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Com investimento de R$ 89 milhões, novos centros de ciência vão buscar soluções para problemas da sociedade

Com investimento de R$ 89 milhões, novos centros de ciência vão buscar soluções para problemas da sociedade

Os 15 CCDs vão unir universidades, institutos de pesquisa e governo para enfrentar desde questões de saúde humana e animal até de energia e mudanças climáticas

Anunciados durante a cerimônia de comemoração dos 60 anos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), os 15 novos Centros de Ciência para o Desenvolvimento (CCDs), terão como missão apoiar pesquisas orientadas a problemas com impacto social ou econômico.

No total, R$ 89,5 milhões serão investidos nos próximos anos nesses novos centros. Os resultados esperados devem promover o avanço no conhecimento e proporcionar a melhoria das políticas públicas.

Segundo o diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da Fapesp, Carlos Américo Pacheco, a iniciativa valoriza as aplicações dos resultados, com metas de difusão e transferência de tecnologia, criação de novas empresas e outras iniciativas de impacto social ou econômico.

“Essa é a nossa versão do que chamamos de pesquisa orientada a missão. Temos enormes problemas nas várias secretarias de Estado e essa é uma maneira de ouvirmos os gestores públicos, alinharmos os temas de pesquisa e oferecermos chamadas que abordem problemas que as secretarias têm na gestão de políticas públicas. Nesses 15 centros que estamos criando, há um conjunto expressivo de instituições”, disse Pacheco durante a cerimônia.

Os novos CCDs aprovados têm como focos o desenvolvimento de biofármacos, inovação em políticas públicas urbanas, inovação tecnológica para emergências em saúde, soluções para resíduos, segurança hídrica, doenças humanas e animais, emissões de gases do efeito estufa, aprimoramento de vacinas, entre outros.

Sediado no Instituto Butantan e coordenado por Sandra Coccuzzo Sampaio Vessoni, o Centro para Vigilância Viral e Avaliação Sorológica (CeVivas), por exemplo, tem como missão o aprimoramento contínuo de vacinas, além de vigilância genômica de influenza, sars-cov-2 e dengue.

Fonte:  Jornal da USP

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