio de uma consultoria especializada. Cabe ressaltar que o Decreto 9557/2018 prevê quais são as características das empresas que podem aderir ao programa, sendo elas:

  • Que produzam no país os veículos e as autopeças ou os sistemas estratégicos para produção dos veículos classificados nos códigos da Tipi relacionados no Anexo I (Decreto 9557/2018);
  • Não produzam, mas comercializem, no País, os produtos referidos no item anterior;
  • Tenham projeto de desenvolvimento e produção tecnológica aprovado para a produção, no País, de novos produtos ou novos modelos de produtos já existentes, referidos nos itens acima, ou de novas soluções estratégicas para mobilidade e logística.

Adicionalmente, a pessoa jurídica poderá deduzir, do IRPJ e da CSLL devidos, um percentual dos dispêndios realizados no País, classificáveis como despesas operacionais pela legislação e aplicados nas atividades de pesquisa e desenvolvimento.

O programa Rota 2030 e o setor automotivo

Além disso, o programa Rota 2030 tem um grande diferencial, em relação aos demais incentivos fiscais. Conforme Art.19 do Decreto 9557/2018, a empresa, caso não utilize o benefício no ano vigente, poderá utilizar até 30% do valor apurado naquele ano, durante a vigência de todo o programa.

Por fim, o novo programa Rota 2030 mostra-se uma excelente opção para as empresas da cadeia automotiva, que anteriormente não tinham acesso aos incentivos fiscais. Além de ter como objetivo apoiar o desenvolvimento tecnológico, a competitividade, a inovação, também apoia os desenvolvimentos em segurança veicular, proteção ao meio ambiente, eficiência energética e a qualidade de automóveis, caminhões, ônibus, chassis com motor e autopeças, voltados para a inovação. Dentro do território nacional, possibilita não só o acesso a benefícios fiscais, mas a criação de novos projetos ligados à ciência, incentivando o desenvolvimento social e tecnológico.

O investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação é a chave fundamental para as empresas situadas tanto na cadeia automotiva, quanto nos demais setores.

A GAC Brasil é uma consultoria de referência em gestão estratégica de inovação, que atua com excelência no processo de desenvolvimento e habilitação do programa Rota 2030 na sua empresa.

Assessoramos as empresas na obtenção dos incentivos fiscais relacionados à PD&I, por meio de uma equipe especializada de alto nível.

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Nova composição publicada neste ano, tem o objetivo de assessorar o MCTIC e será representada por Rafael Navarro, vice-presidente da ANPEI, e como suplente de Heloísa Menezes, consultora da associação.

Recentemente, o Comitê Consultivo de Nanotecnologia e Novos Materiais reuniu representantes do governo, da academia e do setor produtivo para discutir uma nova regulamentação técnica para a integração de unidades ao Sistema Nacional de Laboratórios em Nanotecnologias (SisNANO).

Entre os representantes, a ANPEI passou a compor oficialmente este Comitê, tendo Rafael Navarro
vice-presidente da ANPEI, como interlocutor, e como suplente, Heloísa Menezes, consultora da associação.

A nova composição foi publicada na edição do Diário da União Portaria nº 1.990, do dia 18 de maio de 2020, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

O Comitê

Instituído em janeiro deste ano, o Comitê Consultivo de Nanotecnologia e Novos Materiais tem o objetivo de assessorar o MCTIC na definição dos objetivos principais, áreas prioritárias, diretrizes, alocação de recursos, avaliação das iniciativas, ações, programas e projetos em nanotecnologia e novos materiais. Também oferece apoio na gestão do SisNANO, Sistema Nacional de Laboratórios em Nanotecnologias.

A investigação e implementação dessas tecnologias em diversos setores e produtos é de extrema relevância para o desenvolvimento da economia brasileira, e a representatividade da ANPEI neste contexto é também é de ampla importância.

Na instância, estão representados o MCTIC; o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM); o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep); o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); a Universidade Federal do Ceará (UFC); a Universidade Federal do Paraná (UFPR); a Confederação Nacional da Indústria (CNI); a Petrobras; a Associação Brasileira de Cosmetologia (ABC); a Associação Brasileira de Polímeros (ABPol); e a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec).

Como associados da ANPEI, nós da GAC Brasil participamos das conferências anuais e atualmente formalizamos juntos o Pleito para o Governo Federal referente a melhorias na Lei do Bem, lei de incentivo fiscal à inovação, como uma forma conscientizar a necessidade do estímulo à inovação a partir deste importante incentivo e de mobilizar uma revisão urgente deste mecanismo.

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