FAPESP lança edital para seleção de novos CEPIDs

Iniciativa vai financiar Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão, comprometidos com o desenvolvimento de pesquisa, a formação de recursos humanos, a transferência de tecnologia e a difusão de conhecimento para a sociedade

A FAPESP lançou o terceiro edital do programa para seleção de novos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs).

A iniciativa tem como objetivo financiar, por um período de até 11 anos, a constituição de centros de pesquisa de classe mundial, comprometidos com o desenvolvimento de pesquisa, a formação de recursos humanos, a transferência de tecnologia e a difusão de conhecimento para a sociedade.

Na presente chamada, serão constituídos 18 centros, a serem escolhidos entre 2021 e 2026, em seis ciclos de apresentação de propostas, divididos por áreas de conhecimento.

Neste ano, durante o primeiro ciclo, serão selecionados até três CEPIDs nas áreas de ciências da saúde, biológicas e agronomia e veterinária.

Nos anos subsequentes – e seguindo os mesmos procedimentos – serão selecionados três CEPIDs nas áreas de ciências humanas, sociais, arquitetura e urbanismo, economia e administração (2022); seis nas áreas de ciências exatas e da terra e engenharias (2023 e 2025); e outros seis nas áreas de ciências da saúde, biológicas e agronomia e veterinária (2024 e 2026).

As pré-propostas devem ser apresentadas até 15 de setembro. As propostas selecionadas deverão ser reapresentadas de forma completa até 26 de fevereiro de 2022. O resultado da seleção final será divulgado em 31 de agosto de 2022.

Os centros que não forem aprovados no terceiro ano terão mais seis meses de apoio até sua desativação. E os aprovados na avaliação do quinto ano terão apoio renovado por mais seis anos. Os centros que não forem aprovados na avaliação do oitavo ano terão um ano adicional de apoio, em valores reduzidos, para sua desativação ou busca de outra fonte de financiamento.

Investimento

Ao longo dos 11 anos de financiamento, cada CEPID contará com até R$ 8 milhões anuais nos primeiros cinco anos – num total de até R$ 40 milhões no período.

Segundo Luiz Eugênio Mello, diretor científico da FAPESP, a partir do quinto ano, o limite do orçamento será definido pela FAPESP por ocasião do processo de renovação. Ele acrescenta que é esperado que a pesquisa do centro possa seguir sendo realizada com a infraestrutura adquirida e instalada nos cinco anos iniciais, e a FAPESP só analisará a solicitação de novos grandes equipamentos em casos excepcionais, muito bem justificados.

“A partir do quinto ano, o limite do orçamento será definido pela FAPESP por ocasião do processo de renovação. Espera-se que a pesquisa do centro possa seguir sendo realizada com a infraestrutura adquirida e instalada nos cinco anos iniciais. A FAPESP só analisará a solicitação de novos grandes equipamentos em casos excepcionais, muito bem justificados”, sublinha Mello.

Mais informações sobre o edital CEPID 2021 – como requisitos dos pesquisadores responsáveis e principais itens financiáveis, critérios de avaliação, entre outros – estão disponíveis em fapesp.br/14948/edital-cepid-2021.

Fonte: FAPESP

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Sem bloqueio, fundo tecnológico vai quase quintuplicar em quatro anos

Levantamento aponta que recursos disponíveis devem saltar dos R$ 2,2 bilhões de 2020 para R$ 9 bilhões em 2024

Segundo estimativa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), os recursos disponíveis do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) devem saltar dos R$ 2,2 bilhões de 2020 para R$ 9 bilhões em 2024, podendo, em um cenário mais otimista, alcançar R$ 9,9 bilhões.

O crescimento decorre da Lei Complementar 177, aprovada este ano, que impede o governo de contingenciar recursos desse fundo para melhorar o resultado das contas públicas. Nos últimos anos, o FNDCT vinha arrecadando de R$ 6 bilhões a R$ 7 bilhões, mas os recursos não eram totalmente liberados.

De acordo com André Tortato Rauen, diretor de Estudos e Políticas Setoriais de Inovação e Infraestrutura e coautor do trabalho, junto com Priscila Koeller, pesquisadora do Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, que apresenta os dados e avaliações deste texto, apesar do crescimento, o dinheiro não será suficiente para atender à demanda.

Rauen compara o fundo com a recém-lançada política industrial dos EUA, que vai investir US$ 250 bilhões para fazer frente à concorrência com produtos chineses. Ele acrescenta que o reforço no FNDCT demandará alterações na governança.

Formado por recursos de fundos específicos, como de energia e petróleo, o fundo tinha como característica inicial investir na solução de problemas concretos desses setores. Ao longo do tempo, porém, os mecanismos de decisão foram sendo alterados, de forma que no período mais recente as decisões são tomadas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), por meio da Finep – Financiadora de Estudos e Projetos.

O diretor-presidente da Embrapii, Jorge Guimarães, afirmou que vai pleitear recursos, agora que organizações sociais foram incluídas no rol das possíveis financiadas pelo FNDCT. Ele argumenta que os recursos poderão dar forte impulso à inovação industrial, um objetivo original da criação do fundo.

Conforme o estudo, ao longo do tempo, o FNDCT obteve receitas crescentes. Em 2002, partiram de 0,02% do Produto Interno Bruto (PIB) até chegar a 0,1% do PIB em 2020. No entanto, em razão dos contingenciamentos, a parcela não executada do orçamento chegou a 89,4% em 2020. Os recursos estavam sendo direcionados à reserva de contingência.

A partir do fim do contingenciamento, o Ipea estimou as receitas do FNDCT em dois cenários: um primeiro, baseado nas previsões de arrecadação constantes do projeto de lei de orçamento de 2021. Nesse, a execução do FNDCT chegaria a R$ 9 bilhões em 2024.

No segundo cenário, no qual o ponto de partida é a estimativa de receita primária líquida que está na mensagem que acompanhou o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2022, as despesas executadas do FNDCT chegariam a R$ 9,9 bilhões em 2024.

A verba para a aplicação é de extrema importância para que o Brasil siga na mesma direção das principais economias do mundo, de modo a fortalecer suas estratégias de desenvolvimento, através da tecnologia e inovação.Tal investimento induz grandes mudanças e aumento de competitividade na sociedade brasileira.

Desta forma, é necessário, além de um aumento nos recursos, a melhoria na construção de pontes entre os setores público e privado, e estratégias mais efetivas, conclui o estudo.

Plataforma MyG.A.C.: gestão da Lei do Bem na era digital para as empresas

Solução tecnológica, ágil e segura, lançada pela G.A.C. Group, transporta a operação da Lei do Bem para o online

O MyG.A.C. tem o objetivo de assessorar as empresas para uma gestão ainda mais eficiente dos processos da Lei do Bem, incentivo fiscal à inovação.

A plataforma oferece uma série de vantagens e facilita o dia a dia dos gestores e das empresas, confira algumas delas:

Maior Segurança e Atendimento à LGPD Os dados trafegam de maneira protegida, atendendo a todas as exigências desta legislação.

Controle de Acesso – Cada usuário tem acesso apenas às áreas e aos conteúdos pelo qual é responsável, em tempo real e de forma ininterrupta, o que garante comodidade e imediatismo.

Organização dos dados – Distribuição em áreas e pastas, onde facilmente se pode acompanhar os estágios dos projetos.

Facilidade na transferência de arquivos – E-mail é coisa do passado. Faça o upload de seus arquivos e economize tempo.

Acompanhamento do trabalho – Visão de cada atividade e fase do projeto.

O lançamento oficial do MyG.A.C. vai acontecer neste mês de junho. Acompanhe o nosso LinkedIn https://www.linkedin.com/company/gacbrasil e fique por dentro de todas as informações sobre a novidade! Não perca!

Financiadora de Inovação e Pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações investiu R$ 2 bi no Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação no ano de 2020

Financiadora de Inovação e Pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações investiu R$ 2 bi no Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação no ano de 2020

A Principal agência governamental de fomento à Pesquisa Científica, Tecnológica e de Inovação no Brasil, Finep/MCTI, divulgou recentemente os resultados de suas ações referentes ao ano de 2020.

O Relatório Anual Integrado 2021 mostra um volume de investimentos da ordem de R$ 2 bilhões, no apoio ao desenvolvimento da pesquisa em Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICT´s), subvenção econômica, investimento em startups e financiamento reembolsável a empresas inovadoras.

De acordo com o levantamento, a maior parte dos recursos envolveu o financiamento não reembolsável, com verba do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). A edição deste ano destaca, principalmente, os diversos esforços empreendidos pela Finep/MCTI no sentido de atenuar os efeitos da covid-19 no País.

Apenas em ações voltadas ao enfrentamento da pandemia, foram destinados aproximadamente R$ 350 milhões, em recursos não reembolsáveis, para apoio a 157 projetos de pesquisas nas áreas de prevenção, diagnóstico e tratamento da doença, desenvolvidos por ICTs e empresas nacionais.

O relatório traz, ainda, as diversas contribuições da empresa para o desenvolvimento no Brasil, por meio do financiamento da infraestrutura e pesquisa científica, de produtos, processos e serviços inovadores e também de soluções para desafios tecnológicos de relevância nacional.

No contexto das ações voltadas para o investimento em startups, a Finep/MCTI lançou, em 2020, a terceira chamada do Programa Finep Startup, bem como estruturou mais duas edições do Programa Mulheres Inovadoras, iniciativa da Financiadora e do MCTI de abrangência nacional e voltada para estimular o empreendedorismo inovador feminino.

A GAC Brasil está à disposição para orientá-lo, mantê-lo atualizado e contribuir no fortalecimento da inovação dentro de sua empresa. Entre em contato conosco e fique por dentro de editais disponibilizados pela FINEP e outras grandes entidades financeiras que realizam o incentivo à inovação.

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FAPESP lança dois editais para apoiar projetos sobre os impactos socioeconômicos e de saúde da COVID-19

Chamadas têm foco em ciências humanas e sociais, saúde mental e temas interdisciplinares. Objetivo é gerar subsídios para políticas públicas e para a construção de sociedades mais sustentáveis e resilientes no pós-pandemia

Com o objetivo de contribuir para que o futuro pós-pandêmico seja mais justo, resiliente e sustentável do que o mundo antes da pandemia, muitas instituições estão se mobilizando nesta direção.

Em novembro de 2020, a Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou o documento United Nations Research Roadmap for the COVID-19 Recovery, em que apela às agências de fomento de todo mundo para elencar prioridades de pesquisa em áreas estratégicas, com o objetivo de subsidiar políticas públicas voltadas à recuperação socioeconômica das nações.

Em maio de 2021, a Trans-Atlantic Platform (T-AP) for Social Sciences and Humanities lançou chamada de propostas para apoiar estudos colaborativos nas áreas de ciências sociais e humanidades, a serem realizados nos dois lados do Atlântico.

A FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, participou ativamente da elaboração do United Nations Research Roadmap for the COVID-19 Recovery e se manteve como membro coordenador da T-AP.

Em 2021, a Fundação lançou duas chamadas de propostas para a seleção de projetos:

Chamada de Rápida Implementação UN-Research Roadmap COVID-19

Serão financiados projetos de pesquisa de pesquisadores do Estado de São Paulo, preferencialmente em colaboração com pesquisadores de outros países ou outros Estados brasileiros, por um período de até 24 meses, e aceitos projetos que complementem ou ampliem pesquisas já em execução por outros pesquisadores.

O valor total alocado pela FAPESP para a chamada é de R$ 18,5 milhões. Além do limite de R$ 300 mil para os itens orçamentários típicos de um Auxílio Pesquisa Regular, o pesquisador poderá solicitar uma bolsa de pós-doutorado ou uma bolsa de treinamento técnico nível 5 (TT-5) como item orçamentário (BCO). O prazo de submissão está aberto até 10 de julho.

Plataforma Transatlântica (T-AP)

Liderada pela FAPESP, a organização é uma parceria com 15 outras fundações de fomento à pesquisa das Américas, Europa e África. O período de manifestação de interesse de submissão termina em 14 junho, e o prazo de submissões de propostas, no dia 12 de julho.

Os cinco principais temas de pesquisa relacionados à chamada são: redução das desigualdades e vulnerabilidades; construção de uma sociedade mais resiliente, inclusiva e sustentável; fomento da governança democrática e da participação política; avanço da inovação digital responsável e inclusiva; e garantia da comunicação e mídia eficazes e precisas.

Uma das principais especificidades da chamada está no fato de a equipe de pesquisadores ter de ser formada por membros de pelo menos três países participantes, sendo pelo menos um país das Américas e um da Europa. Os projetos serão financiados pela agência do país do pesquisador líder por um período de 24 a 36 meses. Os valores financiados variam de uma financiadora para outra. No caso da FAPESP, cada proposta poderá ter o valor máximo de R$ 450 mil; as agências dos Estados Unidos oferecem US$ 200 mil por projeto, as do Reino Unido, £ 310 mil, e a Alemanha, € 300 mil.

Fonte: FAPESP

5G: a expansão da capacidade de inovação

Dados do Ministério da Economia apontam que tecnologia de 5G terá forte impacto na produtividade e poderá atingir R$ 249 bilhões até 2035, enquanto players de mercado especulam que o ‘PIB do 5G’ ultrapassará a casa do R$ 1 trilhão

A evolução natural dos protocolos de rede e a chegada da tecnologia 5G, proporcionaram um novo patamar em relação à performance de banda larga. Estima-se que os benefícios do 5G acarretarão taxas de throughput até 20 maiores que as atuais, latências mais baixas (de 50 ms para 5 ms) e maior densidade de acessos por km².

De acordo com o Ministério da Economia, a tecnologia de 5G terá forte impacto na produtividade e poderá atingir R$ 249 bilhões até 2035, enquanto players de mercado especulam que o ‘PIB do 5G’ ultrapassará a casa do R$ 1 trilhão.

A consultoria IDC, referência na área de Tecnologia da Informação, estima que o impulso dado às tecnologias associadas – incluindo robótica, segurança da informação, nuvem pública, internet das coisas (IoT), Big Data e Analytics, realidade aumentada e virtual (AR/VR) e inteligência artificial – alcançará, no Brasil, cerca de US$ 22,5 bilhões de faturamento no período entre 2020 e 2024, significando um crescimento médio anual de 179%.

Sendo assim, a grande revolução não ficará restrita somente aos celulares, mas também a qualquer ambiente tecnológico. Teremos a possibilidade de tirar do papel projetos inovadores e complexos como smart cities e smart factories.

Como um exemplo, hoje, ainda temos desafios de captação de vídeo em alta resolução para análise. No entanto, com alta velocidade e baixa latência de rede poderemos ter maior controle dos processos de um “chão de fábrica”, através de captura de vídeo 4K e aplicação de IA em tempo real. Por meio de monitoração ostensiva e inteligência artificial, será possível aumentar a segurança dos colaboradores, evitar fraudes, mitigar riscos de acidentes de trabalho e investir em melhorias de processos antes “invisíveis”.

No varejo, será possível aumentar a percepção e a confiabilidade dos dados captados por câmeras, sensores e softwares que auxiliarão na criação de narrativas e jornadas mais atrativas aos consumidores. Ainda, o avanço das tecnologias como IoT, 5G etc, nos levará à maior conectividade e, possivelmente, maior produtividade em setores ealier adopters.

No setor agronegócio, embora represente quase 25% do PIB brasileiro, de acordo com o CEPEA (Centro de Estudo Avançado de Economia Aplicada), é preciso ampliar o acesso à internet, pois de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 70% das propriedades rurais não têm acesso à internet.

Segurança da informação, interoperabilidade e infraestrutura, ocuparão um papel importante na implantação da tecnologia 5G. As aplicações serão infinitas e essa nova plataforma poderá catalisar uma importante onda de investimentos reprimida, consequência do desenrolar de um gargalo ainda existente das redes de alta velocidade. Mas essa expansão dependerá da nossa capacidade de inovação e visão empreendedora.

Fonte: Alex Takaoka, diretor de Vendas da Fujitsu do Brasil.

Estudo mostra que inovação e tecnologia são prioridade para empresas mesmo no período de Pandemia

Pesquisa feita pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil e H2R Pesquisas avalia o investimento em automação de processos como fator prioritário

Em uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil com apoio da H2R Pesquisas, foi constatada a tendência do empresariado brasileiro em investir em inovação e tecnologia para aprimorar seus processos, mesmo frente a desafios causados pela pandemia.

Os resultados do estudo foram compilados em dezembro do ano passado e os setores pesquisados foram o de saúde, que contempla indústria farmacêutica e de insumos médicos; o de alimentos, que envolve alimentos processados, bebidas, panificação, frutas, legumes e verduras; e a indústria em geral considerando cosméticos, higiene, beleza, química, têxtil, calçados e mercado pet.

Cerca de 95% das empresas afirmaram que pretendem investir ao menos um pouco em inovação e tecnologia neste ano. Foi possível identificar também que a pandemia acelerou os investimentos em canais de vendas digitais para 46% das empresas consultadas.

Conforme os padrões GS1, que são globais, aparece como item principal o código de barras de identificação de produtos, de grande relevância para automatizar os processos de venda de produtos, compras e gestão empresarial. 71% das empresas pesquisadas usam o código de barras como identificador em todo seu portfólio de produtos.

Entre os benefícios logísticos dos códigos de barras estão custo baixo de implantação, uso amplamente difundido no mercado nacional e internacional, gerenciamento de estoque, melhorias no abastecimento, gestão da produção e precisão na leitura. Por vantagens como essas, 83% dos produtos em circulação no país têm o código de barras como padrão para identificá-los nos sistemas automatizados.

A automação dos processos logísticos depende fundamentalmente de um cadastro preciso de todos os itens produzidos pela indústria para garantir também a gestão do fluxo de documentação em todas as áreas envolvidas, por exemplo, em distribuição, faturamento, controle de estoque, reposição em gôndolas, checkout do varejo e outras.

O cadastro de produtos tem no código de barras um aliado para evitar inconsistências em processos que causam prejuízos à cadeia de abastecimento como atrasos em entregas, compras e carregamentos emergenciais, divergências entre pedido e nota fiscal, inconsistência no controle de inventário e recusa do varejo por inconsistências entre os dados da nota e pedido. Esses itens foram mencionados por pelo menos 37% das empresas participantes da pesquisa.

Fonte: Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil e H2R Pesquisas

EMBRAPII investe em inovação do setor eletroeletrônico

Em seis anos, 572 projetos que envolvem Tecnologias da Informação foram capacitados, atendendo a demanda de 463 empresas dos mais diversos setores industriais

A indústria eletroeletrônica mantém um forte impacto na economia, gerando renda e emprego para o país. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), no último ano, o setor atingiu um faturamento de R$ 173,2 bilhões, apontando crescimento nominal de 13% em relação ao realizado em 2019.

Para que as empresas possam continuar aprimorando o seu processo produtivo e o desenvolvimento de produtos inovadores, a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) investe constantemente em recursos não reembolsáveis, junto à pesquisadores de sua rede de inovação, formada por 64 unidades.

Em seis anos, 572 projetos que envolvem Tecnologias da Informação e Comunicação como um todo (IoT, Hardware, IA, Integração de Sistemas) foram capacitados, atendendo a demanda de 463 empresas dos mais diversos setores industriais, atingindo o total de R$ 680,7 milhões em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I).

Para se aproximar ainda mais de empresas do setor eletroeletrônico, a EMBRAPII mantém um acordo estratégico com a Abinee. A proposta é criar um ambiente de pesquisa e estimular o desenvolvimento, estreitando a relação entre as Unidades EMBRAPII e as associadas.

A EMBRAPII também coordena o Programa Prioritário (PPI) em IoT/Manufatura 4.0 e o Hardware BR, mecanismos que direcionam recursos de empresas beneficiadas pela Lei de Informática (Lei nº 8.248/1991) para o desenvolvimento de atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) no País. Com os recursos foram criadas as redes de inovação em Inteligência Artificial e em Transformação de Digital, que oferecessem um ecossistema de inovação compartilhado e incentivam o desenvolvimento de projetos disruptivos e a construção de consórcios para desenvolver novas rotas tecnológicas e projetos disruptivos.  

Conheça alguns projetos EMBRAPII no setor eletroeletrônico:

Sensor de invasão

O aparelho, idealizado pela empresa Alfa Sense e desenvolvido pela Unidade EMBRAPII – CPqD, oferece segurança de perímetros e detecta, através de fibra óptica que atua como sensores de vibração ultrassensíveis, diferentes tipos de ameaças, ou seja, a cada toque na área monitorada o sistema interpreta o que pode ser uma invasão para emitir alertas em tempo real.

A tecnologia também pode funcionar em conjunto com outras soluções voltadas à proteção perimetral, o que representa um diferencial em relação a outros sistemas disponíveis no mercado.

Snap de TV Digital para celular

O Moto Power Pack & TV Digital, primeiro módulo snap 100% desenvolvido e fabricado no Brasil, também foi uma parceria com a EMBRAPII no início de suas operações. O snap vem com uma bateria de 2.800 mAh para carregar o smartphone e é compatível com Moto Z, Moto Z Play, Moto Z2 Play e Moto Z2 Force. Após encaixá-lo na traseira, o usuário precisa instalar um app e, assim, poderá sintonizar TV aberta no seu aparelho.

A G.A.C. Brasil assessora a sua empresa a obtenção de recursos de órgãos ou departamentos de fomento, como a EMBRAPII.

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Inteligência Artificial auxilia tratamentos de pacientes em UTI

Desenvolvida com apoio da EMBRAPII, tecnologia traz agilidade ao atendimento e pode ser usada contra a Covid-19

Para auxiliar a comunidade médica que atua nas Unidades de Terapias Intensivas, a startup deeptech Kunumi e a Unidade EMBRAPII – DCC/UFMG desenvolveu uma ferramenta que utiliza Inteligência Artificial (IA) para antever complicações e indicar caminhos mais seguros no cuidado com o paciente.

A tecnologia, que atualmente está sendo implantada na Santa Casa de Belo Horizonte, é capaz de coletar dados clínicos de hemogramas e exames de urina, por exemplo, e cruzá-los com sinais vitais, como pressão arterial, temperatura, batimentos cardíacos e saturação de oxigênio. As informações são analisadas com o apoio da IA e amparam o diagnóstico, permitindo sugerir intervenções para melhoria do estado de saúde do paciente.

Isso ocorre porque a solução tecnológica traz o conhecimento exato de como o corpo humano tende a se comportar de acordo com quadro clínico apresentado, os protocolos médicos indicados para cada situação e, principalmente, os fatores que levam a óbito e os que indicam maior chance para sobreviver.

A informação clínica faz com que seja possível potencializar o algoritmo e o aprendizado de máquina. Para os casos de pacientes com Covid-19, em que a saturação do pulmão, gaseificação e oxigenação podem mudar em instantes, a solução tecnológica se apresenta como uma importante ferramenta no tratamento intensivo.

Segundo Carlos Eduardo Pereira, diretor de operações na EMBRAPII, o uso de tecnologias que englobam Inteligência Artificial em aplicações na área da saúde e em ambiente hospitalar, traz mais assertividade e precisão aos diagnósticos e ao tratamento médico, permitindo também o desenvolvimento de uma medicina personalizada e uma antecipação de eventuais problemas com o uso de técnicas preditivas baseadas em sistemas de aprendizado de máquina, combinado com sistemas de mineração de dados.

Pereira destaca que, somente no último ano, a EMBRAPII triplicou o desenvolvimento de soluções inovadoras na área de saúde, muitas delas envolvendo o enfrentamento à pandemia de Covid-19.

Apoio à gestão

A tecnologia desenvolvida também torna a gestão hospitalar mais inteligente ao promover a otimização de recursos humanos e financeiros das organizações. Somente com os dados coletados na primeira hora de atendimento na UTI, a ferramenta indica quais os possíveis equipamentos necessários para uma efetiva assistência ao paciente, como desfibrilador, aparelho para hemodiálise ou transfusão, entre outros.

Entre os benefícios da saúde digital estão a segurança do paciente, qualidade assistencial, eficiência operacional, redução de custos e satisfação dos profissionais e do paciente.

FAPESP lança chamada para a constituição de Centros de Ciência para o Desenvolvimento

Centros deverão conduzir pesquisa orientada a problemas específicos e com relevância social ou econômica para o estado de São Paulo

 A FAPESP anunciou a abertura de uma chamada de propostas para a constituição de Centros de Ciência para o Desenvolvimento (CCD-SP), que deverão conduzir pesquisa orientada a problemas específicos e com relevância social ou econômica para o Estado de São Paulo.

A chamada busca propostas de pesquisa que valorizem as aplicações dos resultados, facilitando a conexão com órgãos públicos beneficiários de conhecimento científico e tecnológico em suas ações.

Entre os temas focais dos projetos contemplados, estão: saúde, eficiência energética, agricultura e abastecimento, manufatura e materiais avançados, cidades inteligentes e segurança pública, meio ambiente e sustentabilidade, cultura e economia criativa e esportes.

É possível a submissão de propostas em outros temas, desde que atendam a todos os requisitos especificados no edital.

Os CCD-SP devem articular pesquisadores de universidades e instituições de pesquisa paulistas, pesquisadores e gestores de órgãos do governo estadual e de municípios, além de empresas e organizações não governamentais (ONGs), em projetos colaborativos de impacto social ou econômico.

Cada proposta de CCD-SP precisa apresentar pelo menos três pesquisadores principais. As propostas precisam apresentar parceiros co-financiadores (contrapartida financeira). A duração do financiamento da FAPESP será de até cinco anos.

As propostas devem descrever claramente quais são os desafios públicos e problemas de interesse do órgão público envolvido (Secretaria Estadual ou Municipal) relevantes para o desenvolvimento do estado de São Paulo.

Os resultados esperados da pesquisa devem não apenas promover o avanço no conhecimento existente, mas também devem evidenciar os resultados esperados da pesquisa em termos de melhorias das políticas públicas.

As propostas devem ser apresentadas, pelo sistema SAGe, até 24 de setembro de 2021.

A chamada está publicada em: https://fapesp.br/14897.

12 centros já estão em operação

Esta é a segunda chamada de propostas para a constituição de centros de pesquisa orientados a problemas específicos e cofinanciados por órgãos públicos, entre outros parceiros.

Na primeira chamada, lançada em 2019, foram habilitados 12 centros de pesquisas – denominados Núcleos de Pesquisa Orientados a Problemas de São Paulo (NPOPs) – que investigam soluções nas áreas de saúde, segurança pública, alimentação e agricultura, desenvolvimento econômico, entre outros temas.

A G.A.C. Brasil assessora empresas privadas com os estudos de viabilidade, inclusive para editais, proporciona um uso otimizado da Lei do Bem e demais incentivos fiscais para à inovação e as melhores opções de funding para PD&I.

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