G.A.C. Brasil

Tecnologia 5G deve injetar mais de R$ 88 bilhões no comércio brasileiro até 2035

Tecnologia 5G deve injetar mais de R$ 88 bilhões no comércio brasileiro até 2035

Representando o Ministério no Painel Telebrasil 2022, a secretária de Telecomunicações, Nathalia Lobo, discorreu sobre a chegada do 5G e como o varejo, indústria e agronegócio serão impactados pela tecnologia

Na última terça-feira (3), a secretária de Telecomunicações do Ministério das Comunicações (MCom), Nathalia Lobo, destacou durante o Painel Telebrasil 2022, o estudo realizado pela Nokia no qual indica que a chegada do 5G no país será responsável pela geração de um valor econômico total de R$ 1,2 trilhão até 2035, dos quais, R$ 88 bilhões correspondem ao montante gerado no varejo.

Além do impacto no comércio varejista, a secretária do MCom lembrou que diversos setores se beneficiarão com a chegada da tecnologia, “principalmente a indústria e o agronegócio”. Ela exemplificou essa transformação com a cobertura de 35 mil km de rodovias federais com internet de alta velocidade, compromisso assumido pelas operadoras vencedoras do leilão do 5G realizado em novembro do ano passado.

Para Nathalia, a logística de cargas contará com veículos autônomos, monitoramento online, documentos digitalizados e a Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) para garantir mais segurança aos funcionários e produtos. “Não é só mais um ‘G’. Vamos sair de uma banda larga para uma internet massiva, com vários dispositivos integrados e otimização de estoques, tudo para conseguir chegar ao consumidor final de uma forma mais inteligente”, afirmou.

Lobo lembrou que a tecnologia 5G chega a todas as capitais brasileiras ainda este ano e a todas as demais cidades até o final da década. “A intenção é promover inclusão digital para os brasileiros que ainda não possuíam acesso à conectividade, gerando uma nova demanda para o comércio eletrônico”, afirmou a secretária.

Sobre a nova tecnologia

O 5G é a quinta geração de redes móveis e de internet, cuja velocidade chega a ser, pelo menos, 100 vezes mais rápida do que a atual (4ª geração). A expectativa é de que com a sua implementação sejam abertas inúmeras possibilidades nos mais diversos setores.

Fonte: MCom

Compartilhe: