Veja 5 profissões que parecem ficção, mas já são realidade no mundo da inovação

Em entrevista para a Forbes, Edu Paraske, publicitário e fundador da 16 01, antecipou sobre cinco novos empregos no contexto da tecnologia e negócios

Uma pesquisa publicada pelo Institute For The Future em 2019, encomendada pela Dell e intitulada “Projetando 2030”, apontava que 85% dos empregos que existirão nos próximos oito anos serão novos. Além disso, 30 milhões de vagas pelo mundo serão modificadas pelo impacto de tecnologias como inteligência artificial.

O publicitário, consultor de tendências e fundador da 16 01, Edu Paraske, indicou para a Forbes Brasil as cinco profissões que já são realidade na teoria ou que podem surgir em um futuro próximo, com base nas tendências recentes. Entre elas, estão:

Designer de modelo de negócios

“Um designer que cria e desenvolve modelos de negócios adequados para encontrar fluxos de receita e estratégias de preços para novos produtos ou serviços. Eles apoiam as equipes de inovação corporativa em sua busca por novas oportunidades de negócios desejáveis, viáveis que possam agregar valor e resultados de negócios.”

Especialista em metaverso

“Assim como hoje temos profissionais que entendem de mídia, planejamento, criação e outras disciplinas, para o mundo virtual de convivência, todos estes atributos precisarão convergir pois não acontecerão de forma sinótica, e sim, em uma simbiose invisível.”

Especialista em NFT / Blockchain

“Ainda não alcançamos nem 10% de todo o potencial de negócios com NFTs, blockchain e criptomoedas. Isso significa dizer que muitos negócios encontrarão oportunidades muito rentáveis de utilizar tecnologias agregando valor com uma nova unidade de negócios. Entre games, coleções licenciadas, artes ou peças do mundo fashion.”

Prototipador baseado em dados

“Os dados e a maneira de visualizá-los estão cada vez mais acessíveis e intuitivos. Em breve, as tecnologias chegarão no estado da arte para promover um acesso amigável aos dados em todas as plataformas e para todas as áreas. Ou seja, a habilidade mais importante não será conseguir dados e analisá-los, mas sim, ter as ideias de que ações serão tomadas, que testes serão feitos, quais experimentos serão testados e quais protótipos teremos que colocar em prática.”

Agente de mudança da inovação

“Por mais rápidas e dinâmicas que sejam as mudanças tecnológicas e a inovação que consumimos, as empresas precisarão de pessoas que deverão assumir a responsabilidade de transformação da cultura de inovação. Isso acontece hoje parcialmente em empresas com áreas de inovação, ou até dentro do próprio RH, mas diante de um mundo tão caótico, essas posições serão consideradas essenciais muito em breve.”

Fonte: Forbes

Acordo entre BNDES e Embrapii destinará R$ 170 milhões em tecnologia e inovação

Estimativa é que acordo agregue investimentos totais em PD&I a partir de financiamento privado

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) assinaram acordo que destina R$ 170 milhões a projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) de empresas nacionais. O anúncio foi feito durante a COP26.

Serão contempladas com o investimento do BNDES, de forma preferencial, as áreas de sustentabilidade, transformação digital e novas tecnologias para o Sistema Único de Saúde (SUS). A estimativa é que o acordo promova até R$ 510 milhões em investimentos totais em PD&I a partir de financiamento privado à EMBRAPII.

A participação dos recursos do BNDES nos projetos poderá chegar a 50% e não será reembolsável, ou seja, o valor não funcionará como um empréstimo. No caso das grandes empresas (receita anual superior a R$ 90 milhões), a participação será de até 33%. O restante dos recursos será aportado pelas Unidades Embrapii e empresas privadas que participarão do projeto.

Projetos que envolvam empresas da região Norte ou tenham como estudos o bioma da Floresta Amazônica de forma sustentável e inovadora terão tratamento diferenciado na disponibilização dos valores.

A parceria ainda pretende contar com participação de startups para aumentar a gama de produtos oferecidos, o que poderá beneficiar setores econômicos.

Projetos elegíveis

A iniciativa prevê o apoio a projetos de inovação tecnológica aplicada à agricultura, saúde, cidades inteligentes e indústria, tais como automação, IoT, robótica, inteligência artificial e blockchain, além de soluções aplicadas a plataformas de hardware, para o desenvolvimento das tecnologias de 5G, por exemplo.

Serão também elegíveis projetos que promovam a recuperação, reuso e reciclagem de insumos em processos produtivos de empresas, assim como aqueles que desenvolvam materiais metálicos e químicos, por meio de matérias-primas limpas e renováveis, e novos biocombustíveis.

Para atender às demandas do sistema de saúde do país, serão apoiados projetos de elaboração de medicamentos e insumos farmacêuticos ativos, biofármacos, vacinas e kits de diagnóstico, e de tecnologias estratégicas.O desenvolvimento de tecnologias estratégicas para o setor de defesa também será contemplado.

Fonte: IG

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Governo de SP investe R$ 3 milhões para agilizar chegada do 5G

Iniciativa estadual vai auxiliar no recebimento da nova tecnologia de internet móvel com modernização de leis locais de antenas, por meio do Programa Conecta São Paulo

O governo do Estado de São Paulo lançou o programa Conecta SP, com o objetivo de agilizar a chegada da cobertura 5G a todos os 645 municípios paulistas. A iniciativa, que conta com um investimento de R$ 3 milhões, incentiva os gestores municiais a modernizar legislações locais de antenas para a nova tecnologia.

A cerimônia de lançamento contou com demonstrações de aplicação do 5G pelas empresas Ericsson, Huawei e Nokia em áreas como saúde, organização urbana, indústria, agricultura e transporte.

A meta inicial do Conecta SP é estimular a modernização das legislações municipais, aspecto considerado fundamental para a rápida implantação do 5G. Prefeitos e vereadores conheceram detalhes da proposta e aguardam o início do apoio técnico do Estado para atualização de leis locais de antenas.

Associações do setor de telecomunicações preveem a necessidade de investimentos iniciais de R$ 4 bilhões em infraestrutura apenas em São Paulo para atender a requisitos da nova tecnologia de internet nos próximos anos. Ao todo, esse mercado deve movimentar R$ 266 bilhões em todo o estado em médio prazo.

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, em parceria com a InvestSP (Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade), também irá cooperar com Prefeituras e Câmaras Municipais para o alinhamento das legislações locais a marcos legais e regulatórios para infraestrutura de telecomunicações.

A Finep/MCTI disponibilizou, recentemente, recursos para desenvolvimento e implantação da tecnologia 5G no Brasil. A novidade conta com recursos do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel), e busca acelerar resultados nos novos serviços, dispositivos e aplicações.

Nos consulte para dúvidas sobre os limites na composição dos dispêndios de projetos apoiáveis nesta linha, assim como sobre as condições de financiamento (taxas, prazos de carência e total e percentuais de financiamento), exigências e restrições e como apresentar sua proposta para a Finep.

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Lei do Bem

Inovação aberta – Ideação, chamadas

Gestão da Inovação

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Como o investimento ESG e a inovação aceleram a Sociedade Criativa

Mudanças são consideradas como oportunidade para alcançar crescimento econômico e construir uma sociedade sustentável e centrada nas pessoas

As mudanças e a aceleração causada pela pandemia, alcançou um patamar elevado com o acréscimo da chegada do 5G no Brasil, a transformação digital e a inovação disruptiva que abrem ainda mais possibilidades para o investimento ESG, além de soluções para problemas considerados até então difíceis, como a produção de energia limpa e alimentos saudáveis, o adensamento em grandes cidades, a saúde e os cuidados médicos, por exemplo.

Essa grande oportunidade para as empresas, promete impactar positivamente os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável).

Logo, será possível o alcance do crescimento econômico de médio e longo prazo, além da construção de uma sociedade sustentável e centrada nas pessoas – conhecida como “Sociedade 5.0” ou “Sociedade Criativa”.

De acordo com a Japan Business Federation, a Sociedade Criativa é uma sociedade sustentável e centrada no ser humano em que os mundos físico e cibernético são altamente integrados pela transformação digital, ninguém fica para trás e todos trabalham juntos para criar vidas seguras e confortáveis e novas oportunidades de crescimento.

A Sociedade Criativa não é apenas uma sociedade superinteligente, mas também uma sociedade na qual qualquer pessoa, a qualquer hora e em qualquer lugar, cria valores enquanto vive em harmonia com a natureza, utilizando tecnologias inovadoras.

Assim, o investimento ESG inovador torna-se imprescindível em qualquer negócio. Há um apelo global às empresas para utilizar a transformação digital e reformar suas estruturas organizacionais, proporcionando um ambiente diverso de pessoas em que possam demonstrar suas habilidades de imaginação e criatividade.

A diferença entre a Sociedade Criativa e a quarta Revolução Industrial – a Indústria 4.0, está em seus propósitos. O objetivo da Indústria 4.0 é buscar a transformação tecnológica e industrial, enquanto a Sociedade Criativa busca a felicidade humana e a construção de uma sociedade mais bem sustentada nessa transformação.

Uma sociedade sustentável e centrada no ser humano é o S no centro do ESG, na qual o crescimento econômico é compatível com a resolução de várias questões sociais, como saúde e cuidados médicos, agricultura e alimentos, meio ambiente e mudanças climáticas, energia, segurança e prevenção de desastres, e igualdade de pessoas e gênero, e em que cada pessoa possa viver e trabalhar com justiça.

O investimento ESG e a inovação são as principais alternativas dos investidores para resolver questões sociais.

Características comuns entre o ESG e a Sociedade Criativa:

1. Voltados para o futuro (potencialidade) – tanto os investimentos ESG quanto a Sociedade Criativa pensam à frente;

2. Fomentação do crescimento econômico e os retornos (lucratividade): o investimento ESG e a Sociedade Criativa têm como objetivo aumentar não apenas o valor social, mas também o econômico;

3. Objetivo de alcançar os ODS (sustentabilidade): tanto o investimento ESG quanto a Sociedade Criativa 5.0 têm como desafio abordar questões globais, alcançar os ODS e criar uma sociedade sustentável.

Fonte: Haroldo Rodrigues – sócio-fundador da investidora in3 New B Capital S.A

3 inovações emergentes que podem mudar a TI

CIOs devem ficar de olho em estratégias e tecnologias com visão de futuro, que começam a ganhar força e podem impactar a próxima década de TI

A tecnologia emergente está cada vez mais trazendo uma força predominante para a inovação e adaptando os esforços de CIOs às mudanças dos últimos anos. Inovações até então anteriormente remotas, como o machine learning e processamento de linguagem natural, ocuparam o palco central nas transformações digitais que estão sacudindo o cenário de negócios.

Com esse novo status, a função do CIO passou além da curadoria de tecnologias existes, para um planejamento de desafios e oportunidades futuras.

Entre as grandes ideias e tecnologias revolucionárias que estão começando a ganhar impulso hoje, estão:

Computação em todos os lugares

Ultimamente, a internet das coisas vem passando por constantes reformulações e aderindo ao termo “internet de materiais”, à medida que desenvolvedores inteligentes incorporam chips inteligentes em tecidos, tijolos, madeira ou praticamente qualquer coisa usada para criar outra coisa. Ao adicionar inteligência computacional dentro das matérias-primas, coisas melhores podem ser construídas.

Estudos em andamento apontam que a nova tecnologia de conexão móvel, 5G, estimulará a inovação em muitos setores e fornecerá uma plataforma que permitirá que tecnologias emergentes, como a IoT se tornem grandes atores na economia e estilo de vida do país.

Com o 5G, espera-se que as velocidades de transferência de dados sejam significativamente maiores, tendo um impacto direto na comunicação entre dispositivos, smartphones, tablets e softwares de IoT.

A Finep/MCTI divulgou recentemente uma nova linha de financiamento reembolsável para investimentos contemplando todo o ecossistema 5G no Brasil, que utiliza recursos do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel).

A ação contempla duas linhas temáticas. Na Linha 1 (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação 5G), o apoio será direcionado ao desenvolvimento de tecnologias para a infraestrutura 5G, e de novos produtos e serviços que serão viabilizados pela tecnologia 5G.

Na Linha 2 (Redes 5G), o apoio será direcionado à implantação dos empreendimentos vencedores da licitação das radiofrequências no Leilão 5G (inclusive mercado secundário), bem como para instalação de redes 5G privadas, desde que utilizem tecnologias nacionais.

Finanças descentralizadas

Também chamado de blockchain, ou até mesmo de “razão distribuída”, seu desafio é criar uma versão compartilhada da verdade. Essa “verdade” evolui à medida que todos adicionam eventos ou transações à lista compartilhada. As criptomoedas, que dependem fortemente dessas listas matematicamente garantidas para rastrear quem possui as várias moedas virtuais, tornaram a ideia famosa, mas não há razão para acreditar que abordagens descentralizadas como essa precisam ser limitadas apenas à moeda.

O financiamento descentralizado é uma dessas possibilidades. A cadeia de transações mantida no livro razão distribuído pode rastrear pagamentos de seguros, compras de automóveis ou qualquer número de ativos. Contanto que todas as partes concordem com o livro razão como verdade, as transações individuais podem ser garantidas.

O mercado financeiro tem se destacado cada vez mais quando o assunto é transformação digital. Os bancos brasileiros estão investindo fortemente em infraestrutura, tecnologia e segurança, para acompanhar o avanço e garantir uma boa experiência para os clientes.

O avanço das carteiras digitais e pagamentos em tempo real são um sinal da evolução constante da indústria de pagamentos, turbinada por soluções disruptivas.

Computação verde

Os algoritmos e aplicativos de inteligência artificial estão impulsionando a computação verde. O novo objetivo dos designers de algoritmos é gerar mais, com muito menos eletricidade, economizando dinheiro e o planeta.

Projetos de tecnologia e inovação estão sendo implementados para a transição energética e descarbonização. Na 26ª Conferência Mundial sobre o Clima (COP26), foram apresentados recursos tecnológicos como Inteligência artificial, aplicativos e sistemas de análises de dados, com o objetivo de alcançar as metas propostas e os acordos firmados pelas nações.

Projetos que incluem a tecnologia e a inovação são fundamentais para a construção de políticas públicas que incentivem a luta contra as mudanças climáticas.

A G.A.C. Brasil é uma consultoria especializada, que pode ajudar as empresas a realizarem a inovação em sincronia com a aplicação da sustentabilidade nas empresas. Entre os recursos oferecidos e que contribuem para a economia e desenvolvimento tecnológico, está a Lei do Bem – principal benefício fiscal do país, responsável por tornar o processo mais eficiente.

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Finep 5G é oportunidade única de viabilizar a inovação por meio das telecomunicações

Finep Sustentabilidade vai ofertar as melhores condições de financiamento para projetos de empresas brasileiras que desenvolvam ou adotem tecnologias para redução no consumo de recursos naturais

A Finep – Financiadora de Estudos e Projetos, empresa pública federal vinculada ao Ministério da Ciência Tecnologia e Inovações (MCTI), lançou o programa Finep Sustentabilidade, uma ação de fomento que tem como objetivo ofertar melhores condições de financiamento para projetos de empresas brasileiras que desenvolvam ou adotem tecnologias para redução no consumo de recursos naturais.

As propostas apoiadas pelo Finep Sustentabilidade contarão com taxas a partir de 3,832% a.a, carência de até quatro anos e prazo total de até 12 anos, dependendo do grau de relevância e de inovação da proposta.

Nesta iniciativa, são passíveis de enquadramento propostas inovadoras que abordem temas, como redução do uso de recursos naturais diretamente no processo produtivo; aproveitamento de resíduos sob o conceito de economia circular; reuso agrícola e industrial de água; redução de perdas no sistema de abastecimento de águas; eficiência e uso racional da água em processos de produção, incluindo irrigação; e soluções tecnológicas que ampliem o uso racional da água e o acesso à água e esgoto.

A proposta apresentada pela empresa interessada deverá indicar a previsão de eficiência no consumo de recursos naturais que a tecnologia a ser desenvolvida e/ou adotada irá gerar ao final da execução do projeto.

As condições de financiamento, incluindo taxas, prazos de carência e percentuais de financiamento, estão disponíveis em: http://www.finep.gov.br/apoio-e-financiamento-externa/condicoes-operacionais

Para submeter a proposta à Finep/MCTI, a empresa deve se cadastrar antes no sistema de operações de crédito. Ao concluir o cadastro, será indicado o gerente de relacionamento responsável por auxiliar no cadastro do projeto.

Para mais detalhes sobre os programas e produtos da Finep, acesse www.finep.gov.br.

Fonte: Finep

A G.A.C. Brasil auxilia todos os setores no processo estratégico da inovação, principalmente projetos que visam a preservação do meio ambiente. Proporcionamos o uso otimizado de incentivos fiscais, Gestão da Inovação, Assessment e as melhores opções de financiamento para PD&I.

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Os novos passos para o ciclo transformador da agropecuária de baixa emissão de carbono

Objetivo do país é disseminar as tecnologias de baixa emissão de carbono no setor, como solução para mudanças climáticas


Associações e empresas do agronegócio marcaram presença na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, em Glasgow, na Escócia.

Considerado o 5º maior emissor de gases de efeito estuda do planeta, o Brasil está atrás apenas da China, Estados Unidos, Rússia e Índia, países onde predomina a emissão de gases por queima de combustíveis fósseis para geração de energia.

Antes mesmo da COP26, foram levantadas estratégias de adaptação à mudança do clima na agropecuária.

Em maio deste ano, o presidente da Embrapa, Celso Luiz Moretti, participou do quadro “Bate-papo com Roberto Rodrigues” no canal do FGV Agro no Youtube, onde falou sobre ciência e tecnologia na agricultura brasileira.

De acordo com o presidente, não existe setor mais inovador na economia brasileira do que o agro. Ele ainda destaca a proveniência de vinte e um por cento do PIB brasileiro, do agro.

“A competitividade e o aumento de produção só existem com a tecnologia. O Brasil, que tem a maior biodiversidade do mundo, tem tudo para ter multinacionais de bioinsumo para aumentar ainda mais a competitividade do agro e estamos trabalhando para ampliar a participação brasileira nesse cenário”, declarou Moretti.

O presidente da Embrapa também abordou sobre as três grandes ondas da história da agricultura, baseadas em tecnologia: a expansão, a competitividade e a sustentabilidade do setor agrícola no Brasil.

“Essas etapas colocaram o Brasil como um dos maiores produtores de alimentos, fibras e bioenergia, exportando para mais de 180 países. Tudo isso, é preciso destacar, com um agro sustentável”, explicou.

Sustentabilidade e Mudanças Climáticas

Ao falar de sustentabilidade, Moretti destacou as ações realizadas pelo Brasil para cumprir com esta agenda. “O agro brasileiro é sustentável. Temos manejo integrado de pragas; produção orgânica; tratamento de dejetos; sistema de integração lavoura-pecuária-floresta, que está permitindo que o Brasil surpreenda o mundo com a carne de carbono neutro e o leite de baixo carbono; e o compromisso de reduzir as emissões de carbono até o ano de 2050.  São exemplos de sustentabilidade que vamos seguir aumentando cada vez mais”, afirmou.

Ainda segundo o presidente da Embrapa, todos os tipos de negócios mundiais serão afetados pela situação da mitigação do carbono até 2050, não importa o setor em que estejam, e o Brasil tem ciência e tecnologia para enfrentar essa questão que está no centro da agenda mundial.

Agricultura 4.0

 “O digital na nossa vida é essencial. Temos avançado de forma muito consistente na agriculta digital com sensores, drones, internet, inteligência artificial, visão e simulação computacional”, informou o presidente da Embrapa ao defender que a agricultura 4.0 é uma frente inevitável para agro.

Moretti também explicou que, apesar dos avanços em tecnologia, o Brasil possui um grande desafio na agricultura 4.0: a conectividade.

“Segundo dados do IBGE de 2017, somente 30% das propriedades rurais tinham conexão com a internet. Se não avançarmos em passos largos nessa questão, vamos ficar para trás. O Brasil precisa investir seriamente na conectividade. O 5G vem aí e tenho esperança de que será um grande avanço para a agricultura digital”, afirmou.

China como incentivo tecnológico para o desenvolvimento verde e de baixo carbono

Um exemplo de transformação ecológica da indústria e da internet, é o parque industrial de sensores de “rede das coisas” Zhengtai, em Yueqing, na província de Zhejaing, leste da China. Nele, é possível verificar vários painéis solares instalados nos tetos dos edifícios.

Esse sistema fotovoltaico pode gerar até 40 mil kwh de energia por ano, economizando 27 mil yuans em tarifas energéticas para o parque industrial. Ao mesmo tempo, uma “plataforma de nuvem inteligente de gestão de energia” tem a capacidade de monitorar o equipamento e recorrer ao big data, inteligência artificial e outras tecnologias para tornar a rede elétrica mais inteligente.

A China estabeleceu um cronograma para atingir o pico de carbono até 2030 e a neutralidade até 2060, o que significa que restam apenas 30 anos do pico de carbono para a neutralidade, período muito mais curto do que o tempo gasto pelos países desenvolvidos.

O país se esforça para lidar adequadamente com a relação entre desenvolvimento e redução de emissões, busca um equilíbrio entre desenvolvimento econômico e proteção ambiental e faz uso pleno da inovação científica e tecnológica para transformar enormes desafios em oportunidades de desenvolvimento.

A G.A.C. Brasil é uma consultoria especializada, que pode ajudar as empresas a realizarem a inovação de baixo carbono. Entre os recursos oferecidos e que contribuem para a economia e desenvolvimento tecnológico, estão a Lei do Bem e os demais financiamentos.

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Finep 5G é oportunidade única de viabilizar a inovação por meio das telecomunicações

A tecnologia 5G traz uma verdadeira revolução nas comunicações. A principal novidade é a baixa latência, ou seja, o tempo entre o upload e download de um dado, que será de 1 milissegundo, no máximo. Para comparar, a latência média do 4G é entre 45 e 50 milissegundos. Esta velocidade permitirá mais eficiência nas telecomunicações, e portanto, um enorme ganho de qualidade.

Novos serviços, novas formas de atendimento, novos processos e assim, muitas novidades estão por vir e alguns segmentos da sociedade brasileira poderão estar no mesmo patamar de inovações de outros países, por meio do uso, da ampliação, e da combinação de aplicações de Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial, realidade aumentada e outras tecnologias.

Com o 5G, sua empresa ou entidade poderá inovar em temas de interesse do setor de telecomunicações com muita velocidade e criatividade, para atender clientes e interessados. Se falta capital, a linha de financiamento Finep 5G, reembolsável, é uma opção irrecusável. Já tratamos deste assunto recentemente e voltamos com o tema.

São juros a partir de 2,3% ao ano a no máximo 2,8%, carência de 36 meses e pagamento em até 240 meses!

Quem pode se beneficiar: empresas brasileiras e outras pessoas jurídicas do direito privado, de qualquer porte econômico.

As linhas de ação são:

Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I): propostas de desenvolvimento de soluções tecnológicas voltadas para infraestrutura de rede e de novos produtos, processos e serviços potencializados pela adoção da tecnologia 5G.

Você pode usufruir de condições especiais, se enquadrar-se nas condições:

  • Porte: Proponente de até Médio-Grande Porte (Receita Operacional Bruta de até R$ 300 milhões);
  • Região: Proponente presente no Norte, Nordeste ou Centro-Oeste;
  • Dispêndios em P&D Interno: Proponente com dispêndios em P&D Interno igual ou superior a 10% da Receita Operacional Líquida, no último exercício fechado; ou
  • Cooperação ICT-Empresa: Dispêndios junto a ICTs, com participação mínima de 5% do valor do projeto.

Redes: propostas de implantação de empreendimentos vencedores da licitação das radiofrequências no Leilão 5G – inclusive mercado secundário – bem como para instalação de redes 5G privadas. A submissão de projetos para esta linha está vinculada à realização do Leilão.

Nos consulte para dúvidas sobre os limites na composição dos dispêndios de projetos apoiáveis nesta linha, assim como sobre as condições de financiamento (taxas, prazos de carência e total e percentuais de financiamento), exigências e restrições e como apresentar sua proposta para a Finep.

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FAPESP prorroga prazos de submissão às chamadas dos programas Centelha e Tecnova II

Interessados poderão apresentar ideias inovadoras ao Centelha até 18 de novembro; data-limite do edital Tecnova II foi alterada para 20 de dezembro

A FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, divulgou a prorrogação do prazo de submissão de proposta ao primeiro edital do Programa Centelha. Foi também prorrogada a data-limite para apresentação de propostas à chamada do Programa Finep Tecnova II – 2ª rodada, com o novo prazo para 20 de dezembro.

O Programa Centelha é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e a Fundação Certi, que tem como objetivo estimular o empreendedorismo inovador e a disseminação da cultura do empreendedorismo entre jovens, para o dia 18 de novembro de 2021. Em São Paulo, o programa será executado pela FAPESP.

Poderão submeter ideias inovadoras à fase 1 do edital empreendedores – pessoas físicas maiores de 18 anos ou empresas de pequeno porte. Se aprovadas, passarão à fase 2, devendo então ser apresentadas em formato de projeto de empreendimento. O programa inclui capacitação para aprimorar os projetos inovadores, além de suporte e feedback dos avaliadores.

A íntegra da chamada do Programa Centelha SP está disponível em: https://fapesp.br/15064/centelha-chamada-de-propostas.

Para Informações detalhadas sobre o Centelha, assista ao vídeo: https://bit.ly/3CJol4f

Sobre o Programa Finep – Tecnova II

Tem como objetivo conceder recursos não reembolsáveis para apoiar empresas no desenvolvimento de produtos ou processos inovadores, que envolvam riscos tecnológicos, considerados estratégicos às políticas públicas de inovação no Estado de São Paulo.

A íntegra da chamada do Programa Finep – Tecnova II está disponível em: https://fapesp.br/15067/selecao-publica-programa-finep-tecnova-ii.

Confira o vídeo com informações detalhadas sobre o Programa Tecnova II: https://bit.ly/3mEhtiV

Fonte: FAPESP

A GAC Brasil auxilia empresas privadas com estudos de viabilidade, uso otimizado da Lei do Bem e as melhores opções de financiamento para PD&I.

Além de escritório na região Sudeste do país (SP e RJ), estamos presentes no Sul, com escritório em Porto Alegre (RS).

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