A aceleração da inovação como resposta à crise

Levantamento aponta que o trabalho remoto, as estruturas organizacionais e comportamentais das empresas, novas tecnologias e comprometimento socioambiental são os principais fatores de transformações em inovação

A crise global de 2020 teve grande influência no fortalecimento da chamada inovação 4.0 e no desenvolvimento de novos paradigmas de gestão da inovação. Como forma de sobrevivência, as empresas foram obrigadas a adotar medidas proativas e, principalmente, a aceleração de processos.

Para evidenciar o resultado dessa grande mudança, a Boston Consulting Group elaborou um estudo no qual foi apontado que mais de 40% das empresas grandes estudadas são consideradas líderes de inovação.

De acordo com um levantamento, desta vez realizado pela Troposlab, o trabalho remoto, as estruturas organizacionais e comportamentais das empresas, novas tecnologias e comprometimento socioambiental são os principais fatores de transformações em inovação nas organizações atualmente.

Novos horizontes nas relações de trabalho

Além de romper barreiras e mostrar que o trabalho remoto pode ir muito além de simplesmente novos ambientes, o novo formato impactou positivamente e diretamente a gestão da inovação, a cultura e o relacionamento dentro de uma empresa, propiciando uma nova forma de repensar processos inovadores e definição de estruturas. 

Responsabilidade social corporativa e “novo normal”

O termo ESG é um dos mais importantes do setor corporativo nos últimos anos e está sendo responsável por revolucionar o mundo dos investimentos. Através dele, é possível definir um conjunto de ações que as empresas devem tomar sobre meio ambiente, sociedade e governança corporativa para serem consideradas responsáveis e preocupadas com as questões sócio-sustentáveis que permeiam a atualidade.

Segundo o Global Impact Investing Network, em 2020 só na América Latina e Caribe um crescimento de 47% no crescimento do investimento de impacto. Empresas, tradicionais ou não, que estão se comprometendo com pautas socioambientais têm se tornado mais atrativas para fundos de investimentos e para a nova geração de consumidores, que estão mais ligados à responsabilidade e ao impacto social.

Tecnologia como planejamento estratégico

Muitas empresas já assimilaram a utilização da inteligência artificial como vantagem competividade sustentável e entenderam que é possível desenvolver sua própria tecnologia, estabelecer um roadmap de aplicações e promover sua geração de valor.

Uma das tecnologias que mais ganhou relevância foi a Blockchain. Mesmo que pouco repercutida no Brasil, seu impacto potencial vem sendo comparado com o da própria internet, dado o potencial de gerar novos ecossistemas de negócios e sua capacidade de levar a um nível de descentralização a outros patamares.

Manipulação Comportamental

A Psicologia, em conjunto com a Inteligência Artificial, pode viabilizar novos modelos de negócio ou vantagens competitivas. Portanto, as empresas precisam começar a avaliar como o comportamento é um limitador ou acelerador dos processos de inovação e como eles impactam as novas tecnologias desenvolvidas.

Porém, ao entrar nesse debate, é preciso um grande cuidado com a ética. Discutir e delimitar as fronteiras éticas da Inteligência Artificial, manipulação comportamental e outras tecnologias se torna uma questão de negócios.

A pandemia de covid-19, causada pelo novo coronavírus, desencadeou uma crise econômica mundial e evidenciou a importância de mudanças e inclusão de um novo modelo de gestão da inovação nas empresas.

A G.A.C. Brasil oferece um diagnóstico completo e disruptivo do estado de inovação, realizado com o InnoSurvey® – plataforma inédita no Brasil, baseada em Inteligência Artificial e Deep Learning, que obtém uma análise de 360° das capacidades de inovação das empresas.

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