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Veja 5 profissões que parecem ficção, mas já são realidade no mundo da inovação

Em entrevista para a Forbes, Edu Paraske, publicitário e fundador da 16 01, antecipou sobre cinco novos empregos no contexto da tecnologia e negócios

Uma pesquisa publicada pelo Institute For The Future em 2019, encomendada pela Dell e intitulada “Projetando 2030”, apontava que 85% dos empregos que existirão nos próximos oito anos serão novos. Além disso, 30 milhões de vagas pelo mundo serão modificadas pelo impacto de tecnologias como inteligência artificial.

O publicitário, consultor de tendências e fundador da 16 01, Edu Paraske, indicou para a Forbes Brasil as cinco profissões que já são realidade na teoria ou que podem surgir em um futuro próximo, com base nas tendências recentes. Entre elas, estão:

Designer de modelo de negócios

“Um designer que cria e desenvolve modelos de negócios adequados para encontrar fluxos de receita e estratégias de preços para novos produtos ou serviços. Eles apoiam as equipes de inovação corporativa em sua busca por novas oportunidades de negócios desejáveis, viáveis que possam agregar valor e resultados de negócios.”

Especialista em metaverso

“Assim como hoje temos profissionais que entendem de mídia, planejamento, criação e outras disciplinas, para o mundo virtual de convivência, todos estes atributos precisarão convergir pois não acontecerão de forma sinótica, e sim, em uma simbiose invisível.”

Especialista em NFT / Blockchain

“Ainda não alcançamos nem 10% de todo o potencial de negócios com NFTs, blockchain e criptomoedas. Isso significa dizer que muitos negócios encontrarão oportunidades muito rentáveis de utilizar tecnologias agregando valor com uma nova unidade de negócios. Entre games, coleções licenciadas, artes ou peças do mundo fashion.”

Prototipador baseado em dados

“Os dados e a maneira de visualizá-los estão cada vez mais acessíveis e intuitivos. Em breve, as tecnologias chegarão no estado da arte para promover um acesso amigável aos dados em todas as plataformas e para todas as áreas. Ou seja, a habilidade mais importante não será conseguir dados e analisá-los, mas sim, ter as ideias de que ações serão tomadas, que testes serão feitos, quais experimentos serão testados e quais protótipos teremos que colocar em prática.”

Agente de mudança da inovação

“Por mais rápidas e dinâmicas que sejam as mudanças tecnológicas e a inovação que consumimos, as empresas precisarão de pessoas que deverão assumir a responsabilidade de transformação da cultura de inovação. Isso acontece hoje parcialmente em empresas com áreas de inovação, ou até dentro do próprio RH, mas diante de um mundo tão caótico, essas posições serão consideradas essenciais muito em breve.”

Fonte: Forbes

Pesquisa elege os países que mais estimulam inovação digital

Estudo compara as nações de acordo com grupos econômicos ou regiões nos últimos três anos; Brasil aparece em destaque e ocupa a 3º posição entre os países do G20

O Centro Europeu para Competitividade Digital da Europe Business School, publicou mais uma edição da pesquisa Digital Riser Report, que analisa o avanço de 140 países no setor tecnológico. O estudo compara as nações entre seus pares nos últimos três anos; a Europa, por exemplo, é analisada em relação à América do Norte ou entre membros do G20.

Os dois fatores considerados na análise foram como os países progrediram em relação aos seus pares e quais foram as melhores práticas dos líderes em sua região ou seu grupo econômico. O levantamento também realçou iniciativas e desenvolvimentos implementados pelos governos, baseando-se no que se provou bem-sucedido em sua região e no resto do mundo.

De acordo com a pesquisa, o Canadá obteve o melhor desempenho entre os país do G7 (grupo das sete economias mais desenvolvidas do mundo) no período entre 2018 e 2020, enquanto a Itália subiu da última posição na pesquisa anterior para a segunda posição na atual. Japão e Alemanha, por sua vez, caíram para as piores classificações dentro do grupo.

No G20, as duas principais economias do mundo obtiveram performances divergentes. Enquanto a China ganhou amplos espaços em concorrência digital, os EUA perderam no mesmo intervalo de tempo. Neste grupo, a pesquisa constatou que os três melhores países no ranking foram, respectivamente, China, Arábia Saudita e Brasil. Alemanha, Japão e Índia ficaram nas últimas posições.

A comparação do desempenho entre os países pelos critérios de análise, baseado no Relatório de Competitividade Global (Global Competitiveness Report) do Fórum Econômico Mundial, é realizada por meio do confrontamento do ecossistema do país e sua país e sua mentalidade em relação à concorrência digital. Os dados oferecidos pelo Banco Mundial e pela União Internacional de Telecomunicações também são levados em consideração no estudo.

Apesar de utilizar dados do Global Competitiveness Report, o Digital Riser Report possui duas diferenças metodológicas primordiais em relação a ele. Primeiro, enquanto o Global Competitiveness Report avalia a competitividade geral entre os países, o Digital Riser Report compara a concorrência digital apenas como as indicadas por seu ecossistema e mentalidade. A segunda diferença está no tempo de análise de cada estudo, pois o Global Competitiveness Report baseia-se em um intervalo de 12 meses, e o Digital Riser Report avalia as mudanças nos últimos três anos.

Como exemplo, a pesquisa mostra o plano da China para implementar um impulso ao empreendedorismo e à inovação. Com a iniciativa de China 2025, o país asiático providenciou suporte a dez setores chave com o objetivo de se tornar um líder global.

Já o Vietnã planeja tornar a área digital responsável por 30% de seu PIB até 2030, enquanto a Hungria pretende se tornar um dos 10 países líderes em tecnologia digital da Europa até o fim desta década.

A Itália iniciou o programa “República Digital” (“Repubblica Digitale”, em italiano), que visa superar a divisão digital, promovendo a inclusão digital e fortalecendo o desenvolvimento de habilidades digitais entre seus cidadãos.

Segundo o estudo, o Brasil iniciou esforços públicos e público-privados para estimular o empreendedorismo, com programas como o InovAtiva Brasil, StartOut Brasil e o Comitê Nacional de Iniciativas de Apoio a Start-Up.

No Egito, o governo apoiou o desenvolvimento de seis parques tecnológicos para alimentar a inovação e o empreendedorismo. O governo do Canadá, por sua vez, investiu mais de US$ 1,2 bilhão nos “Superclusters de Inovação” para acelerar os negócios inovadores.

Fonte: Época Negócios

FAPESP divulga segunda edição do levantamento sobre as atividades de CT&I em São Paulo

Iniciativa realizada em parceria com a Fundação Seade vai atualizar informações sobre as atividades científicas e tecnológicas desenvolvidas no Estado, além de recursos financeiros

A FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, divulgou a segunda edição do levantamento de informações sobre pessoal e recursos financeiros mobilizados por instituições não empresariais executoras de atividades científicas e tecnológicas em 2020.

A pesquisa será conduzida pela Gerência de Estudos e Indicadores (GEI), criada pela FAPESP em 2017 com o objetivo de reforçar as atividades de desenvolvimento e produção de indicadores de ciência, tecnologia e inovação (CT&I ) do Estado de São Paulo, por meio do aperfeiçoamento das metodologias e das formas de acesso a dados.

O primeiro levantamento primário da GEI sobre o sistema paulista de CT&I, foi realizado em 2019, em parceria com a Fundação Seade, com base no ano de 2018. Segundo Sinésio Pires Ferreira, gerente da GEI, esta foi uma iniciativa pioneira no país que, pela primeira vez, permitiu gerar os indicadores de dispêndio em pesquisa e desenvolvimento sob a ótica da execução, assim como a matriz financiamento versus execução dessas atividades.

A ação resultou não somente no ganho metodológico, mas também na ampliação do universo das organizações consideradas no cálculo desses indicadores, incorporando instituições privadas sem fins lucrativos e as instituições que prestam serviços de saúde ao mesmo tempo em que realizam atividades relevantes de P&D.

Nesta segunda edição do levantamento, também em parceria com a Fundação Seade, será possível atualizar as informações sobre as atividades científicas e tecnológicas desenvolvidas em instituições localizadas no Estado de São Paulo, especialmente a composição de seus quadros de profissionais e de pesquisadores, assim como as fontes e destinações de seus recursos financeiros.

Além desta iniciativa, a FAPESP tem buscado institucionalizar e ampliar o acesso a fontes secundárias de dados, por meio de Termos de Cooperação Técnica estabelecidos com instituições produtoras de informações, em âmbito estadual e federal.

O diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo (CTA) da FAPESP, Carlos Américo Pacheco, afirma que o objetivo é fornecer subsídios para orientar as decisões dos gestores das instituições de ensino e de pesquisa e dos formuladores e executores da política científica e tecnológica do Estado de São Paulo, além de informar aos pesquisadores e à sociedade sobre tema de tamanha relevância.

A G.A.C. Brasil tem a frente de fomento que trabalha parcerias junto a entidades como a FAPESP. Também nesta área de fomento, proporcionamos competividade por meio do uso da Lei do Bem, incentivo fiscal à inovação, além de disponibilizar as melhores opções de financiamento para PD&I para a sua empresa.

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Confiança do Empresário Industrial sobe para 63,2 pontos em agosto, aponta CNI

Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) atingiu 63,2 pontos, bem acima da média histórica de 54 pontos, e o maior indicador deste ano

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aumentou 1,2 ponto frente a julho e alcançou 63,2 pontos em agosto. Este é o quarto mês consecutivo de avanço do indicador, período no qual acumula alta de 9,5 pontos.

O índice varia de zero a 100 pontos, sendo que valores acima de 50 pontos indicam confiança do setor de indústria. Foram entrevistados 1.477 empresários, dos quais 580 de pequeno porte, 558 de médio porte e 339 de grande porte, entre 2 e 6 de agosto.

De acordo com a CNI, o Índice de Condições Atuais, um dos componentes do índice de confiança da indústria e que mostra a percepção sobre as condições nos últimos seis meses, aponta uma percepção mais positiva do estado atual da economia brasileira e das empresas. 

Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI, explica que esse é o maior índice do ano e está bem acima da média histórica de 54 pontos.

“Já são 13 meses consecutivos de confiança. Por estar bem acima da linha divisória de 50 pontos há alguns meses, o ICEI vem indicando otimismo forte e disseminado na indústria”, destaca. 

O indicador é composto pela percepção do momento atual e pela expectativa para os próximos seis meses e esses dois componentes registraram avanço em agosto de 2021.

O índice cresceu 1,8 ponto para 57,5 pontos, enquanto o Índice de Expectativas, que já estava em um patamar elevado, avançou 0,8 ponto, atingindo 66 pontos.

Fonte: CNI

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Publicado decreto que institui Política de Ciência, Tecnologia e Inovação de Materiais Avançados

Documento estabelece que o MCTI ficará responsável pela elaboração de plano para o desenvolvimento e inovação de materiais avançados no Brasil, por vigência de quatro anos

O Decreto nº 10. 746, que institui a Política de Ciência, Tecnologia e Inovação de Materiais Avançados e o Comitê Gestor de Materiais Avançados, foi publicado recentemente no Diário Oficial da União. O documento assinado pelo governo durante o evento de inauguração da maior fábrica de grafeno da América Latina, estabelece que o MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações será responsável pela elaboração do Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação de Materiais Avançados, com vigência de quatro anos. 

Conforme o decreto, o material avançado é aquele que, devido às suas propriedades intrínsecas ou ao seu processo tecnológico de preparação, possui a potencialidade de gerar novos produtos e processos inovadores de elevado valor tecnológico e econômico, de elevar o desempenho, de agregar valor ou de introduzir novas funcionalidades aos produtos e processos tradicionais.

O documento estabelece ainda que, a Política de Ciência, Tecnologia e Inovação de Materiais Avançados tem a finalidade de orientar o planejamento, as ações e as atividades de pesquisa, desenvolvimento tecnológico, inovação e empreendedorismo na cadeia de valor de materiais avançados no Brasil. O objetivo é agregar valor a produtos, serviços e processos para a promoção do desenvolvimento social e econômico.

A Política terá como objetivos, em relação a materiais avançados, fomentar a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação tecnológica e estimular o empreendedorismo de base tecnológica; promover o domínio das tecnologias envolvidas na cadeia de valor associada aos minerais e à biomassa para a produção de materiais avançados; incentivar a capacitação, a formação e a fixação de recursos humanos especializados; promover a criação, a ampliação e a modernização de infraestruturas necessárias à cadeia de valor de materiais avançados; fortalecer a cooperação internacional na qualidade de agente acelerador do desenvolvimento setorial e promover a sua integração e a sua transversalidade com as políticas públicas setoriais.

O documento também institui o Comitê Gestor de Materiais Avançados, que será presidido pelo MCTI e também terá representantes dos Ministérios da Defesa, da Economia, da Agricultura Pecuária e Abastecimento, da Saúde, de Minas e Energia, do Meio Ambiente, além do Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa.  O comitê será responsável por propor revisões, atualizações e programas, metas e prioridades de governo referentes aos materiais avançados.

A G.A.C. Brasil realizou um evento sobre materiais avançados em parceria com o SENAI de São Bernardo do Campo (SP), onde existe um Instituto SENAI de Inovação em Materiais Avançados (ISI),

que é aberto para estudar propostas e projetos da comunidade de inovação, empresários e pesquisadores.

Trazemos neste evento online os convidados Anderson Maia, Coordenador de Relacionamento com a Indústria e Marketing do SENAI, especialista em polímeros e Gustavo Spina Gaudêncio de Almeida, Coordenador de Tecnologia do SENAI e um dos mais importantes pesquisadores brasileiros nos temas abordados. Moderação de Durval Garcia, na época Gerente de Inovação da G.A.C. Brasil e atualmente Head de Inovação na empresa.

Assista aqui o webinar SAINDO DA CRISE: Como Desenvolver Projetos de Inovação Junto ao ISI https://youtu.be/vJEcn2QQjcE e se quiser desenvolver seu projeto neste setor, conte com a nossa assessoria!

Previsão de crescimento da economia é para 4,9% em 2021

O otimismo em relação ao PIB é resultado da queda dos impactos econômicos da pandemia nos meses de março e abril deste ano. A expectativa anterior, projetada em março, era de 3%.

De acordo com a projeção realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a economia brasileira deve registrar crescimento de 4,9% neste ano, em comparação com 2020.

Em março, a expectativa era de expansão de 3%, no entanto, segundo a confederação, essa revisão aconteceu devido aos impactos da segunda onda da pandemia sobre a atividade produtiva serem menores do que o esperado. 

Tendo em vista este cenário, para o PIB industrial, é projetado um aumento de 6,9%, neste ano, sendo que a indústria de transformação deve ficar 8,9% maior em relação ao ano passado.

Robson Braga de Andrade, presidente da CNI, explica a a importância do crescimento da indústria por seu efeito multiplicador na geração de riquezas no país. “A indústria é o setor com maior capacidade de puxar o crescimento da economia. Cada R$ 1 produzido na indústria de transformação gera outro R$ 1,67 na produção da economia como um todo, sendo que, deste R$ 1,67, R$ 0,84 são gerados no setor de serviços”, diz.

Para ele, os percentuais de crescimento são significativos, mas 2020 foi um ano com paralisação muito forte da atividade industrial em abril, puxando a média do ano para baixo, apesar da rápida recuperação. “Um fator determinante para o crescimento econômico será o aumento dos investimentos”, afirma Robson Andrade. 

Segundo o economista-chefe da CNI, Renato da Fonseca, o empresário industrial está mais confiante e com maior intenção de investir. “Apesar do aumento dos juros pelo Banco Central, as taxas continuam baixas para o padrão brasileiro dos últimos anos. Além disso, a utilização da capacidade instalada segue elevada, o que sugere necessidade de investimentos para ampliar a produção”, afirma Fonseca

A avaliação é que a política fiscal, por sua vez, continuará atuando de forma positiva com relação à demanda agregada. Ainda que a diretriz continue sendo a busca pelo equilíbrio fiscal, o nível de gasto do governo será menor que o de 2020, mas superior ao de 2019.

Embora a indústria esteja em fase de recuperação, ainda exibe sinais de dificuldade. A indústria de transformação brasileira viu sua produção encolher, em termos reais, nos últimos dez anos, principalmente pelos fatores que compõem o Custo Brasil. De 2010 a 2020, o valor adicionado da indústria de transformação se reduziu 1,6% ao ano, em média. Como consequência, o PIB do Brasil cresceu apenas 0,3% ao ano.

Seu crescimento e impulsionamento na economia brasileira, dependem da aprovação de uma reforma tributária ampla, baseada em um imposto sobre valor adicionado, que elimine as distorções do sistema tributário brasileiro. O modelo atual gera distorções nos preços relativos da economia, o que desestimula os setores industriais, sobretudo os de cadeia produtiva longa. 

MCTI E CNPQ LANÇAM CHAMADAS PARA BOLSAS DE PRODUTIVIDADE EM PESQUISA COM O VALOR SUPERIOR A R$ 407 MILHÕES

Chamadas lançadas na última terça-feira (22), serão destinadas ao aumento da produção científica, tecnológica e de inovação no país

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações lançou nesta terça-feira (22), em conjunto com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), dois editais com valor superior a R$ 407 milhões.

Os recursos serão destinados a bolsas de Produtividade em Pesquisa (PQ) e bolsas de Produtividade Sênior (PQ-SR), voltadas a incentivar o aumento da produção científica tecnológica e de inovação no país.

O ministério também lançou uma terceira chamada voltada a prospecção de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação em terapias avançadas, com objetivo de identificar, para eventual financiamento, estudos com ensaios pré-clínicos em fases I, II ou III nas áreas de terapia gênica, terapia celular avançada e produtos de engenharia tecidual.

Durante o lançamento das chamadas, representantes do MCTI, do CNPq e parlamentares destacaram a importância da ciência para o país e o papel do conhecimento gerado pelos pesquisadores brasileiros.

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, reforçou o trabalho da pasta em garantir o pagamento das bolsas de pesquisa desde o início da gestão, e a importância dos pesquisadores nacionais.

Evaldo Vilela, presidente do CNPq/MCTI, destacou a posição do país na produção de conhecimento científico e a importância dos recursos em manter a continuidade das pesquisas.

Já o secretário de Pesquisa e Formação Científica do MCTI, Marcelo Morales, falou sobre o edital de prospecção de terapias avançadas. A ideia, segundo ele, é inserir o país dentro da revolução que acontece dentro dessas áreas de pesquisa e entregar resultados que podem ser usados pelo Sistema Único de Saúde.

Para informações completas sobre os editais, acesse o site do CNPq: gov.br/cnpq.

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Estudo mostra que inovação e tecnologia são prioridade para empresas mesmo no período de Pandemia

Pesquisa feita pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil e H2R Pesquisas avalia o investimento em automação de processos como fator prioritário

Em uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil com apoio da H2R Pesquisas, foi constatada a tendência do empresariado brasileiro em investir em inovação e tecnologia para aprimorar seus processos, mesmo frente a desafios causados pela pandemia.

Os resultados do estudo foram compilados em dezembro do ano passado e os setores pesquisados foram o de saúde, que contempla indústria farmacêutica e de insumos médicos; o de alimentos, que envolve alimentos processados, bebidas, panificação, frutas, legumes e verduras; e a indústria em geral considerando cosméticos, higiene, beleza, química, têxtil, calçados e mercado pet.

Cerca de 95% das empresas afirmaram que pretendem investir ao menos um pouco em inovação e tecnologia neste ano. Foi possível identificar também que a pandemia acelerou os investimentos em canais de vendas digitais para 46% das empresas consultadas.

Conforme os padrões GS1, que são globais, aparece como item principal o código de barras de identificação de produtos, de grande relevância para automatizar os processos de venda de produtos, compras e gestão empresarial. 71% das empresas pesquisadas usam o código de barras como identificador em todo seu portfólio de produtos.

Entre os benefícios logísticos dos códigos de barras estão custo baixo de implantação, uso amplamente difundido no mercado nacional e internacional, gerenciamento de estoque, melhorias no abastecimento, gestão da produção e precisão na leitura. Por vantagens como essas, 83% dos produtos em circulação no país têm o código de barras como padrão para identificá-los nos sistemas automatizados.

A automação dos processos logísticos depende fundamentalmente de um cadastro preciso de todos os itens produzidos pela indústria para garantir também a gestão do fluxo de documentação em todas as áreas envolvidas, por exemplo, em distribuição, faturamento, controle de estoque, reposição em gôndolas, checkout do varejo e outras.

O cadastro de produtos tem no código de barras um aliado para evitar inconsistências em processos que causam prejuízos à cadeia de abastecimento como atrasos em entregas, compras e carregamentos emergenciais, divergências entre pedido e nota fiscal, inconsistência no controle de inventário e recusa do varejo por inconsistências entre os dados da nota e pedido. Esses itens foram mencionados por pelo menos 37% das empresas participantes da pesquisa.

Fonte: Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil e H2R Pesquisas

Indústria automotiva conta com incentivos para inovar

EMBRAPII mantém forte atuação no fomento à inovação e disponibiliza centros de pesquisa para o desenvolvimento de projetos

Com o intuito de fortalecer e modernizar a indústria automotiva no Brasil, a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) mantém uma forte atuação no fomento à inovação e disponibiliza centros de pesquisa para o desenvolvimento de projetos.

Ao todo, foram executados 84 projetos nesta área beneficiando 120 empresas, desde startups até as grandes montadoras multinacionais, alavancando um total de R$ 97 milhões em investimentos no setor.

Desde 2019, a organização social mantém contrato de gestão com os ministérios de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Educação (MEC) e Saúde (MS), e se mantém como coordenadora do Programa Prioritário do Rota 2030, política do governo federal em apoio à cadeia de fornecedores do setor em todo o Brasil.

Este segmento contabiliza 34 projetos contratados e mais de R$ 36 milhões investidos em projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), que incluem conectividade, biocombustíveis, inteligência artificial, materiais, sensores e inteligência, entre outros.

De acordo com a Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, o Brasil é o nono maior em produção de autoveículos no ranking global, porém o 26º na lista de exportadores em valores, além de ocupar a penúltima posição entre os 18 países em desenvolvimento quando o assunto é competitividade.

Segundo Carlos Eduardo Pereira, diretor de Operações da EMBRAPII, a inovação é uma importante ferramenta para fortalecer a indústria nacional e para acompanhar as mudanças e o desenvolvimento global do setor. 

Para as propostas específicas no âmbito do Rota 2030, a EMBRAPII tem uma linha especial de financiamento que pode chegar a até 50% do valor total do projeto. Das 64 Unidades que fazem parte da rede da instituição, 30 atuam com projetos de mobilidade e logística.

Conheça alguns projetos desenvolvidos na área automotiva:

Robô Snake – Diferentemente de outros robôs que, atualmente, operam na linha de montagem, ele é capaz de alcançar locais de difícil acesso em espaços restritos para desempenhar diferentes funções como inspeção de soldas, aplicação de selantes, pinturas e outros tipos de análises de vídeo, por meio de uma câmera instalada em sua extremidade. O projeto é uma parceria com a multinacional General Motors e foi desenvolvido por pesquisadores da Unidade EMBRAPII ISI Laser, em Joinville, Santa Catarina.

Eletropostos – A EMBRAPII apostou na ideia da criação de eletropostos que tenham tecnologia 100% nacional, o que aumenta o custo-benefício e movimenta a economia brasileira. O projeto é desenvolvido pela Unidade EMBRAPII – CPqD, em Campinas, em parceria com a empresa PHB Eletrônica.

Check-up veicular – Em parceria com a startup Wings, de Pernambuco, a EMBRAPII e os pesquisadores da Unidade EMBRAPII Cesar desenvolveram o assistente veicular: V@I, dispositivo pessoal que entrega informação segura e precisa, como indicações de falhas e aspectos da saúde do carro em tempo real, evitando prejuízos causados pela falta de manutenção do carro, localização, alertas de revisão periódica, hábitos de direção, cerca eletrônica, além de gerar dados para que as concessionárias possam oferecer serviços mais personalizados aos donos de veículos.

A G.A.C. Brasil é uma consultoria de referência em gestão estratégica de inovação, que atua com excelência no processo de desenvolvimento e habilitação do programa Rota 2030 na sua empresa.

Assessoramos as empresas na obtenção dos incentivos fiscais relacionados à PD&I, por meio de uma equipe especializada de alto nível.

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Segundo dados da pesquisa FIA Employee Experience (FEEx), realizada pela Fundação Instituto de Administração (FIA), o diretor-presidente (CEO) deve ter uma alta exposição aos colaboradores e reconhecimento para que seja exemplo de propósito de trabalho na organização.


Cerca de 70% dos entrevistados afirmaram conhecer o principal executivo da empresa onde trabalham.

De acordo com Filipe Talamoni Fonoff, pesquisador e coordenador técnico da pesquisa, o fato de os colaboradores conhecerem o CEO faz com que as metas sejam mais incorporadas.

Ele acrescenta que, o CEO influencia a tomada de decisões por parte dos funcionários e, por isso, deve pensar em quais atitudes e ações realiza.

Conforme o levantamento, em organizações onde a principal liderança da companhia é mais conhecida pelos colaboradores, há um clima organizacional melhor, com desempenho também mais positivo. Portanto, quanto mais próximo das pessoas, maior será a confiança em suas decisões e ações.

Além disso, o aspecto de maior influência das principais lideranças na cultura da empresa é a inovação. Dados da pesquisa mostram que, para 28% das empresas mais bem avaliadas, o CEO deve entregar novidades à companhia.

É possível verificar que nas organizações de grande porte, com mais de 1.500 funcionários, o CEO também é sinônimo de estabilidade e segurança.15% dos entrevistados evidenciaram no líder tal característica.

“Que dita o ritmo da inovação, quem a traz, quem de fato vai tornar a empresa inovadora é o CEO, independentemente do porte”, afirmou o coordenador da pesquisa.

Uma gestão estratégica de excelência depende principalmente dos C´Levels.

A G.A.C. Brasil oferece uma forma eficiente de ajudar os CEOs a alinharem os seus times e caminharem para a inovação, por meio da identificação dos gaps – avaliação do estado de inovação da empresa.

Todo o nosso diagnóstico do estado de inovação é realizado através do InnoSurvey®, plataforma inédita no Brasil, baseada em Inteligência Artificial e Deep Learning, que realiza uma análise de 360° das capacidades de inovação de uma empresa.

InnoSurvey® proporciona um diagnóstico de estratégia, cultura, liderança, papéis e habilidades, processo e capacidades de inovação, referência de desempenho com os melhores concorrentes intra e extra do setor, e uma análise ao longo de 16 eixos cobrindo todo o processo de inovação: da ideia ao marketing.

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