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Chamada de Inovação: EMBRAPII e ANPEI

Desafio lançado para os associados da ANPEI tem como objetivo o desenvolvimento de projeto de PD&I

A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) em parceria com a Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (ANPEI) lançou durante o Webinar “ANPEI e EMBRAPII para projetos de PD&I”, uma chamada para identificar desafios tecnológicos e alavancar a inovação na indústria nacional.

Ao longo do encontro virtual, foram apresentados mecanismos de incentivo à inovação da EMBRAPII e detalhadas as vantagens em realizar projetos cooperativos em âmbito pré-competitivo, como: divisão de esforços, conhecimento, custos e riscos.

A Chamada de Inovação foi criada para que as empresas associadas possam apontar possíveis projetos de PD&I que resultem em novos produtos e processos industriais. A iniciativa busca reunir companhias da mesma cadeia, concorrentes ou parceiras, que tenham interesses comuns e estejam dispostos a realizar projetos cooperativos.

A EMBRAPII será responsável por financiar até metade do valor dos projetos com recursos não reembolsáveis. Vale destacar que não se trata de um edital, pois o fluxo de recurso da Organização é contínuo.

Para participar, as empresas devem preencher este formulário. Após avaliação das respostas, a ANPEI entrará em contato com a empresa e fará a conexão com a EMBRAPII.

A ANPEI

São a única associação brasileira multisetorial e independente do ecossistema de inovação.

Viabilizam ambientes de colaboração e cooperação com o ecossistema e nossos associados. Proporcionam atualizações de temas-chave e de articulação de políticas de incentivo à inovação e discussões de alto nível, além de representatividade institucional e de capacitação personalizada na área.

A EMBRAPII

A Associação Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial é uma Organização Social qualificada pelo Poder Público Federal que, desde 2013, apoia instituições de pesquisa tecnológica fomentando a inovação na indústria brasileira.

Nós, da GAC Brasil somos associados da ANPEI, apoiamos e divulgamos as principais chamadas voltadas ao desenvolvimento de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação.

Como consultoria especializada no fomento à inovação, auxiliamos a sua empresa na aplicação de um modelo estratégico da inovação, proporcionamos a obtenção de incentivos fiscais e/ou linhas de financiamento.

Entre em contato conosco e saiba como podemos contribuir para o fortalecimento da inovação dentro de sua empresa:

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Estamos na Época NEGÓCIOS – “Cultura da inovação: saiba o que é preciso para implementar em sua empresa”

Após a realização do nosso webinar em  parceria com a ANPEI e convidados sobre os principais fatores na gestão de inovação em pequenas, médias e grandes empresas, o conteúdo do evento foi matéria na Época NEGÓCIOS – principal veículo online e impresso que discute inovação no Brasil.

Durante o webinar ‘Inovar Mais e Melhor’, realizado na última quinta-feira (9), Durval Garcia, gerente de Inovação da GAC Brasil, destacou a necessidade de compreender as dificuldades e desafios enfrentados pelas corporações no processo de inovação, e afirmou que, ao observar uma série de estudos, foi possível chegar a quatro revelações essenciais no processo de inovação. A primeira delas desmitifica a afirmação de que “quanto mais se investir em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), maior será o retorno”.

Entre as estratégias de inovação, Durval Garcia apresentou diferentes abordagens estratégicas e as dividiu em três categorias: pesquisadores, leitores e tecnológicos. Segundo ele, a fusão dessas diferentes abordagens abre novas possibilidades e proporcionam mais complexidade no processo inovativo.

Sobre a capacidade de investimento em inovação, Garcia afirma que, quando uma empresa aspira por inovação, ela precisa se perguntar se possui as capacidades internas de entregar o resultado. “Seria como correr uma maratona. Qualquer um, teoricamente, poderia fazer isso. Mas concluir a prova é um resultado que exige muita preparação e estratégia”, compara.

De acordo com Paulo Gandolfi, diretor de Operações de P&D na 3M América Latina, diretor da ANPEI e convidado especial da GAC Brasil, a figura do líder é essencial durante o processo construtivo de uma cultura da inovação.

Segundo ele, o processo criativo pode ser beneficiado pela inclusão e colaboração de diversos profissionais, dentro e fora da empresa. Esse ambiente de agilidade é ideal para o nascimento de grandes ideias e no amadurecimento da cultura corporativa. Entretanto, é preciso ter cuidado sobre até que ponto essa postura ágil pode se adequar à empresa, por isso, a criação de cultura da inovação precisa de uma liderança com uma visão bem ampla de todo o processo.

O segundo convidado, Anderson Oba – Diretor Comercial, Marketing e Inovação da Nitro, ressaltou durante a live: “A inovação é a capacidade de conciliar a visão externa, a necessidade ou oportunidade identificada no mercado que desejamos atuar. Essa conciliação é o que buscamos e o que chamo de capacidade de inovar. É muito mais o “match” dessa capacidade interna com as oportunidades que se apresentam, do que necessariamente com o volume de dinheiro investido”, explicou.

Veja a matéria completa na Época Negócios – Clique aqui 

 

Está chegando! Nesta quinta, 9 de julho, às 14h, realizaremos o webinar ‘Inovar Mais e Melhor’ em parceria com a ANPEI.

O evento online e gratuito será apresentado por Durval Garcia, Gerente de Inovação na GAC Brasil. Traremos um case de sucesso com a participação do nosso convidado especial, Anderson Oba – Diretor Comercial, Marketing e Inovação na Nitro Química, para abordar a trajetória de sucesso da empresa.

A ANPEI trará como convidado Paulo Gandolfi, diretor de operações de P&D e Inovações da empresa 3M América Latina e parte da diretoria da entidade, que também irá falar sobre suas hisórias de êxito com a inovação.

Inscrições https://lnkd.in/dqz-NJJ

Nos acompanhe nas discussões de conteúdos de relevância sobre a inovação nas empresas e no País!

Estudo mostra os impactos da pandemia na inovação das empresas

Pesquisa realizada pela ANPEI e Fundação Dom Cabral avalia os desafios e oportunidades em pesquisa, desenvolvimento e inovação em setores como tecnologia, indústria, saúde e educação

Com o intuito de analisar os impactos causados pela pandemia de covid-19 em empresas e instituições, a Fundação Dom Cabral (FDC) e a Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (ANPEI) lançaram um estudo inédito sobre os desafios e oportunidades em pesquisa, desenvolvimento e inovação.

A pesquisa realizada no mês de abril entrevistou 108 executivos de grandes empresas e startups dos setores de tecnologia, indústria, serviços, educação, saúde e agricultura. As perguntas abordaram as perspectivas de curto, médio e longo prazo, com base nas estratégias para lidar e superar os atuais e futuros desafios. Ao todo, 51% das empresas apontaram que houve impacto negativo da pandemia em suas atividades de inovação.

De acordo com o estudo, as empresas de tecnologia estão entre as que mais tiveram oportunidades de crescimento durante a pandemia. Outros destaques são o setor de saúde, com o crescimento da telemedicina, e a área de educação. A Indústria foi o setor que sofreu o maior impacto negativo, conforme 64% das empresas que responderam à pesquisa.

Ao longo do levantamento, também foram destacadas as principais estratégias adotadas pelas companhias no enfrentamento à crise. Evidentemente, mais da metade das empresas planejam estratégias de novos negócios, produtos e processos para o médio e longo prazo, além das medidas internas essenciais.

Referente ao cenário das startups, o estudo aponta que 52,3% foram impactadas negativamente pela pandemia e tiveram um alto índice de queda na receita durante a crise.

Segundo Humberto Pereira, presidente da Associação Nacional de Pesquisa e Empresas Inovadoras (ANPEI), embora a crise tenha forçado as empresas na adoção de soluções rápidas para a sobrevivência dos negócios, o período também é de oportunidade. Ele acrescenta a importância de as empresas transformarem visões de oportunidade em investimentos concretos, como fundamento para retomada da economia brasileira.

Carlos Arruda, professor na área de Inovação e Competitividade e Gerente Executivo do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da Fundação Dom Cabral, destaca que a inovação e a oferta de valor dos empreendedores e das empresas devem ser direcionadas ao cliente e não apenas do produto, pois são inovações que não partem do conhecimento da empresa, mas sim das dores do cliente e do que ele precisa.

A crise econômica causada pelo Covid-19, se demonstra como momento favorável para mudanças e inclusão de um novo modelo de gestão da inovação nas empresas.

A GAC Brasil é uma consultoria de fomento à inovação, composta por uma equipe especializada e dedicada a ajudar a sua empresa na inserção de um modelo de gestão da inovação eficaz, em obtenção de incentivos fiscais e/ou linhas de financiamento.

Entre em contato conosco e conheça a solução ideal para a sua empresa.

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O que é o Rota 2030 – e como a indústria pode se beneficiar

Você conhece o Rota 2030? O cenário de incertezas decorrente da pandemia do novo coronavírus tem refletido fortemente na área industrial, impactando diretamente os seus processos produtivos. Nesse sentido, o investimento em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação são de extrema importância para a retomada da economia no país. Saiba aqui o que é o Rota 2030 – e como a indústria automotiva pode se beneficiar.

Um dos principais incentivos que possui papel crucial na contribuição do ecossistema de inovação é o Rota 2030, que permite o desenvolvimento e a maior competitividade do setor automotivo no Brasil.

A utilização desse incentivo, contribui de maneira efetiva para continuação de projetos estratégicos independentemente da situação financeira das empresas, afinal, o programa não permite a interrupção dos projetos vinculados à incentivos fiscais para inovação. Logo, as empresas podem continuar fomentando o investimento em projetos de inovação tecnológica mesmo diante à crise econômica.

Dessa forma, são previstas melhorias de produtividade e eficiência por meio do investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I).

Outro detalhe muito importante: Benefícios da aplicação da Lei do Bem + Rota 2030

No Brasil, impostos e taxas podem representar 68,4% da lucratividade das empresas. Utilizando a legislação tributária brasileira, é possível pagar menos tributos, evitar o pagamento de determinados impostos ou conseguir sua redução.

Os incentivos fiscais possibilitam um planejamento tributário consciente e que ajude na sustentabilidade da empresa.

As empresas do setor automotivo, em especial as fabricantes de autopeças, que já são beneficiadas pela Lei do Bem, podem abater quase 40% de Imposto de Renda devido ou da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) ao somar ambos incentivos.

O que é o Rota 2030 – e como a indústria automotiva pode se beneficiar

Para você saber mais sobre o Rota 203o, elaboramos um mini-guia em parceria com a ANPEI para apresentar as funcionalidades e benefícios proporcionados, confira: http://anpei.org.br/rota-2030-o-que-e/

Se precisar de mais informações referentes ao Rota 2030 combinado com a Lei do Bem, contate-nos!

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Webinar GAC Brasil e ANPEI 09/07, 14h. Tema: Inovar Mais e Melhor!

Marque na agenda! No dia 9 de julho, às 14h realizaremos o webinar ‘Inovar Mais e Melhor’ em parceria com a ANPEI.

O evento online e gratuito será apresentado por Durval Garcia, Gerente de Inovação na GAC Brasil. Traremos um case de sucesso com a participação do nosso convidado especial, Anderson Oba – Diretor Comercial, Marketing e Inovação na Nitroquímica, para abordar a trajetória de sucesso da empresa. A ANPEI trará como convidado Paulo Gandolfi, diretor de operações de P&D e Inovações da empresa 3M América Latina da 3M e parte da diretoria da entidade.

Link para as inscrições https://materiais.anpei.org.br/webinar-anpei

Temos trazido conteúdos de relevância que discutem a inovação no País.

Mudanças na Lei do Bem – Pleito da GAC Brasil junto com a ANPEI para o Senado

Algumas das restrições que impossibilitam milhares de outras empresas brasileiras de também se beneficiarem e olharem para o desenvolvimento de inovação como algo estratégico, são a limitação do uso do incentivo a empresas tributadas no regime de Lucro Real – com apenas uma pequena parcela das empresas brasileiras aderentes a este regime – e necessidade de ocorrência de lucro fiscal para que seja feita a dedução tributária.

Num momento como o atual, onde a saúde financeira das empresas está seriamente ameaçada, mas em que simultaneamente a demanda por atividades de inovação e seus respectivos investimentos são avultados, a exigência de lucro para a tomada deste benefício é incoerente.

Assista ao Webinar GAC Brasil e ANPEI 09/07 14h. Tema: Inovar Mais e Melhor!

Frente a este cenário, a GAC Brasil, em parceria com a Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (ANPEI) e o Laboratório de Gestão de Tecnologia e Inovação do DPCT/IG da Unicamp, liderado pelo Prof. Ruy Quadros, convidaram cerca de 200 empresas a exporem suas visões sobre a Lei do Bem e a proporem melhorias que lhes permitam ter mais “fôlego” para investir em inovação e ultrapassar esta crise de forma mais célere.

Cerca de 20% das empresas consultadas não fizeram uso da Lei do Bem nos últimos 3 anos por diversos motivos, como o não conhecimento da Lei, prejuízo fiscal no período, ou não cumprimento de alguns dos demais pré-requisitos.

Uma quase unanimidade, como já esperado, foi a sugestão de possibilidade de se beneficiar deste incentivo fiscal mesmo em anos de prejuízo contábil apurado, permitindo sua compensação em anos posteriores. A justificativa mais comumente apresentada para isso foi que, mesmo em anos de prejuízo fiscal, as empresas não deixam de investir em P&D, já que estes investimentos contemplam projetos de médio e longo prazos.

Não esqueça de nos acompanhar no Webinar GAC Brasil e ANPEI 09/07, 14h. Tema: Inovar Mais e Melhor!

Acompanhe a nossa programação aqui no site e no nosso LinkedIn! https://www.linkedin.com/company/3509152

 

MCTIC quer ampliar alcance da Lei do Bem em empresas

Em meio a baixa adesão de empresas aptas ao incentivo para investimento em pesquisa e desenvolvimento, Ministério estuda alternativas para ampliar alcance da Lei do Bem em empresas

A Lei do Bem sancionada em 2005 e que concede incentivos fiscais às empresas que investem em pesquisa e desenvolvimento de inovação tecnológica, ainda tem pouca adesão. Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações – MCTIC, dentre aproximadamente 150 mil empresas que se enquadram no regime do Lucro Real, e automaticamente estão aptas para usufruir dos benefícios da lei, apenas 1.800 organizações aproveitam suas vantagens.

De acordo com Jorge Mário Campagnolo, diretor do Departamento de Apoio à Inovação do MCTIC, a baixa adesão ocorre principalmente devido a falta de conhecimento das empresas, e a fatores como a exclusão de empresas que adotam o regime do lucro presumido.

O capítulo 3 da Lei do Bem permite que somente as empresas enquadradas no regime do Lucro Real ou, indiretamente, micro e pequenas organizações ligadas a estas corporações matrizes, para deduzir do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social do Lucro Líquido (CSLL) os custos com os investimentos feitos em equipamentos e serviços dedicados à Pesquisa & Desenvolvimento para inovação. O aperfeiçoamento e a flexibilização da lei estão sendo estudados para reverter o cenário de baixa adesão.

Várias ações que estão sendo trabalhadas pelo Ministério, que recebeu da ANPEI – Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras – um pleito, com o endosso da GAC Brasil, sobre sugestões de mudança desta legislação. Campanholo cita duas frentes: a criação de uma ação emergencial para tentar contornar a dificuldade criada pelo novo coronavírus e que exige que a empresa tenha lucro no ano de uso do benefício; e uma reforma mais ampla para criar facilidades que estimulem a adesão das empresas.

Segundo ele, um estudo preliminar conduzido pelo Ministério revelou que para cada real do benefício, a empresa investe quatro reais em Pesquisa & Desenvolvimento, o que gera emprego e aumenta a arrecadação de tributos. Campanholo acrescenta que rapidamente a empresa começa a retornar o valor gasto com o benefício nos anos subsequentes.

Também com o apoio da ANPEI, de quem somos associados, submetemos um questionário para 200 empresas perguntando sobre quais mudanças desejam na Lei do Bem.

Entenda mais porque o MCTIC quer ampliar alcance da Lei do Bem em empresas, fique por dentro das últimas atualizações sobre este e outros incentivos fiscais destinados a inovação, através do nosso site e LinkedIn.

A GAC Brasil é uma consultoria especializada em Incentivo Fiscal à inovação como a Lei do Bem, importante recurso para ajudar as empresas a ultrapassarem a crise e manterem investimentos constantes em pesquisa, desenvolvimento e inovação.

Deseja receber mais informações sobre a Lei do Bem e/ou conhecer outros incentivos fiscais que podem ajudar a sua empresa? Entre em contato conosco!

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Nova composição publicada neste ano, tem o objetivo de assessorar o MCTIC e será representada por Rafael Navarro, vice-presidente da ANPEI, e como suplente de Heloísa Menezes, consultora da associação.

Recentemente, o Comitê Consultivo de Nanotecnologia e Novos Materiais reuniu representantes do governo, da academia e do setor produtivo para discutir uma nova regulamentação técnica para a integração de unidades ao Sistema Nacional de Laboratórios em Nanotecnologias (SisNANO).

Entre os representantes, a ANPEI  – Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoraspassou a compor oficialmente este Comitê, tendo Rafael Navarro, vice-presidente da ANPEI, como interlocutor, e como suplente, Heloísa Menezes, consultora da associação.

A nova composição foi publicada na edição do Diário da União Portaria nº 1.990, do dia 18 de maio de 2020, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

O Comitê

Instituído em janeiro deste ano, o Comitê Consultivo de Nanotecnologia e Novos Materiais tem o objetivo de assessorar o MCTIC na definição dos objetivos principais, áreas prioritárias, diretrizes, alocação de recursos, avaliação das iniciativas, ações, programas e projetos em nanotecnologia e novos materiais. Também oferece apoio na gestão do SisNANO, Sistema Nacional de Laboratórios em Nanotecnologias.

A investigação e implementação dessas tecnologias em diversos setores e produtos é de extrema relevância para o desenvolvimento da economia brasileira, e a representatividade da ANPEI neste contexto é também é de ampla importância.

Na instância, estão representados o MCTIC; o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM); o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep); o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); a Universidade Federal do Ceará (UFC); a Universidade Federal do Paraná (UFPR); a Confederação Nacional da Indústria (CNI); a Petrobras; a Associação Brasileira de Cosmetologia (ABC); a Associação Brasileira de Polímeros (ABPol); e a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec).

Como associados da ANPEI, nós da GAC Brasil participamos das conferências anuais e atualmente formalizamos juntos o Pleito para o Governo Federal referente a melhorias na Lei do Bem, lei de incentivo fiscal à inovação, como uma forma conscientizar a necessidade do estímulo à inovação a partir deste importante incentivo e de mobilizar uma revisão urgente deste mecanismo.

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Lei do Bem passa por alterações de prazos e avaliação para aperfeiçoamento

MCTIC prorroga prazo de envio do Formulário para Informações sobre as Atividades de Pesquisa Tecnológica e Desenvolvimento de Inovação Tecnológica e inicia aperfeiçoamento da gestão e aplicação da Lei do Bem

Em decorrência da emergência de saúde pública de importância internacional relacionada ao novo coronavírus (Covid-19) no Brasil, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações – MCTIC prorrogou o prazo para envio do Formulário para Informações sobre as Atividades de Pesquisa Tecnológica e Desenvolvimento de Inovação Tecnológica (FORMP&D) para o dia 30 de novembro, por meio da Medida Provisória:

– Art. 1º Prorrogar, exclusivamente para as informações referentes ao ano base 2019, o prazo previsto no caput e no § 1º do art. 2º da Portaria nº 4.349 de 4 de agosto de 2017, para 30 de novembro de 2020.

– Art. 2º Prorrogar, excepcionalmente, o prazo previsto no art. 5º da Portaria nº 4.349 de 4 de agosto de 2017, para apresentação de contestação quanto ao resultado da análise das informações apresentadas no FORMP&D referente aos pareceres técnicos COITT/CGIT/DEPAI/SEMPI/MCTIC publicados entre 1º de março de 2020 e 31 de agosto de 2020.

A alteração de prazo tem um papel fundamental em prolongar o tempo que as empresas terão para utilizar e se beneficiar deste importante incentivo fiscal.

Durante esta semana, houve também o início da tramitação no Senado do Projeto de Lei n° 2.707 que institui alterações na Lei do Bem. A partir desta alteração, empresas em prejuízo fiscal, ou com excedente de incentivo fiscal, poderão utilizar o crédito em anos posteriores. Mudança que até então é muito defendida pelas empresas brasileiras e se tornou urgente este ano devido a crise causada pela pandemia e isolamento social.

Realizamos recentemente uma pesquisa com a nossa base de clientes para obter sugestões de mudanças na Lei do Bem. Contamos com o apoio da ANPEI, e estamos encaminhando o assunto juntamente a entidade para reforçar o pleito no Governo Federal e entendemos que a confirmação desta alteração dará um grande impulso nos investimentos em inovação no país.

A inovação tem um papel essencial para nos ajudar a ultrapassar esta crise. A partir do reforço e alterações de medidas públicas brasileiras no estímulo à inovação como a Lei do Bem, que vem dando grandes resultados nos últimos anos e auxiliando as empresas no processo de PD&I, será possível a ascensão para grande parte das companhias e consequentemente prevenção de perdas ao longo de 2020.

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Lei do Bem + Rota 2030: como a soma de incentivos fiscais à inovação pode ajudar a sua empresa

A Lei do Bem, (LDB) incentivo fiscal concedido às empresas que investem em Pesquisa & Desenvolvimento e Inovação Tecnológica, tem como principal finalidade tornar o mercado mais competitivo e incentivar as inovações tecnológicas dentro dos negócios.

Para aderir ao incentivo primeiramente é necessário que a empresa invista em inovação, tornando possível mensurar onde incidem os incentivos fiscais. Além do mais, a empresa deve estar no regime de Lucro Real, ter obtido Lucro Fiscal no ano em que pleiteia o incentivo e comprovar a Regularidade Fiscal (CND ou CPD-EN) (estamos pleiteando, junto com a ANPEI, a flexibilização da LDB como na situação de exigência de Lucro Fiscal, por exemplo).

Sua utilização resulta em melhoria contínua, maior competitividade e reinvestimento em P&D.

Rota 2030

A partir do fato de que grande parte das inovações automotivas é importada, o Governo Federal criou uma extensão “turbinada” da Lei do Bem, uma medida com base em incentivo à inovação totalmente direcionada à indústria automotiva: o Programa Rota 2030.

Aprovado em dezembro de 2018, a Lei 13.755, conhecida como Rota 2030, é uma alternativa ao programa anterior denominado Inovar Auto e tem propósito similar. Porém com objetivo de incentivar projetos de P&D no setor automotivo, estende-se ao setor de autopeças, trazendo novos benefícios à indústria, novas regras e desenvolvimento do mercado automobilístico.  Confira a MP aprovada pelo senado: https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/133866

O Rota 2030 também traz regras de eficiência energética em carros híbridos e elétricos, sendo possível a redução de IPI – Imposto Sobre Produtos Industrializados, como forma de incentivo às vendas e a produção local.

Seu investimento consiste em R$ 5 milhões anualmente em P&D – Pesquisa e Desenvolvimento, podendo desta forma obter dedução de até R$ 1,5 bilhão de IRPJ e CSLL. Diferentemente de outros incentivos da legislação tributária, o Programa Rota 2030 permite o acúmulo dos créditos para utilização nos 15 anos seguintes.

Ao contrário do porcentual de desconto na Lei do Bem que é concedido apenas para empresas que geram lucros e deve ser usado no prazo de um ano após a aprovação do investimento, no Rota 2030 as empresas terão até cinco anos para realizar o abatimento. Essa medida pode ser fundamental no caso de fabricantes que operam no vermelho e não tenham garantias de lucro a curto prazo.

Benefícios da aplicação: Lei do Bem + Rota 2030

No Brasil, impostos e taxas podem representar 68,4% da lucratividade das empresas. Utilizando a legislação tributária brasileira, é possível pagar menos tributos, evitar o pagamento de determinados impostos ou conseguir sua redução.

Os incentivos fiscais possibilitam um planejamento tributário consciente e que ajude na sustentabilidade da empresa.

As empresas do setor automotivo, em especial as fabricantes de autopeças, que já são beneficiadas pela Lei do Bem, podem abater quase 40% de Imposto de Renda devido ou da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) ao somar ambos incentivos.

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