6 pontos para fortalecer o intraempreendorismo e a inovação na empresa

Artigo publicado na coluna Trends Talks no Portal do jornal Estado de Minas destaca pontos fundamentais para adequar o mindset à uma cultura inovadora e sustentável

Recentemente, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou o resultado do Índice Global de Inovação (IGI), no qual o Brasil ocupa a 57ª posição quando se trata de inovação, num ranking integrado por 132 nações. Colocação considerada ruim, segundo especialistas, tendo em vista que o país ainda está 10 posições atrás da que ocupava em 2011, quando teve seu melhor resultado no levantamento, atingindo o 47º lugar e sua melhor marca.

Entre os fatores que influenciaram diretamente na posição do país no ranking, estão: o baixo nível de competitividade empresarial, políticas públicas ineficientes, mão de obra de baixíssima qualificação, burocracia, problemas logísticos, academia distante do empresariado e o baixo investimento e incapacidade das empresas de inovar, dentre outros.

Por outro lado, o ecossistema brasileiro de empreendedorismo inovador e as startups vem conseguindo transpor esse cenário e avançar a passos largos na solução de problemas com impacto e frequência impressionantes. Empreendedores, empresários, investidores e fomentadores estão construindo, cada vez mais, um modelo de relacionamento e negócios ambiciosos, com base em give first, give back, share ideas, meetups, centros de excelência como CUBO, Campus São Paulo, ACATE e Porto Digital.

Simultaneamente, as grandes empresas estão buscando se conectar a esse ecossistema, por meio de desafios e projetos baseados em inovação aberta, aquisições e investimentos em startups.

A estruturação de uma cultura e processos para destravar e fomentar o intraempreendedoríssimo e a inovação corporativa de forma sustentável, têm se mostrado eficazes no avanço da competividade das companhias.

Confira 6 pontos fundamentais para começar a pensar em mudar ou implantar um mindset adequado a isso:

  • Diagnosticar qual é o nível de maturidade digital e inovativa da empresa;
  • Entender realmente, e não apenas superficialmente, como é o processo de transformação digital por que passa o planeta e como ele vai guiar o mercado pelos próximos anos;
  • Conhecer e testar processos e ferramentas de facilitação e viabilização de inovações existentes no mercado;
  • Se integrar com o ecossistema de empreendedorismo inovador de forma eficiente e em mão dupla;
  • Implementar a filosofia open, onde funcionários, lideranças e mentes externas interagem de forma significativa, “por dentro” dos processos da empresa;
  • Gerar uma visão compartilhada de futuro (north star) com toda a empresa.

Fonte: André Spínola

Artigo publicado na coluna Trends Talks no Portal do jornal Estado de Minas.

A Inovação Aberta tem sido um desafio na sua empresa?

No dia 28/9, a G.A.C. Brasil realizou um webinar em parceria com a Câmara de Comércio França-Brasil (CCIFB), justamente para compartilhar as melhores práticas no processo de ideação e transformação digital nas empresas.

 O evento contou com a participação especial dos executivos Sunny Jonathan, gerente de pesquisa e desenvolvimento da SPIC Brasil, e de Leonardo Veri, Retail Business & Innovation Architect – LATAM, na Oracle.

Confira a gravação, disponível em nossa playlist da CCIFB, no YouTube: https://bit.ly/3D9hbWT

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A G.A.C. Brasil assessora na implementação de um projeto interno de Inovação Aberta, a partir da aplicação de metodologias, ferramentas e abordagens personalizadas.

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