Sabemos que a transformação digital (TD) exige programas estruturados de inovação nas empresas. Hoje a pergunta que fazemos é: inovar na distribuição de TI – como obter recursos?

Não são poucos os desafios impostos pela TD ao setor de distribuição de TI e inovar é o principal deles. Você sabia que leis de incentivo fiscal e agências de fomento brasileiras são fontes de recursos para a inovação?

Apostar mais em soluções e serviços que incluam computação em nuvem e análise de dados, entre outras tendências, e menos na movimentação física de hardware durante a distribuição é apenas uma parte da equação.

Inovar na velocidade imposta pelo mercado exige estratégia e recursos, por isso, outra pergunta: como financiar iniciativas inovadoras, considerando que o setor opera sob margens tão estreitas?

A obtenção de linhas de crédito públicas – nacionais e internacionais – são parte da resposta, garante Rodrigo Miranda, diretor de operações da GAC Brasil. Este é o mote de palestra que ocorreu na Abradisti – Associação Brasileira de Distribuidores de TI, nesta quinta, 05/03, em Alphaville (SP).

Como obter recursos

Os recursos são obtidos via Lei do Bem, Lei de Informática, ou ainda, com os órgãos de fomento como Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), entre outras entidades.

A Transformação Digital nem sempre envolve investimentos elevadíssimos em novas tecnologias completamente disruptivas. Muitas soluções são relativamente acessíveis ou envolvem melhoria de processos, incluindo logísticos, financeiros, operacionais, entre outros.

Saber que caminho seguir considera a inovação no planejamento estratégico da empresa, envolvendo seus líderes para enxergarem o caminho a seguir nos próximos cinco anos.

“Margens curtas obviamente não permitem investimentos muitos altos. Todo esse trabalho de estratégia de inovação está sempre de braços dados com a busca de recursos. É aí que a Lei do Bem entra”, explica Rodrigo Miranda, diretor de operações da GAC Brasil.

No Brasil, são pouco menos de 2 mil empresas enquadradas na Lei do Bem, e o potencial é enorme, cerca de 150 mil empresas em regime de Lucro Real que podem se beneficiar.

“As linhas públicas de financiamento com taxas baixas e longos prazos de pagamento e carência, ou mesmo aportes à fundo perdido, são acessíveis”, reforça Bianca Bonfiglioli, gerente de negócios da empresa.

No entanto, é preciso planejamento!

Alicerçando a inovação

Além da leis de incentivo fiscal à inovação, e Finep, do BNDES e da Fapesp, existem agências regionais espalhadas pelo País. Elas também oferecem linhas de crédito para inovação que podem ser interessantes, de acordo com o objetivo de cada organização.

Há ainda linhas internacionais, por meio  de agências, governos ou instituições estrangeiras.

Ao longo dos 18 anos de atuação no mundo, a GAC entende que só buscar incentivo fiscal ou fomento não é suficiente. As empresas demandam apoio para estruturar suas áreas de inovação. “Temos visto em muitas empresas planeamentos não alinhados, o que é um problema. E elas têm dificuldades para estabelecer indicadores. O que elas obtêm de retorno com inovação não é tão visível de forma clara”, pondera Miranda.

Desta forma, a GAC Brasil passou a olhar a estratégia de inovação como um todo. O incentivo fiscal pode ser parte do processo. Temos assessment e diagnóstico com ferramenta e indicadores inéditos no Brasil”, ressalta Miranda.

Palestra para associados da Abradisti

Estes temas foram tratados com mais profundidade na quinta-feira (05/03), na palestra “Inovação na Distribuição de TI: como investir reduzindo a carga tributária”. A GAC Group Brasil e a Abradisti convidaram os associados para esta palestra sobre a Lei do Bem e outras ferramentas para inovar.

Para mais informações da programação da Abradisti, envie um e-mail com nome completo e empresa para contato@abradisti.org.br ou ligue para  (11) 2609-5445.

Fontes: Spadacom, Vanessa Moiseieff; Marketing da GAC Brasil.

Inovar na Distribuição de TI: como obter recursos?

Rodrigo Miranda, diretor de operações da GAC Brasil

Bianca Bonfiglioli, gerente de negócios da empresa.