ABDI vai investir em projetos de IA aplicada à indústria de transformação

Ao todo, quatro propostas serão selecionadas e contempladas com R$ 375 mil, para utilizar Inteligência Artificial em soluções no setor produtivo

Para estimular o uso e a difusão da Inteligência Artificial (IA) na indústria e contribuir para o processo de Transformação Digital Brasileiro, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) abriu um edital que vai selecionar e premiar quatro propostas de projetos-pilotos que contemplem a utilização das tecnologias de IA para implementação de soluções em empresas do setor produtivo.

O edital é voltado para a indústria de transformação e as propostas deverão apresentar projetos nas temáticas: previsão/planejamento da produção e gestão da produção/aumento de produtividade. 

Podem participar pessoas jurídicas da indústria de transformação com receita operacional bruta mínima anual de R$ 90 mil, tenham disponibilidade de dados proprietários oriundos de sistemas de gestão da produção, ferramenta de dashboard (BI), gestão de estoque, gestão de ativos ou de sensores em aplicações de IoT (Internet das Coisas). 

As quatro propostas com maior pontuação receberão, cada uma, uma premiação de R$ 375 mil a serem investidos na execução do projeto-piloto em todas as suas fases.

O prazo para recebimento das propostas vai até o dia 20 de setembro e a relação das selecionadas será conhecida no dia 28 de setembro. 

Acesse o edital: https://bit.ly/3tbL2Ko

Para mais informações, envie seu e-mail para ia@abdi.com.br 

Fonte: ADBI

A GAC Brasil é uma consultoria multinacional especializada em gestão estratégica da inovação, que presta assessoria às empresas na obtenção dos incentivos fiscais relacionados à PD&I, por meio de um trabalho customizado e uma equipe de alto nível.

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Programa Tecnova II anuncia R$ 7,5 milhões para 2ª rodada

Recurso será destinado para empresas inovadoras que desejam desenvolver complementos técnicos e inseri-los em soluções no mercado

A FAPESP lançou a segunda rodada do Finep-Tecnova II, programa direcionado para pesquisadores do Estado de São Paulo. Serão apoiados projetos de inovação em todas as áreas do conhecimento.

A iniciativa busca apoiar o desenvolvimento de produtos ou processos inovadores de empresas para o desenvolvimento de setores econômicos considerados estratégicos nas políticas públicas federais e aderentes à política pública de inovação do estado de São Paulo.

Podem participar empresas brasileiras de qualquer porte que atendam às condições especificadas na chamada e pretendam desenvolver complementos técnicos para permitir que soluções inovadoras sejam inseridas no mercado.

Entende-se por desenvolvimento da pesquisa para inovação tecnológica o esforço realizado, não exclusivo, mas principalmente nas atividades que:

I) são voltadas para a criação de novas tecnologias e novos conhecimentos com aplicações e objetivos práticos;

II) contribuam para formar recursos humanos qualificados na área do projeto;

III) assegurem ao produto viabilidade técnica para produção em escala;

IV) melhorem a qualidade do produto.

O total previsto para o apoio aos projetos de pesquisa selecionados é de até R$ 7,5 milhões. O valor máximo por proposta é de R$ 400 mil. Os projetos selecionados serão apoiados por até 24 meses.

As propostas devem ser submetidas pelo Sistema de Apoio à Gestão (SAGe) da FAPESP, no endereço https://fapesp.br/sage, até 25 de outubro de 2021. 

A chamada de propostas está publicada em: https://fapesp.br/15067.

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Pesquisa elege os países que mais estimulam inovação digital

Estudo compara as nações de acordo com grupos econômicos ou regiões nos últimos três anos; Brasil aparece em destaque e ocupa a 3º posição entre os países do G20

O Centro Europeu para Competitividade Digital da Europe Business School, publicou mais uma edição da pesquisa Digital Riser Report, que analisa o avanço de 140 países no setor tecnológico. O estudo compara as nações entre seus pares nos últimos três anos; a Europa, por exemplo, é analisada em relação à América do Norte ou entre membros do G20.

Os dois fatores considerados na análise foram como os países progrediram em relação aos seus pares e quais foram as melhores práticas dos líderes em sua região ou seu grupo econômico. O levantamento também realçou iniciativas e desenvolvimentos implementados pelos governos, baseando-se no que se provou bem-sucedido em sua região e no resto do mundo.

De acordo com a pesquisa, o Canadá obteve o melhor desempenho entre os país do G7 (grupo das sete economias mais desenvolvidas do mundo) no período entre 2018 e 2020, enquanto a Itália subiu da última posição na pesquisa anterior para a segunda posição na atual. Japão e Alemanha, por sua vez, caíram para as piores classificações dentro do grupo.

No G20, as duas principais economias do mundo obtiveram performances divergentes. Enquanto a China ganhou amplos espaços em concorrência digital, os EUA perderam no mesmo intervalo de tempo. Neste grupo, a pesquisa constatou que os três melhores países no ranking foram, respectivamente, China, Arábia Saudita e Brasil. Alemanha, Japão e Índia ficaram nas últimas posições.

A comparação do desempenho entre os países pelos critérios de análise, baseado no Relatório de Competitividade Global (Global Competitiveness Report) do Fórum Econômico Mundial, é realizada por meio do confrontamento do ecossistema do país e sua país e sua mentalidade em relação à concorrência digital. Os dados oferecidos pelo Banco Mundial e pela União Internacional de Telecomunicações também são levados em consideração no estudo.

Apesar de utilizar dados do Global Competitiveness Report, o Digital Riser Report possui duas diferenças metodológicas primordiais em relação a ele. Primeiro, enquanto o Global Competitiveness Report avalia a competitividade geral entre os países, o Digital Riser Report compara a concorrência digital apenas como as indicadas por seu ecossistema e mentalidade. A segunda diferença está no tempo de análise de cada estudo, pois o Global Competitiveness Report baseia-se em um intervalo de 12 meses, e o Digital Riser Report avalia as mudanças nos últimos três anos.

Como exemplo, a pesquisa mostra o plano da China para implementar um impulso ao empreendedorismo e à inovação. Com a iniciativa de China 2025, o país asiático providenciou suporte a dez setores chave com o objetivo de se tornar um líder global.

Já o Vietnã planeja tornar a área digital responsável por 30% de seu PIB até 2030, enquanto a Hungria pretende se tornar um dos 10 países líderes em tecnologia digital da Europa até o fim desta década.

A Itália iniciou o programa “República Digital” (“Repubblica Digitale”, em italiano), que visa superar a divisão digital, promovendo a inclusão digital e fortalecendo o desenvolvimento de habilidades digitais entre seus cidadãos.

Segundo o estudo, o Brasil iniciou esforços públicos e público-privados para estimular o empreendedorismo, com programas como o InovAtiva Brasil, StartOut Brasil e o Comitê Nacional de Iniciativas de Apoio a Start-Up.

No Egito, o governo apoiou o desenvolvimento de seis parques tecnológicos para alimentar a inovação e o empreendedorismo. O governo do Canadá, por sua vez, investiu mais de US$ 1,2 bilhão nos “Superclusters de Inovação” para acelerar os negócios inovadores.

Fonte: Época Negócios

FAPESP divulga segunda edição do levantamento sobre as atividades de CT&I em São Paulo

Iniciativa realizada em parceria com a Fundação Seade vai atualizar informações sobre as atividades científicas e tecnológicas desenvolvidas no Estado, além de recursos financeiros

A FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, divulgou a segunda edição do levantamento de informações sobre pessoal e recursos financeiros mobilizados por instituições não empresariais executoras de atividades científicas e tecnológicas em 2020.

A pesquisa será conduzida pela Gerência de Estudos e Indicadores (GEI), criada pela FAPESP em 2017 com o objetivo de reforçar as atividades de desenvolvimento e produção de indicadores de ciência, tecnologia e inovação (CT&I ) do Estado de São Paulo, por meio do aperfeiçoamento das metodologias e das formas de acesso a dados.

O primeiro levantamento primário da GEI sobre o sistema paulista de CT&I, foi realizado em 2019, em parceria com a Fundação Seade, com base no ano de 2018. Segundo Sinésio Pires Ferreira, gerente da GEI, esta foi uma iniciativa pioneira no país que, pela primeira vez, permitiu gerar os indicadores de dispêndio em pesquisa e desenvolvimento sob a ótica da execução, assim como a matriz financiamento versus execução dessas atividades.

A ação resultou não somente no ganho metodológico, mas também na ampliação do universo das organizações consideradas no cálculo desses indicadores, incorporando instituições privadas sem fins lucrativos e as instituições que prestam serviços de saúde ao mesmo tempo em que realizam atividades relevantes de P&D.

Nesta segunda edição do levantamento, também em parceria com a Fundação Seade, será possível atualizar as informações sobre as atividades científicas e tecnológicas desenvolvidas em instituições localizadas no Estado de São Paulo, especialmente a composição de seus quadros de profissionais e de pesquisadores, assim como as fontes e destinações de seus recursos financeiros.

Além desta iniciativa, a FAPESP tem buscado institucionalizar e ampliar o acesso a fontes secundárias de dados, por meio de Termos de Cooperação Técnica estabelecidos com instituições produtoras de informações, em âmbito estadual e federal.

O diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo (CTA) da FAPESP, Carlos Américo Pacheco, afirma que o objetivo é fornecer subsídios para orientar as decisões dos gestores das instituições de ensino e de pesquisa e dos formuladores e executores da política científica e tecnológica do Estado de São Paulo, além de informar aos pesquisadores e à sociedade sobre tema de tamanha relevância.

A G.A.C. Brasil tem a frente de fomento que trabalha parcerias junto a entidades como a FAPESP. Também nesta área de fomento, proporcionamos competividade por meio do uso da Lei do Bem, incentivo fiscal à inovação, além de disponibilizar as melhores opções de financiamento para PD&I para a sua empresa.

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Fapesc lança edital de R$ 1,8 milhão para pesquisas relacionadas ao carvão mineral

Chamada pública tem o objetivo de gerar pesquisas aplicadas e plantas piloto para criação de novos produtos, a partir do carvão

A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) lançou uma chamada pública com investimento de R$ 1,8 milhões, direcionada à pesquisadores de Santa Catarina que estudam materiais e tecnologias para uso do carvão mineral. Os recursos pertencem ao fundo criado a partir da arrecadação de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM).

Ao todo, serão contemplados três projetos de até R$ 600 mil cada. O recurso pode ser utilizado no custeio da pesquisa (até 80% do valor total) e no pagamento de bolsas de R$ 450,00 a R$ 800,00 para alunos com vulnerabilidades sociais (até 20% do orçamento).

De acordo com Fábio Zabot Holthausen, presidente da Fapesc, o objetivo é gerar pesquisas aplicadas e plantas piloto para criação de novos produtos a partir do carvão, gerando alternativas para esta matriz energética para a região Sul e para o estado de Santa Catarina.

O edital 35/2021 já está disponível no site da Fapesc. O projeto pode ser submetido até 20 de setembro de 2021. Para mais informações, acesse: www.fapesc.sc.gov.br ou envie e-mail para pesquisa@fapesc.sc.gov.br.

Do carvão à ciência

A partir da lei estadual 14.127, de 2007, e do decreto 1.493, de 2008, foi criado um fundo para os royalties do carvão e determinada a aplicação em pesquisa. Um dos grandes resultados foi a implantação de um Centro de Inteligência de Pesquisa e Desenvolvimento da Indústria do Carvão, no Sul do estado.

Fernando Luiz Zancan, presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral, explica que a Fapesc foi o veículo escolhido pelo governo para viabilizar via editais públicos a melhor aplicação destes recursos. Ele acrescenta que, a lei foi extremamente importante e a Fapesc vital para viabilizar a execução desta lei.

Até então, os recursos dos royalties do carvão mineral eram destinados diretamente ao caixa do governo e absorvidos pelo orçamento. Hoje, são encaminhados para que a Fapesc possa organizar e destinar investimentos a projetos de pesquisa e inovação para a cadeia produtiva e para a indústria do carvão.

Quase R$ 11 milhões em novas pesquisas

Desde 2008, foram lançados cinco editais com recursos da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais, totalizando quase R$ 11 milhões em novas pesquisas. O maior investimento foi realizado na chamada pública 08/2013, que destinou R$ 5.047.620,00 para um projeto desenvolvido pela SATC (Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina).

Hoje, na instituição, as pesquisas relacionadas ao carvão mineral estão entre as de maior relevância. O último edital, lançado em 2019, distribuiu recursos entre seis projetos de três instituições de ensino superior: a SATC, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc). Um dos estudos da Unesc, por exemplo, prevê o desenvolvimento de materiais a partir dos rejeitos do carvão para produção de células fotovoltaicas, reforçando a produção de energia elétrica.

Transição energética justa

Os poderes Executivo e Legislativo de Santa Catarina trabalham em conjunto para a implantação de uma Política Estadual de Transição Energética Justa. Para isto, em julho deste ano, o Governo de Santa Catarina encaminhou à Assembleia Legislativa um Projeto de Lei que institui a nova política estadual do carvão. O plano tem a finalidade de promover o desenvolvimento sustentável das cadeias produtivas catarinenses, promover emprego e desenvolvimento.

Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon, é fundamental encontrar soluções inovadoras que envolvam tecnologias limpas, novos modelos de negócios e políticas públicas integradas, de forma a contemplar todos os setores, atrair investimentos e acelerar a geração de empregos nas regiões.

O Projeto de Lei está em análise na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa de Santa Catarina. Depois passará por mais três comissões – a de Finanças e Tributação; a de Trabalho, Administração e Serviços Públicos; e de Economia, Ciência, Tecnologias, Minas e Energia – para depois ser submetido ao plenário.

Fonte: Governo de Santa Catarina

Webinar Inovação aberta 28/09, inédito!

Se a inovação aberta é o seu desafio, você não pode perder o evento que a G.A.C. Brasil e a Câmara de Comércio França-Brasil (CCIFB) estão preparando!

Na terça-feira, 28, das 9h às 10h30, convidados especiais, recebidos por Rodrigo Miranda, COO da G.A.C. Brasil, e a Comissão de Startup da CCIFB, vão mostrar suas práticas vencedoras de inovação aberta.

O processo de ideação e clusterização das ideias, em ambiente digital, e abordagens de apoio com o direcionamento para gestão e estratégia, também fazem parte deste encontro inédito!

Logo mais anunciaremos os convidados, que são de algumas das maiores empresas do Brasil. Acompanhe aqui e nas nossas redes sociais – LinkedIn e You Tube, a abertura das inscrições e reserve seu lugar!

Sistema Fiep prevê aporte de milhões em Chamada Paranaense de Inovação Industrial

Iniciativa prevê aporte financeiro de R$ 3,3 milhões para alavancar produtividade e competitividade das indústrias paranaenses

O Sistema Fiep, em parceria com a Plataforma de Inovação para a Indústria do Senai Departamento Nacional, lançou a Chamada Paranaense de Inovação Industrial. O objetivo do programa é estimular o crescimento da indústria do estado e incentivar a inovação no segmento.

De acordo com o presidente do Sistema Fiep, Carlos Valter Martins Pedro, a inovação é um dos principais caminhos para aumentar a competitividade e criar novas oportunidades de negócios para as indústrias, resultando em geração de empregos e renda. Ele acrescenta que o propósito do Sistema Fiep com o lançamento desta chamada é justamente incentivar o desenvolvimento de soluções e produtos inovadores no setor industrial paranaense.

A iniciativa apoiará projetos de inovação em parceria com os Institutos Senai de Tecnologia e Inovação no Paraná, com foco em melhorias ou novos produtos e aumento da produtividade industrial e prevê um aporte financeiro de R$ 3,3 milhões, distribuídos em três categorias:

  • até R$ 60 mil para soluções com foco em aumento da produtividade, como automação e digitalização de processos, sistemas para aumento de produtividade, simulação e modelagem e implementação de ferramentas inovadoras, entre outras;
  • até R$ 108 mil para soluções para melhoria ou desenvolvimento de novos produtos, como novos materiais, equipamentos, soluções em TI, sensores bioquímicos, entre outras;
  • até R$ 290 mil para soluções para resolver desafios da cadeia industrial, com a participação de um consórcio entre, no mínimo, três indústrias.

Poderão participar indústrias de todos os portes, regularizadas e com CNPJ no estado do Paraná, individualmente ou em associação com outras empresas ou grupos econômicos brasileiros.

Interessados devem enviar a proposta pelo site: senaipr.org.br/chamadaparanaense

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A G.A.C. Brasil apoia o seu projeto e presta auxílio na inclusão dos principais editais direcionados ao fortalecimento da inovação. Trabalhamos com uma equipe multidisciplinar dedicada a fortalecer e promover o processo competitivo e inovador de todos os setores, em especial o setor industrial, com grandes empresas como Unilever e Colgate-Palmolive.

Além de escritório na região Sudeste do país (SP e RJ), estamos presentes no Sul, com escritório em Porto Alegre (RS).

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Cabo de dados que liga Europa e América Latina é marco na integração de redes de pesquisa

Inauguração oficial da conectividade do projeto BELLA, que interliga redes dos dois continentes, aconteceu na última segunda-feira (30)

Durante a inauguração oficial da conectividade do projeto BELLA (Building the Europe Link with Latin America), realizada na última segunda-feira (30), o secretário Executivo do MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, Sérgio Freitas, destacou a conectividade direta entre América Latina e Europa via cabo submarino Ellalink como um marco na integração de redes de pesquisa entre os dois continentes.

O secretário executivo do MCTI ressaltou o engajamento no Projeto Bella como parte do esforço do governo brasileiro, por meio do ministério, para garantir uma melhora na infraestrutura de rede para os pesquisadores brasileiros. Segundo ele, o programa vai garantir aos grupos de pesquisa e projetos do país maior competitividade, interligação regional na América Latina e atração de investimentos para ambientes de inovação.

O projeto BELLA conta com participação do MCTI, por meio da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), organização vinculada ao ministério. A medida expande as possibilidades de cooperação nas áreas de educação, ciência, tecnologia e inovação entre América Latina e Europa.

De acordo com Freitas, o programa vai integrar os dados de pesquisa com países fronteiriços e consolidar a infraestrutura de pesquisa do Brasil como um hub global.

Parte da capacidade do cabo submarino será utilizada pelo programa BELLA. A conectividade vai atender às necessidades de longo prazo das comunidades de pesquisa e educação europeias e latino-americanas. No Brasil, a RNP/MCTI coordena a Rede Latino-Americana de Educação e Pesquisa (RedCLARA) que interliga redes nacionais de 12 países na América Latina e faz parte do projeto BELLA.

O diretor-executivo da RedCLARA, Luis Eliécer Cadenas, também esteve presente na cerimônia e apresentou os principais objetivos e metas da rede até 2025. “Essa inauguração do projeto BELLA tem uma grande relevância para a conectividade entre Europa e América. Estamos dando um grande impulso à colaboração científica, tecnológica e de inovação”, reforçou.

Cabo submarino

Em junho deste ano, o ministro Marcos Pontes participou da cerimônia que deu início às operações do cabo submarino de fibra óptica Brasil-Europa. O projeto de interligação entre os dois lados do Atlântico, com um link de alta capacidade, é uma ação do Diálogo Digital Brasil União Europeia. A empresa EllaLink, responsável pelo novo cabo, investiu cerca de €150 milhões na construção submarina. A Comissão Europeia contribuiu com €25 milhões e o MCTI investiu €8,9 milhões.

O cabo submarino tem 6 mil quilômetros de extensão e será utilizado para aplicações em ciência, tecnologia e educação ao longo de 25 anos. A ligação de fibra óptica conecta diretamente a cidade de Fortaleza (Brasil) a Sines (Portugal), sem a necessidade de os dados passarem pelos Estados Unidos.

Fonte: Governo Federal

10 tendências globais que toda empresa deveria ficar de olho para os próximos 15 anos

Veja como avanços tecnológicos e transformações sociais devem afetar o futuro do humano, do consumo e do dinheiro

Por muito tempo temia-se o avanço tecnológico e não tínhamos a noção de onde poderíamos chegar. O mundo passou por muitas mudanças radicais e tendências revolucionarias passaram a determinar o ritmo do mercado.

A aceleração constante de inovação e tecnologia permitiu que pessoas, em alguns países, por exemplo, já utilizem impressão 3D, programem uma geladeira para disparar pedidos de compras para alimentos que estão em falta, pedalem pelo sul da França num cenário gerado por realidade aumentada sem sair de casa, façam pagamentos em tempo real em plataformas de mensagem ou por QR Code.

Para gerar uma discussão e alimentar o debate sobre o tema, Erico Fileno, diretor Executivo de Inovação da Visa, compartilhou 10 tendências globais levantadas pela Visa que podem impactar globalmente as relações pessoais e comerciais nos próximos 15 anos, com base em três pilares: o futuro do humano, do consumo e do dinheiro.

Confira 10 tendências globais que toda empresa deveria ficar de olho para os próximos 15 anos

1. Identidade cada vez mais fluida

Se antes as identidades individuais eram determinadas por fatores externos, como nacionalidade, gênero e/ou até mesmo crenças, o conceito de modernidade líquida defendido por Zygmunt Bauman diluiu toda a noção de identidade, tornando-a fluida.

Termos como “identidade líquida” e “gêneros fluidos” estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia. Graças a conquistas recentes da comunidade LGBTQIA+ e reivindicações por direitos de equidades, evoluímos em temas como diversidade tanto na sociedade quanto nas empresas. Para se ter uma ideia, tem rede social, por exemplo, que possui mais de 70 opções de identidade de gênero para o usuário escolher.

2. Por um mundo com mais propósito

A pandemia da Covid-19 trouxe reflexões sobre a sociedade e o planeta. Como resultado, órgãos, empresas e governos ajustaram sua conduta e passaram a solucionar problemáticas globais como desigualdade racial, emissão de gases poluentes, desperdício de alimentos, escassez de água, assédio moral e sexual. Podemos destacar movimentos como Black Lives Matter e #metoo importantes conquistas nesse cenário.

3. Flexibilidade no trabalho e vida nômade

O nomadismo digital tornou-se uma grande tendência com a necessidade do isolamento social por conta da pandemia de coronavírus. Modelos híbridos ganharam força em diversas empresas como um meio de garantir o bem-estar das pessoas e adequar a rotina para os desejos da Geração Z.

De acordo com relatório de tendência realizado pela Euromonitor International, no momento pós-pandemia, as pessoas buscarão cada vez mais lugares ao ar livre, seja para lazer ou para trabalho.

4. Bem-estar acima de tudo

A busca por abordagens para garantir o bem-estar se tornou uma prioridade. A cada dia mais as pessoas favorecem qualidade de vida, desenvolvimento pessoal e equilíbrio emocional. Como grande aliado nessa direção, temos a tecnologia, para possibilitar experiências mais convenientes, aproximando as pessoas, gerando novas conexões e nos transportando para novas realidades.

5. Novas conexões, novos relacionamentos

As redes sociais ganharam tanto poder, a ponto de transformar a maneira como nos comportamos e nos relacionamos, e causar grande impacto social e cultural. Com a influência das plataformas sociais, passamos a criar personas diferentes de acordo com cada ambiente digital, multiplicando nossos perfis e conexões.

6. Metaverse e a expansão do universo

As fronteiras entre o mundo físico e digital foram derrubadas graças as ferramentas de Inteligência Artificial e realidade aumentada. Através destas experiências imersivas e disruptivas é possível, por exemplo, se beneficiar do conceito metaverse, o qual consiste em promover a interação de diversas pessoas em um ambiente virtual com experiências em 3D que se confundem com a realidade.

7. Conveniência em primeiro lugar

A experiência de compra passou por uma grande transformação, e, entre suas principais mudanças, dois conceitos ganham destaque: a necessidade de conveniência e segurança do uso de dados, tanto no ambiente online quanto no offline.

As novas tecnologias estão transformando nosso jeito de comprar e adquirir produtos e serviços. A experiência de compra em redes sociais, os meios de pagamentos sem fricção, a inteligência que prevê o comportamento do consumidor a partir do uso de dados, são apenas alguns exemplos dessa revolução que já estamos vivendo

8. Comércio ubíquo

Já imaginou que, num futuro breve, em vez de comprar, por exemplo, peças para montar um protótipo (MVP), você poderá imprimir os itens com sua impressora 3D? Isto porque o custo de impressoras 3D tem barateado e é possível até pagar parcelado. Com este conceito, é possível realizar a convergência total dos modelos de comércio virtual existentes, eliminando uma série de etapas no processo de compra e permitindo, inclusive, que o cliente crie o seu próprio produto e consumo.

9. Consumo consciente

O consumo atrelado a valores e ética é uma tendência global que começa a ter impacto no Brasil. Carbono zero tem sido o tema de instensas discussões em todo o mundo, com a ONU e o Painel de mudanças climáticas emitindo relatórios, alertas e procurando estabelecer metas para governos e populações reduzirem a emissão de carbono em suas operações, assim como realizando Campanhas para promover hábitos sustentáveis. É um dever de todos o compromisso com as mudanças nos hábitos de consumo.

10. A desmaterialização do dinheiro

Neste momento de pandemia, em que estamos muito mais cuidadosos, estamos presenciando cada vez mais a desmaterialização do dinheiro e os meios de pagamento estão passando por uma grande transformação. Na Visa, definiram tal transformação como a ‘desconstrução’ do plástico, numa referência aos cartões de crédito e débito neste material.

O que era identificado como algo físico virou uma credencial de pagamento digital, que permite transações mais rápidas, seguras e convenientes. O avanço das carteiras digitais, criptomoedas e pagamentos em tempo real são um sinal da evolução constante da indústria de pagamentos, turbinada por soluções disruptivas oferecidas por fintechs e bancos digitais.

Não temos noção de onde chegaremos com o avanço da tecnologia, mas precisamos estar preparados.

O que você achou destas 10 tendências globais que toda empresa deveria ficar de olho para os próximos 15 anos ?

A sua empresa está pronta para a revolução?

CNPq e MCTI lançam Chamada Universal com R$ 250 milhões para pesquisas

Chamada contempla projetos em duas faixas de investimento: de grupos emergentes, com projetos de até R$ 165 mil e de grupos consolidados, com projetos de até R$ 275 mil

O MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, divulgou na última terça-feira (31), por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), o lançamento da Chamada Pública CNPq/MCTI/FNDCT Nº 18/2021 – Universal, no valor de R$ 250 milhões.

O recurso tem R$ 50 milhões a mais que o liberado na última chamada, em 2018. O aumento se deve ao descontingenciamento do FNDCT – Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. O objetivo é fortalecer todo o sistema de CT&I do país, ao financiar pesquisas básicas em todas as áreas de conhecimento.

A Chamada Pública Universal possui duas categorias de financiamento. A primeira é para grupos emergentes, que são equipes de pesquisa que possuam, no mínimo, três doutores, sendo um deles o coordenador do projeto. A segunda é para grupos consolidados, que são os grupos de pesquisa que possuam, dentre seus membros, no mínimo, cinco doutores, de ao menos duas instituições distintas, sendo um deles o coordenador do projeto.

Segundo o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, astronauta Marcos Pontes, os presentes recursos da chamada podem beneficiar a qualidade dos cientistas brasileiros. “O Brasil tem cientistas de altíssimo gabarito internacional. Durante bastante tempo, o CNPq e o MCTI têm investido na ciência brasileira, que precisa de irrigação constante de recursos para ser sempre alavancada. Por isso essa chamada é tão relevante”, completa o ministro.

CNPq e MCTI: R$ 250 milhões para pesquisas

Marcelo Morales, secretário de Pesquisa e Formação Científica do MCTI, afirma que os jovens cientistas devem ser os principais favorecidos dessa chamada. “São projetos espontâneos, que irrigam a ciência nacional e que trazem benefícios à sociedade. Esses jovens poderão trabalhar em seus laboratórios com fomento importante para o projeto, mas também com bolsas de apoio técnico e de iniciação científica. Celebramos hoje um marco para a comunidade científica do Brasil”, conclui.

Para mais informações sobre a Chamada Pública Universal, acesse: gov.br/cnpq

Fonte: Governo Federal

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