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Fapesc lança edital de R$ 1,8 milhão para pesquisas relacionadas ao carvão mineral

Chamada pública tem o objetivo de gerar pesquisas aplicadas e plantas piloto para criação de novos produtos, a partir do carvão

A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) lançou uma chamada pública com investimento de R$ 1,8 milhões, direcionada à pesquisadores de Santa Catarina que estudam materiais e tecnologias para uso do carvão mineral. Os recursos pertencem ao fundo criado a partir da arrecadação de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM).

Ao todo, serão contemplados três projetos de até R$ 600 mil cada. O recurso pode ser utilizado no custeio da pesquisa (até 80% do valor total) e no pagamento de bolsas de R$ 450,00 a R$ 800,00 para alunos com vulnerabilidades sociais (até 20% do orçamento).

De acordo com Fábio Zabot Holthausen, presidente da Fapesc, o objetivo é gerar pesquisas aplicadas e plantas piloto para criação de novos produtos a partir do carvão, gerando alternativas para esta matriz energética para a região Sul e para o estado de Santa Catarina.

O edital 35/2021 já está disponível no site da Fapesc. O projeto pode ser submetido até 20 de setembro de 2021. Para mais informações, acesse: www.fapesc.sc.gov.br ou envie e-mail para pesquisa@fapesc.sc.gov.br.

Do carvão à ciência

A partir da lei estadual 14.127, de 2007, e do decreto 1.493, de 2008, foi criado um fundo para os royalties do carvão e determinada a aplicação em pesquisa. Um dos grandes resultados foi a implantação de um Centro de Inteligência de Pesquisa e Desenvolvimento da Indústria do Carvão, no Sul do estado.

Fernando Luiz Zancan, presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral, explica que a Fapesc foi o veículo escolhido pelo governo para viabilizar via editais públicos a melhor aplicação destes recursos. Ele acrescenta que, a lei foi extremamente importante e a Fapesc vital para viabilizar a execução desta lei.

Até então, os recursos dos royalties do carvão mineral eram destinados diretamente ao caixa do governo e absorvidos pelo orçamento. Hoje, são encaminhados para que a Fapesc possa organizar e destinar investimentos a projetos de pesquisa e inovação para a cadeia produtiva e para a indústria do carvão.

Quase R$ 11 milhões em novas pesquisas

Desde 2008, foram lançados cinco editais com recursos da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais, totalizando quase R$ 11 milhões em novas pesquisas. O maior investimento foi realizado na chamada pública 08/2013, que destinou R$ 5.047.620,00 para um projeto desenvolvido pela SATC (Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina).

Hoje, na instituição, as pesquisas relacionadas ao carvão mineral estão entre as de maior relevância. O último edital, lançado em 2019, distribuiu recursos entre seis projetos de três instituições de ensino superior: a SATC, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc). Um dos estudos da Unesc, por exemplo, prevê o desenvolvimento de materiais a partir dos rejeitos do carvão para produção de células fotovoltaicas, reforçando a produção de energia elétrica.

Transição energética justa

Os poderes Executivo e Legislativo de Santa Catarina trabalham em conjunto para a implantação de uma Política Estadual de Transição Energética Justa. Para isto, em julho deste ano, o Governo de Santa Catarina encaminhou à Assembleia Legislativa um Projeto de Lei que institui a nova política estadual do carvão. O plano tem a finalidade de promover o desenvolvimento sustentável das cadeias produtivas catarinenses, promover emprego e desenvolvimento.

Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon, é fundamental encontrar soluções inovadoras que envolvam tecnologias limpas, novos modelos de negócios e políticas públicas integradas, de forma a contemplar todos os setores, atrair investimentos e acelerar a geração de empregos nas regiões.

O Projeto de Lei está em análise na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa de Santa Catarina. Depois passará por mais três comissões – a de Finanças e Tributação; a de Trabalho, Administração e Serviços Públicos; e de Economia, Ciência, Tecnologias, Minas e Energia – para depois ser submetido ao plenário.

Fonte: Governo de Santa Catarina

Sistema Fiep prevê aporte de milhões em Chamada Paranaense de Inovação Industrial

Iniciativa prevê aporte financeiro de R$ 3,3 milhões para alavancar produtividade e competitividade das indústrias paranaenses

O Sistema Fiep, em parceria com a Plataforma de Inovação para a Indústria do Senai Departamento Nacional, lançou a Chamada Paranaense de Inovação Industrial. O objetivo do programa é estimular o crescimento da indústria do estado e incentivar a inovação no segmento.

De acordo com o presidente do Sistema Fiep, Carlos Valter Martins Pedro, a inovação é um dos principais caminhos para aumentar a competitividade e criar novas oportunidades de negócios para as indústrias, resultando em geração de empregos e renda. Ele acrescenta que o propósito do Sistema Fiep com o lançamento desta chamada é justamente incentivar o desenvolvimento de soluções e produtos inovadores no setor industrial paranaense.

A iniciativa apoiará projetos de inovação em parceria com os Institutos Senai de Tecnologia e Inovação no Paraná, com foco em melhorias ou novos produtos e aumento da produtividade industrial e prevê um aporte financeiro de R$ 3,3 milhões, distribuídos em três categorias:

  • até R$ 60 mil para soluções com foco em aumento da produtividade, como automação e digitalização de processos, sistemas para aumento de produtividade, simulação e modelagem e implementação de ferramentas inovadoras, entre outras;
  • até R$ 108 mil para soluções para melhoria ou desenvolvimento de novos produtos, como novos materiais, equipamentos, soluções em TI, sensores bioquímicos, entre outras;
  • até R$ 290 mil para soluções para resolver desafios da cadeia industrial, com a participação de um consórcio entre, no mínimo, três indústrias.

Poderão participar indústrias de todos os portes, regularizadas e com CNPJ no estado do Paraná, individualmente ou em associação com outras empresas ou grupos econômicos brasileiros.

Interessados devem enviar a proposta pelo site: senaipr.org.br/chamadaparanaense

Deseja saber como a G.A.C. Brasil pode auxiliar no processo de inovação estratégica em sua empresa?

A G.A.C. Brasil apoia o seu projeto e presta auxílio na inclusão dos principais editais direcionados ao fortalecimento da inovação. Trabalhamos com uma equipe multidisciplinar dedicada a fortalecer e promover o processo competitivo e inovador de todos os setores, em especial o setor industrial, com grandes empresas como Unilever e Colgate-Palmolive.

Além de escritório na região Sudeste do país (SP e RJ), estamos presentes no Sul, com escritório em Porto Alegre (RS).

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EMBRAPII investe em inovação do setor eletroeletrônico

Em seis anos, 572 projetos que envolvem Tecnologias da Informação foram capacitados, atendendo a demanda de 463 empresas dos mais diversos setores industriais

A indústria eletroeletrônica mantém um forte impacto na economia, gerando renda e emprego para o país. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), no último ano, o setor atingiu um faturamento de R$ 173,2 bilhões, apontando crescimento nominal de 13% em relação ao realizado em 2019.

Para que as empresas possam continuar aprimorando o seu processo produtivo e o desenvolvimento de produtos inovadores, a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) investe constantemente em recursos não reembolsáveis, junto à pesquisadores de sua rede de inovação, formada por 64 unidades.

Em seis anos, 572 projetos que envolvem Tecnologias da Informação e Comunicação como um todo (IoT, Hardware, IA, Integração de Sistemas) foram capacitados, atendendo a demanda de 463 empresas dos mais diversos setores industriais, atingindo o total de R$ 680,7 milhões em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I).

Para se aproximar ainda mais de empresas do setor eletroeletrônico, a EMBRAPII mantém um acordo estratégico com a Abinee. A proposta é criar um ambiente de pesquisa e estimular o desenvolvimento, estreitando a relação entre as Unidades EMBRAPII e as associadas.

A EMBRAPII também coordena o Programa Prioritário (PPI) em IoT/Manufatura 4.0 e o Hardware BR, mecanismos que direcionam recursos de empresas beneficiadas pela Lei de Informática (Lei nº 8.248/1991) para o desenvolvimento de atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) no País. Com os recursos foram criadas as redes de inovação em Inteligência Artificial e em Transformação de Digital, que oferecessem um ecossistema de inovação compartilhado e incentivam o desenvolvimento de projetos disruptivos e a construção de consórcios para desenvolver novas rotas tecnológicas e projetos disruptivos.  

Conheça alguns projetos EMBRAPII no setor eletroeletrônico:

Sensor de invasão

O aparelho, idealizado pela empresa Alfa Sense e desenvolvido pela Unidade EMBRAPII – CPqD, oferece segurança de perímetros e detecta, através de fibra óptica que atua como sensores de vibração ultrassensíveis, diferentes tipos de ameaças, ou seja, a cada toque na área monitorada o sistema interpreta o que pode ser uma invasão para emitir alertas em tempo real.

A tecnologia também pode funcionar em conjunto com outras soluções voltadas à proteção perimetral, o que representa um diferencial em relação a outros sistemas disponíveis no mercado.

Snap de TV Digital para celular

O Moto Power Pack & TV Digital, primeiro módulo snap 100% desenvolvido e fabricado no Brasil, também foi uma parceria com a EMBRAPII no início de suas operações. O snap vem com uma bateria de 2.800 mAh para carregar o smartphone e é compatível com Moto Z, Moto Z Play, Moto Z2 Play e Moto Z2 Force. Após encaixá-lo na traseira, o usuário precisa instalar um app e, assim, poderá sintonizar TV aberta no seu aparelho.

A G.A.C. Brasil assessora a sua empresa a obtenção de recursos de órgãos ou departamentos de fomento, como a EMBRAPII.

Deseja saber como aproveitar ao máximo os benefícios destinados ao fomento da inovação e aumentar o potencial inovador da sua empresa?

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Internet das Coisas: MCTI e EMBRAPII vão investir R$ 120 milhões para criar Centros de Competência em Hardware

Objetivo é tornar país referência internacional em PD&I em Plataformas de IoT, gerar novos negócios e levar produtos inovadores para o mercado

A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) vão selecionar dois institutos de pesquisas brasileiros e investir R$ 120 milhões, em cinco anos, para torná-los Centros de Competência em Hardware (chamados de CCH) para a indústria nacional. 

O objetivo da proposta é gerar conhecimento interno no Brasil, ampliando os conhecimentos em Plataformas de IoT – Internet das Coisas, dos institutos selecionados.

De acordo com Jorge Guimarães, diretor-presidente da EMBRAPII, as plataformas de IOT são uma área high tech e estratégica para o crescimento econômico do país, e o aproveitamento das oportunidades que são abertas para os novos produtos e serviços é crucial para promover a competitividade da indústria.

Neste primeiro ano, os selecionados receberão R$ 40 milhões. Os recursos podem ser utilizados na capacitação de pesquisadores e no desenvolvimento de pesquisas básicas, ainda embrionárias, mas que permitem avançar no conhecimento para produzir as futuras soluções tecnológicas da indústria.

Com o fortalecimento, os centros serão aptos a desenvolver a solução completa de hardware, que inclui componente físicos – como sensores e partes elétricas e mecânicas – dispositivos de comunicação, integração de sistemas, conectividade e segurança da informação.

Por meio desta iniciativa, espera-se atrair investimentos em inovação de grandes empresas que apostam no Brasil e estimular a criação de startups capazes de criar soluções tecnológicas de Hardware para diversos setores da economia, como 5G, telecomunicação, saúde ou agro.

Entre as estratégias do Programa está a associação de empresas brasileiras aos Centros de Competências de hardware, pagando uma quota de participação e recebendo, em contrapartida, uma série de benefícios. Entre eles estão: acompanhar o direcionamento das pesquisas, conhecer em primeira mão as descobertas alcançadas e acesso a laboratórios, treinamentos de profissionais e acesso aos profissionais qualificados do Centro para suporte no processo de inovação de acordo sua estratégia empresarial.

O avanço das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) no Brasil, demonstra como o país caminha cada vez mais para possuir uma representatividade do setor relevante em seu PIB, assim como já ocorre nos países considerados de primeiro mundo.

Isso sinaliza o potencial de expansão que as TICS podem oferecer ao país, sendo possível, portanto, alcançar a independência dos demais países e exportações de alto valor agregado em diversas áreas.

De acordo com dados levantados pela Firjan, o Brasil possui a maior taxa de crescimento global do setor e responde por mais da metade dos gastos de TIC na América Latina. Sendo assim, o país já assimilou a relevância da TIC como motor de sua aceleração socioeconômica.

A GAC Brasil trabalha com soluções que podem auxiliar no processo de inovação da sua empresa. Contamos com uma equipe especializada e dedicada a oferecer o serviço mais adequado às necessidades do seu negócio.

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EMBRAPII vai ampliar sua rede de centros de pesquisa em IOT Manufatura 4.0

Organização vai selecionar até quatro novos centros de pesquisas para integrar a rede de Unidades EMBRAPII

A EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) lançou uma chamada pública para selecionar até quatro novos centros de pesquisas para integrar a rede de Unidades EMBRAPII.

Cada grupo selecionado pela entidade receberá o aporte de R$ 5 milhões para desenvolver projetos em parceria com a indústria, na área de IoT/Manufatura 4.0. O anúncio foi feito pelo ministro da Ciência, Tecnologia e inovações, Astronauta Marcos Pontes, nesta última segunda-feira (3).

Através deste modelo de cofinanciamento proposto pela EMBRAPII, a seleção deve gerar cerca R$ 60 milhões em projetos de inovação. Embora a organização financie, em geral, 1/3 do valor dos projetos com recursos não reembolsáveis, é exigida uma contrapartida financeira da iniciativa privada e aportes das instituições de pesquisa envolvidas nos projetos.

Os interessados em participar da seleção, devem estar credenciados no Comitê da Área de Tecnologia da Informação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (CATI/MCTI), apresentar um Plano de Ação para três anos de operação e comprovar que já obtiveram pelo menos R$ 5 milhões em recursos de empresas industriais no desenvolvimento de projetos de PD&I, no período entre 2017 e 2020.

A previsão é que as novas unidades iniciem sua operação no 2º semestre.

Os candidatos selecionados vão atuar no âmbito do Programa Prioritário (PPI) em IoT/Manufatura 4.0 da EMBRAPII, instrumento do MCTI para apoiar projetos estratégicos na área de TICs.

As áreas de IoT e Manufatura 4.0 são de extrema importância para o fortalecimento das atividades de PD&I. A indústria 4.0 tem proporcionado a cada dia mais agilidade, flexibilidade e eficiência, permitindo, portanto, a constante evolução das empresas em busca por soluções tecnológicas no setor industrial brasileiro.

Caso a sua empresa tenha uma demanda tecnológica e precise de apoio, entre em contato conosco através dos nossos canais:

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A GAC Brasil é uma consultoria especializada com ampla experiência em fomento à inovação.

Tecnologias Estratégicas

Acordo assinado nesta última quarta-feira (7), prevê parceria com duração quatro anos podendo ser prorrogada por meio de Termo Aditivo

O MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, a Finep e o MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento assinaram nesta última quarta-feira (7), um Acordo de Cooperação para execução de atividades conjuntas para o fomento à pesquisa, desenvolvimento e inovação de empresas e Instituições de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – ICTs, que tenham uma ligação direta ou indireta com o setor agropecuário, para elevar os investimentos em PD&I.

O acordo prevê a realização de estudos e compartilhamento de informações próprios ou de órgãos e instituições públicas e/ou privadas, parceiras dos partícipes, para subsidiar tomada de decisões e publicações técnicas; construção de planos, programas, editais e outros meios que viabilizem:

1) Recursos que visem à capacitação tecnológica para o desenvolvimento do sistema produtivo, ou contribua para a autonomia tecnológica do país;

2) Fomentar o desenvolvimento de novas tecnologias e recursos genéticos, promovendo a adoção de novos produtos, processos e serviços vinculados;

3) Promoção da competitividade empresarial nos mercados nacional e internacional;

4) Promoção da sustentabilidade em toda a cadeia do agronegócio brasileiro, incluindo a cadeia de bioenergia a partir de biomassa renovável;

5) Promoção da ampliação e modernização da infraestrutura laboratorial de Instituições Científica, Tecnológica e de Inovação (ICTs) no País;

6) Estímulo à atividade de inovação nas Instituições Científica, Tecnológica e de Inovação (ICTs), parques e polos tecnológicos no País;

7) Estruturação de redes, alianças e projetos internacionais de PD&I com a formação e a capacitação de recursos humanos qualificados;

8) Promoção ações de apoio do empreendedorismo tecnológico e criação de ambientes de inovação;

– Buscar fontes alternativas de recursos que permitam suportar ações de fomento oriundas do acordo;

– Construir arcabouço jurídico que permita a operacionalização de recursos de diferentes fontes, nacionais e internacionais, para apoio às iniciativas oriundas do presente acordo.

Através desta parceria será possível realizar uma união das temáticas prioritárias entre o MCTI e o MAPA. Sendo o MCTI responsável por Tecnologias Estratégicas; Tecnologias Habilitadoras; Tecnologias de Produção; Tecnologias para Qualidade de Vida e Tecnologia para Desenvolvimento Sustentável.

Pelo MAPA, há os Eixos de Impacto e os Eixos Estratégicos, entre eles: Sustentabilidade; Bioeconomia; Digital; Inovação e Food Tech.

Confira a gravação da Assinatura de Acordo de Cooperação MCTI, MAPA e Finep: https://youtu.be/u9m2eKbQlFc

Presidente da Finep/MCTI, Waldemar Barroso, fala sobre liberação de R$ 7 bilhões para pesquisas em 2021

Entrevista exclusiva realizada pelo MCTI destaca novos investimentos em pesquisa básica, aplicada e inovação no Brasil ainda neste ano

A votação pelo Congresso Nacional realizada recentemente, para avaliar os dois vetos à Lei que dispõe sobre os recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – FNDCT, uma das principais ferramentas de financiamento da ciência e tecnologia no Brasil, é tema da última edição do Boletim Diário MCTI, que traz uma entrevista exclusiva com o presidente da FINEP/MCTI, Waldemar Barroso.

Durante a entrevista, Barroso destaca, além da votação, a influência da rejeição ao veto sobre o descontingenciamento do FNDCT, e esta rejeição é responsável pela liberação de recursos da ordem de R$ 7 bilhões para o fomento à pesquisa básica, aplicada e à inovação no Brasil no ano de 2021.

Confira ainda, na mesma edição do Boletim, o anúncio de investimentos, pelo Governo Federal, para o novo Programa Águas Brasileiras, que será desenvolvido em parceria por cinco ministérios, com ações que buscam garantir a segurança hídrica do país. Na ocasião, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, anunciou uma nova linha de crédito de R$ 500 milhões, por meio da Finep/MCTI, para o desenvolvimento de tecnologias de redução de resíduos sólidos e tratamento das águas.

Entrevista completa com o presidente da FINEP/MCTI, Waldemar Barroso: https://bit.ly/31Bipto

 

 

Tecnova II anuncia R$ 9,5 milhões em programa de incentivo à inovação tecnológica

Iniciativa do Governo do Estado executada pela Fundação Araucária e a Finep/MCTI conta com um recurso total de R$ 9,5 milhões

O programa Tecnova II, cujo objetivo é projetar o setor produtivo estadual no contexto nacional de incentivo à inovação tecnológica, será implantado por meio de uma parceria entre o Governo do Estado, sendo executado pela Fundação Araucária e a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Finep/MCTI).

A iniciativa conta com um recurso total disponível de R$ 9,5 milhões em inovação, englobando também projetos de enfrentamento ao coronavírus, e conta, ainda, com o apoio das superintendências de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e de Inovação (SGI), do Sebrae/PR e do Senai/PR.

Segundo o presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig, o Paraná possui uma teia de ecossistemas de inovação diferenciada, sendo justamente essa diversidade que faz com que seja possível alavancar recursos. Além disso, Wahrhaftig ressalta a alta qualificação na academia para auxílio na criação de riqueza e renda para o Estado, e na transformação da ciência e tecnologia em inovação.

O programa vai apoiar empresas com sede e foro no Paraná, que tenham faturamento bruto anual de até R$ 16 milhões. Os recursos disponibilizados nesta chamada serão destinados à subvenção econômica de até 25 projetos de inovação tecnológica. O valor solicitado como subvenção econômica na proposta deverá, obrigatoriamente, enquadrar-se entre o mínimo de R$ 180 mil e o máximo de R$ 380 mil.

Dado em caráter excepcional, a presente chamada terá como finalidade secundária o apoio a projetos de pesquisa e inovação que visem contribuir no desenvolvimento de novas soluções com foco emergencial no enfrentamento da pandemia, suas consequências e outras síndromes respiratórias agudas graves.

As áreas prioritárias que receberão financiamento pelo Tecnova II, são: Agronomia (Agricultura/Agronegócio); Saúde (Ciências da Saúde/Biomedicina/Biotecnologia); Energias Alternativas; Metalmecânica/Eletroeletrônica; e Tecnologia da Informação e Comunicação.

Luiz Márcio Spinosa, diretor científico, tecnológico e de inovação da Fundação Araucária, afirma que além da ciência, tecnologia e a inovação serem prioridades para o Governo do Estado, através desta parceria e sincronia de todos os órgãos públicos, privados e segmentos da sociedade, será possível promover o desenvolvimento do País e consequentemente benefícios para a população.

A GAC Brasil auxilia empresas privadas com estudos de viabilidade, uso otimizado da Lei do Bem e as melhores opções de financiamento para PD&I.

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CNPQ E MCTI LANÇAM CHAMADA PARA INSERÇÃO DE PESQUISADORES EM EMPRESAS INCUBADAS

Iniciativa faz parte do Programa Nacional de Apoio aos Ambientes Inovadores e vai destinar R$ 5 milhões para as propostas aprovadas

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) lançaram a chamada “Recursos humanos em áreas estratégicas, pesquisador na empresa incubada”, destinando recursos no valor total de R$ 5 milhões para as propostas aprovadas.

A iniciativa faz parte do Programa Nacional de Apoio aos Ambientes Inovadores – PNI e conta com o apoio Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap).

O objetivo é apoiar projetos que buscam contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação no Brasil, por meio da inserção de pesquisadores em microempresas e empresas de pequeno porte vinculadas às incubadoras em operação no país.

Os projetos deverão apresentar aderência a, no mínimo, uma das Áreas de Tecnologias Prioritárias do MCTI: “Tecnologias Estratégicas”, “Tecnologias Habilitadoras”, “Tecnologias de Produção”, “Tecnologias para o Desenvolvimento Sustentável” e “Tecnologias para Qualidade de Vida”.

São também considerados prioritários projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação das áreas do setor de saúde relacionados a soluções tecnológicas envolvendo a pandemia do novo coronavírus.

Recursos Financeiros

Os projetos terão o valor máximo de financiamento de R$ 90.000,00 (noventa mil reais) e poderão estar em estágio inicial ou em desenvolvimento nas empresas, ou seja, do TRL 2 ao TRL 5 (TRL – Technology Readiness Level – Nível de maturidade tecnológica atual do projeto).

6 – Itens Financiáveis

6.1 – Bolsas

6.1.1 – Serão concedidas bolsas, por até 18 (dezoito) meses, nas modalidades:

  1. a) DTI (Desenvolvimento Tecnológico Industrial), todos os níveis;
  2. b) EV (Especialista Visitante), todos os níveis; e
  3. c) SET (Fixação e Capacitação de Recursos Humanos), todos os níveis.

6.1.1.1 Deverá ser solicitada, ao menos, uma bolsa SET-A, SET-B ou SET-C (profissional com título de doutor) ou SET-D, SET-E ou SET-F (profissional com título de mestre).

As inscrições ficarão abertas até 26 de fevereiro de 2021, e as propostas deverão ser encaminhadas ao CNPq pelo Formulário de Propostas on-line disponível na Plataforma Integrada Carlos Chagas.

No formulário, deverão ser preenchidos a identificação da proposta, dados do candidato, instituições participantes, áreas do conhecimento predominante e do conhecimento correlatos.

O resultado final será divulgado no Diário Oficial da União até 2 de abril.

Para mais informações, acesse: https://bit.ly/36y9USy.

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Faperj investe R$ 438 milhões em ciência e inovação

Recursos foram destinados para auxílios à pesquisa, sendo priorizadas chamadas de ações emergenciais de enfrentamento da epidemia pela Covid-19

A Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj) anunciou a liberação de mais R$ 83 milhões, totalizando recursos no valor de R$ 438 milhões em Ciência, Tecnologia e Inovação, em 2020, aplicados em diversos projetos em todo o Estado do Rio de Janeiro.

Os recursos foram destinados para auxílios financeiros à pesquisa, sendo priorizadas chamadas de ações emergenciais para o enfrentamento da epidemia pela covid-19 com investimento superior a R$ 35 milhões. Além disso, a Faperj aplicou outros R$ 35 milhões em auxílios a redes de pesquisa em saúde, todas voltadas de forma parcial ou integral para estudos da covid-19 e outras pesquisas de vírus emergentes e reemergentes.

Segundo o presidente da Faperj, Jerson Lima Silva, devido a pandemia, o ano de 2020 trouxe um grande desafio para a Ciência mundial.

Para a Faperj, entre 2019 e 2020 houve uma retomada, de forma consistente, do financiamento à pesquisa, depois da profunda crise fiscal que se abateu sobre o Estado a partir de 2015.

Apesar de todo o sistema de produção de Ciência, Tecnologia e Inovação ter sido colocado em risco pela queda acentuada na arrecadação estadual entre 2015 e 2018, a Fundação conseguiu, com decisivo apoio da comunidade acadêmica fluminense, manter na integralidade o pagamento de todas as bolsas aos seus pesquisadores nesse período.

Somado ao êxito no fomento à pesquisa obtido pela Fundação desde 2007, permitiu também manter o funcionamento de alguns dos laboratórios mais importantes do país e assegurar a continuidade das pesquisas de mestrandos, doutorandos e pós-doutorandos.

De acordo com o secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro, Dr. Serginho, o último ano foi repleto de desafios e dificuldades, mas mesmo diante dos obstáculos a Faperj conseguiu dar andamentos a projetos, programas e investimentos importantes para a Ciência, Tecnologia e Inovação no Estado.

Para este ano, o secretário destaca que a meta é fortalecer a Ciência, Tecnologia e a Inovação através da economia criativa das startups, em diálogo com a iniciativa privada e parcerias público privadas.

Fonte: FAPERJ

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