Investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação é fator primordial para reduzir impactos causados pelo novo Coronavírus

Em decorrência da pandemia provocada pelo novo Coronavírus, diversos países tiveram sua economia afetada, entre outros danos. Diante desse panorama, a crise causada pela pandemia fez com que algumas empresas optassem por soluções direcionadas à inovação, corressem mais riscos como questão de sobrevivência e acelerassem um novo estágio de seu posicionamento no mercado.

Um forte movimento mundial, o processo de renovação das cadeias produtivas a partir de novas tecnologias,  conhecido como Indústria 4.0, realiza a aplicação da transformação digital e de uma gestão inteligente, intensificando a capacidade criativa e a flexibilidade das empresas, fazendo com que suas equipes desenvolvam novas habilidades, que são as alavancas para acelerar a capacidade de inovar.

Dentro deste processo, a gestão da inovação deixa de ser apenas processual e passa a ser também cultural.  As ideias e novos caminhos são utilizados para melhorar a performance como um elemento compartilhado pelos colaboradores, resultando em uma inovação eficiente e muitas vezes, até disruptiva.

Ao longo desta jornada, as empresas se tornam efetivamente mais abertas à participação de diferentes processos de inovação e, portanto, co-desenvolver, colaborar e co-criar se tornam naturais. Como consequência, destacam-se como líderes na reação da economia, se mantêm fortes e transformam a crise em oportunidade.

Já as empresas que não investem em atividades relacionadas à inovação dificilmente terão resultados positivos nos próximos meses ou anos.

Grande parte das empresas brasileiras ainda não consegue acessar os principais incentivos à aplicação do PD&I (Projeto de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) disponíveis no País. São eles a Lei do Bem, a Lei de Informática e o Rota 2030. A falta de informação e de um apoio especializado são dos principais fatores que impedem as empresas de inovar e obterem os benefícios fiscais decorrentes deste investimento em inovação.

A Lei do Bem permite aos empreendedores investirem em PD&I independentemente da área de atuação e com o benefício de ter uma dedução fiscal atrativa, incentivando os investimentos principalmente nestes tempos de crise. Confira quais são estes benefícios:

  • Redução da carga tributária de IRPJ e CSLL equivalente a até 34% dos valores aplicados em inovação.
  • Redução de 50% do IPI incidente sobre equipamentos, máquinas, aparelhos e instrumentos destinados à P&D.
  • Depreciação acelerada integral no próprio ano da aquisição de máquinas, equipamentos, aparelhos e instrumentos novos destinados à inovação.

Existe um movimento liderado pela ANPEI, a qual fazemos parte, com um Projeto de Lei PLS 2707/2020 protocolado no Senado em 19 de maio e que pede alterações na Lei do Bem (LDB). Se aprovado, permitirá o uso deste benefício pelas empresas em anos subsequentes, ou seja, mesmo quando houver prejuízo fiscal, pois atualmente um dos principais pré-requisitos da LDB é que a empresa esteja em Lucro Real.

A inovação está sendo guiada e conduzida por novos paradigmas, e nós da GAC Brasil podemos ajudar a sua empresa neste processo.

Somos uma consultoria especializada em Incentivos Fiscais à Inovação, como a Lei do Bem, o principal incentivo de viabilização da inovação no Brasil, assim como somos experts em Gestão Estratégica da Inovação, com uma visão geral dos processos de inovação.

Entre em contato conosco para obter mais informações, aumentar as suas chances de aprovação na Lei do Bem e conhecer os demais incentivos! Ou para realizar um diagnóstico digital e iniciar ou aprimorar a sua Gestão Estratégica da Inovação.

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