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Embrapii investe em projeto inovador para auxiliar no tratamento da Covid-19

Novo respirador artificial que consiste na oxigenação por membrana extracorpórea e funciona como pulmão auxiliar estará pronto em até oito semanas

Após parceria com SENAI e ABDI em edital de inovação com investimento de R$ 20 milhões em projetos de todo o Brasil na prevenção, diagnóstico e no combate ao COVID-19, a Embrapii – Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial, anunciou, nesta última quarta-feira, investimento para desenvolver um equipamento para auxiliar o tratamento dos pacientes que sofrem de insuficiência respiratória aguda, condição causada em casos graves do novo vírus. A entidade tem feito um grande esforço e investe em projeto inovador para auxiliar no tratamento da Covid-19.

O equipamento produzido pela empresa de equipamentos médicos Braile e que consiste na Oxigenação por Membrana Extracorpórea (uma forma de respiração extracorporal), será utilizado como suporte ao tratamento mecânico, oferecendo ao paciente um “pulmão auxiliar” no caso de a ventilação não estar surtindo efeito durante o tratamento.

A tecnologia pioneira no Brasil trará maior eficiência, aprimorando os procedimentos médicos a custos mais baixos. A produção será 100% nacional e a deve ficar pronta em oito semanas e, depois disso, um lote inicial com 100 equipamentos deve ser produzido e enviado aos 21 centos capacitados na operação de respiração extracorpórea.

O uso do equipamento também é indicado para adultos ou crianças em casos de transplante de coração, infarto do miocárdio e parada cardíaca.

Funcionamento do respirador artificial

O equipamento oxigena e remove o gás carbônico (CO2) diretamente do sangue. A partir de um circuito padrão, o sangue das veias é removido do paciente, bombeado até um oxigenador e depois devolvido ao corpo por meio de uma artéria ou uma veia.

Como a Embrapii investe em projeto inovador para auxiliar no tratamento da Covid-19

A Embrapii arcará com R$ 1,15 milhão, o que representa metade do valor do projeto, orçado em R$ 2,3 milhões. O restante será feito pelo Instituto Eldorado, credenciado à empresa e para desenvolver projetos de inovação industrial.

Além do investimento neste projeto, a instituição ampliou o financiamento em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação com recursos não reembolsáveis, destinando 6 milhões de reais às startups e pequenas empresas (desse total 2 milhões de reais vieram de parceria com o Sebrae), e seu modelo tradicional foi flexibilizado para ajudar na produção de tecnologia ao combate da Covid-19.

A partir de agora, o estímulo será maior e avaliado de acordo com a necessidade de cada proposta.

Em meio a essa situação alarmante e o impacto do surgimento do novo coronavírus que se espalhou em uma velocidade surpreendente, a pesquisa e a inovação vêm fazendo muita diferença para as empresas e para a população em geral.

Neste momento, todas as ações de inovação no combate ao Covid-19 podem causar impacto positivo!

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Os três tipos de inovação de Clayton Christensen

Inovação disruptiva – o criador do conceito, Clayton Christensen, professor da Universidade de Harvard (EUA), falecido na sexta, 24/01, deixou um legado de conhecimento, não só para as empresas, como também para nações. Christensen entende que existem três tipos de inovação:

– A “inovação criadora de mercado” que provoca algum aumento de eficiência [mas não o bastante para provocar ou sustentar crescimento];

– A “inovação de sustentação”. Ela melhora produtos que já eram bons, mas não geram crescimento novo;

– A “inovação de eficiência”, faz mais com menos [e o capital economizado nem sempre é investido em pesquisa e desenvolvimento].

Em entrevista para a Revista Época Negócios, o autor apresenta seu último livro, “The Prosperity Paradox – How Innovation can Lift Nations Out of Poverty”.

É uma visão de como as Nações podem usar seus recursos materiais e imateriais para inovarem e saírem da pobreza e subdesenvolvimento.

No site da revista, é possível ler o capítulo 9: https://lnkd.in/eHSmPb4.

Os três tipos de inovação de Clayton Christensen e as práticas do mercado

Voltando ao mundo corporativo, se uma empresa quer se posicionar como inovadora, acreditamos ser necessário que esta passe por uma avaliação profunda.

O diagnóstico mostrará desde a presença e importância dos ativos não financeiros, até como a empresa reage frente a lógica de mercado e tecnologias disruptivas, como digitalização e automação.

Para entender completamente o cenário competitivo e a dinâmica, as possibilidades e as ameaças para o nosso cliente, entendemos que é imperativo analisar todos os principais fatores das situações externas e internas. Denominamos essa abordagem de análise de 360 ​​°.

A análise da inovação resulta em dados-chave tangíveis que podem ser usados ​​para modelar ou remodelar os negócios, a estratégia geral e os projetos de mudança e transformação relacionados.

A GAC Brasil conhece profundamente as questões que envolvem a gestão estratégica da inovação. Por isso utiliza uma ferramenta única que avalia a eficácia de sua estratégia de inovação, além de recomendar métricas táticas e operacionais para ajudá-lo (a) a executar com mais segurança seus projetos.