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ABDI vai investir em projetos de IA aplicada à indústria de transformação

Ao todo, quatro propostas serão selecionadas e contempladas com R$ 375 mil, para utilizar Inteligência Artificial em soluções no setor produtivo

Para estimular o uso e a difusão da Inteligência Artificial (IA) na indústria e contribuir para o processo de Transformação Digital Brasileiro, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) abriu um edital que vai selecionar e premiar quatro propostas de projetos-pilotos que contemplem a utilização das tecnologias de IA para implementação de soluções em empresas do setor produtivo.

O edital é voltado para a indústria de transformação e as propostas deverão apresentar projetos nas temáticas: previsão/planejamento da produção e gestão da produção/aumento de produtividade. 

Podem participar pessoas jurídicas da indústria de transformação com receita operacional bruta mínima anual de R$ 90 mil, tenham disponibilidade de dados proprietários oriundos de sistemas de gestão da produção, ferramenta de dashboard (BI), gestão de estoque, gestão de ativos ou de sensores em aplicações de IoT (Internet das Coisas). 

As quatro propostas com maior pontuação receberão, cada uma, uma premiação de R$ 375 mil a serem investidos na execução do projeto-piloto em todas as suas fases.

O prazo para recebimento das propostas vai até o dia 20 de setembro e a relação das selecionadas será conhecida no dia 28 de setembro. 

Acesse o edital: https://bit.ly/3tbL2Ko

Para mais informações, envie seu e-mail para ia@abdi.com.br 

Fonte: ADBI

A GAC Brasil é uma consultoria multinacional especializada em gestão estratégica da inovação, que presta assessoria às empresas na obtenção dos incentivos fiscais relacionados à PD&I, por meio de um trabalho customizado e uma equipe de alto nível.

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Programa Tecnova II anuncia R$ 7,5 milhões para 2ª rodada

Recurso será destinado para empresas inovadoras que desejam desenvolver complementos técnicos e inseri-los em soluções no mercado

A FAPESP lançou a segunda rodada do Finep-Tecnova II, programa direcionado para pesquisadores do Estado de São Paulo. Serão apoiados projetos de inovação em todas as áreas do conhecimento.

A iniciativa busca apoiar o desenvolvimento de produtos ou processos inovadores de empresas para o desenvolvimento de setores econômicos considerados estratégicos nas políticas públicas federais e aderentes à política pública de inovação do estado de São Paulo.

Podem participar empresas brasileiras de qualquer porte que atendam às condições especificadas na chamada e pretendam desenvolver complementos técnicos para permitir que soluções inovadoras sejam inseridas no mercado.

Entende-se por desenvolvimento da pesquisa para inovação tecnológica o esforço realizado, não exclusivo, mas principalmente nas atividades que:

I) são voltadas para a criação de novas tecnologias e novos conhecimentos com aplicações e objetivos práticos;

II) contribuam para formar recursos humanos qualificados na área do projeto;

III) assegurem ao produto viabilidade técnica para produção em escala;

IV) melhorem a qualidade do produto.

O total previsto para o apoio aos projetos de pesquisa selecionados é de até R$ 7,5 milhões. O valor máximo por proposta é de R$ 400 mil. Os projetos selecionados serão apoiados por até 24 meses.

As propostas devem ser submetidas pelo Sistema de Apoio à Gestão (SAGe) da FAPESP, no endereço https://fapesp.br/sage, até 25 de outubro de 2021. 

A chamada de propostas está publicada em: https://fapesp.br/15067.

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Sistema Fiep prevê aporte de milhões em Chamada Paranaense de Inovação Industrial

Iniciativa prevê aporte financeiro de R$ 3,3 milhões para alavancar produtividade e competitividade das indústrias paranaenses

O Sistema Fiep, em parceria com a Plataforma de Inovação para a Indústria do Senai Departamento Nacional, lançou a Chamada Paranaense de Inovação Industrial. O objetivo do programa é estimular o crescimento da indústria do estado e incentivar a inovação no segmento.

De acordo com o presidente do Sistema Fiep, Carlos Valter Martins Pedro, a inovação é um dos principais caminhos para aumentar a competitividade e criar novas oportunidades de negócios para as indústrias, resultando em geração de empregos e renda. Ele acrescenta que o propósito do Sistema Fiep com o lançamento desta chamada é justamente incentivar o desenvolvimento de soluções e produtos inovadores no setor industrial paranaense.

A iniciativa apoiará projetos de inovação em parceria com os Institutos Senai de Tecnologia e Inovação no Paraná, com foco em melhorias ou novos produtos e aumento da produtividade industrial e prevê um aporte financeiro de R$ 3,3 milhões, distribuídos em três categorias:

  • até R$ 60 mil para soluções com foco em aumento da produtividade, como automação e digitalização de processos, sistemas para aumento de produtividade, simulação e modelagem e implementação de ferramentas inovadoras, entre outras;
  • até R$ 108 mil para soluções para melhoria ou desenvolvimento de novos produtos, como novos materiais, equipamentos, soluções em TI, sensores bioquímicos, entre outras;
  • até R$ 290 mil para soluções para resolver desafios da cadeia industrial, com a participação de um consórcio entre, no mínimo, três indústrias.

Poderão participar indústrias de todos os portes, regularizadas e com CNPJ no estado do Paraná, individualmente ou em associação com outras empresas ou grupos econômicos brasileiros.

Interessados devem enviar a proposta pelo site: senaipr.org.br/chamadaparanaense

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10 tendências globais que toda empresa deveria ficar de olho para os próximos 15 anos

Veja como avanços tecnológicos e transformações sociais devem afetar o futuro do humano, do consumo e do dinheiro

Por muito tempo temia-se o avanço tecnológico e não tínhamos a noção de onde poderíamos chegar. O mundo passou por muitas mudanças radicais e tendências revolucionarias passaram a determinar o ritmo do mercado.

A aceleração constante de inovação e tecnologia permitiu que pessoas, em alguns países, por exemplo, já utilizem impressão 3D, programem uma geladeira para disparar pedidos de compras para alimentos que estão em falta, pedalem pelo sul da França num cenário gerado por realidade aumentada sem sair de casa, façam pagamentos em tempo real em plataformas de mensagem ou por QR Code.

Para gerar uma discussão e alimentar o debate sobre o tema, Erico Fileno, diretor Executivo de Inovação da Visa, compartilhou 10 tendências globais levantadas pela Visa que podem impactar globalmente as relações pessoais e comerciais nos próximos 15 anos, com base em três pilares: o futuro do humano, do consumo e do dinheiro.

Confira 10 tendências globais que toda empresa deveria ficar de olho para os próximos 15 anos

1. Identidade cada vez mais fluida

Se antes as identidades individuais eram determinadas por fatores externos, como nacionalidade, gênero e/ou até mesmo crenças, o conceito de modernidade líquida defendido por Zygmunt Bauman diluiu toda a noção de identidade, tornando-a fluida.

Termos como “identidade líquida” e “gêneros fluidos” estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia. Graças a conquistas recentes da comunidade LGBTQIA+ e reivindicações por direitos de equidades, evoluímos em temas como diversidade tanto na sociedade quanto nas empresas. Para se ter uma ideia, tem rede social, por exemplo, que possui mais de 70 opções de identidade de gênero para o usuário escolher.

2. Por um mundo com mais propósito

A pandemia da Covid-19 trouxe reflexões sobre a sociedade e o planeta. Como resultado, órgãos, empresas e governos ajustaram sua conduta e passaram a solucionar problemáticas globais como desigualdade racial, emissão de gases poluentes, desperdício de alimentos, escassez de água, assédio moral e sexual. Podemos destacar movimentos como Black Lives Matter e #metoo importantes conquistas nesse cenário.

3. Flexibilidade no trabalho e vida nômade

O nomadismo digital tornou-se uma grande tendência com a necessidade do isolamento social por conta da pandemia de coronavírus. Modelos híbridos ganharam força em diversas empresas como um meio de garantir o bem-estar das pessoas e adequar a rotina para os desejos da Geração Z.

De acordo com relatório de tendência realizado pela Euromonitor International, no momento pós-pandemia, as pessoas buscarão cada vez mais lugares ao ar livre, seja para lazer ou para trabalho.

4. Bem-estar acima de tudo

A busca por abordagens para garantir o bem-estar se tornou uma prioridade. A cada dia mais as pessoas favorecem qualidade de vida, desenvolvimento pessoal e equilíbrio emocional. Como grande aliado nessa direção, temos a tecnologia, para possibilitar experiências mais convenientes, aproximando as pessoas, gerando novas conexões e nos transportando para novas realidades.

5. Novas conexões, novos relacionamentos

As redes sociais ganharam tanto poder, a ponto de transformar a maneira como nos comportamos e nos relacionamos, e causar grande impacto social e cultural. Com a influência das plataformas sociais, passamos a criar personas diferentes de acordo com cada ambiente digital, multiplicando nossos perfis e conexões.

6. Metaverse e a expansão do universo

As fronteiras entre o mundo físico e digital foram derrubadas graças as ferramentas de Inteligência Artificial e realidade aumentada. Através destas experiências imersivas e disruptivas é possível, por exemplo, se beneficiar do conceito metaverse, o qual consiste em promover a interação de diversas pessoas em um ambiente virtual com experiências em 3D que se confundem com a realidade.

7. Conveniência em primeiro lugar

A experiência de compra passou por uma grande transformação, e, entre suas principais mudanças, dois conceitos ganham destaque: a necessidade de conveniência e segurança do uso de dados, tanto no ambiente online quanto no offline.

As novas tecnologias estão transformando nosso jeito de comprar e adquirir produtos e serviços. A experiência de compra em redes sociais, os meios de pagamentos sem fricção, a inteligência que prevê o comportamento do consumidor a partir do uso de dados, são apenas alguns exemplos dessa revolução que já estamos vivendo

8. Comércio ubíquo

Já imaginou que, num futuro breve, em vez de comprar, por exemplo, peças para montar um protótipo (MVP), você poderá imprimir os itens com sua impressora 3D? Isto porque o custo de impressoras 3D tem barateado e é possível até pagar parcelado. Com este conceito, é possível realizar a convergência total dos modelos de comércio virtual existentes, eliminando uma série de etapas no processo de compra e permitindo, inclusive, que o cliente crie o seu próprio produto e consumo.

9. Consumo consciente

O consumo atrelado a valores e ética é uma tendência global que começa a ter impacto no Brasil. Carbono zero tem sido o tema de instensas discussões em todo o mundo, com a ONU e o Painel de mudanças climáticas emitindo relatórios, alertas e procurando estabelecer metas para governos e populações reduzirem a emissão de carbono em suas operações, assim como realizando Campanhas para promover hábitos sustentáveis. É um dever de todos o compromisso com as mudanças nos hábitos de consumo.

10. A desmaterialização do dinheiro

Neste momento de pandemia, em que estamos muito mais cuidadosos, estamos presenciando cada vez mais a desmaterialização do dinheiro e os meios de pagamento estão passando por uma grande transformação. Na Visa, definiram tal transformação como a ‘desconstrução’ do plástico, numa referência aos cartões de crédito e débito neste material.

O que era identificado como algo físico virou uma credencial de pagamento digital, que permite transações mais rápidas, seguras e convenientes. O avanço das carteiras digitais, criptomoedas e pagamentos em tempo real são um sinal da evolução constante da indústria de pagamentos, turbinada por soluções disruptivas oferecidas por fintechs e bancos digitais.

Não temos noção de onde chegaremos com o avanço da tecnologia, mas precisamos estar preparados.

O que você achou destas 10 tendências globais que toda empresa deveria ficar de olho para os próximos 15 anos ?

A sua empresa está pronta para a revolução?

CNPq e MCTI lançam Chamada Universal com R$ 250 milhões para pesquisas

Chamada contempla projetos em duas faixas de investimento: de grupos emergentes, com projetos de até R$ 165 mil e de grupos consolidados, com projetos de até R$ 275 mil

O MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, divulgou na última terça-feira (31), por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), o lançamento da Chamada Pública CNPq/MCTI/FNDCT Nº 18/2021 – Universal, no valor de R$ 250 milhões.

O recurso tem R$ 50 milhões a mais que o liberado na última chamada, em 2018. O aumento se deve ao descontingenciamento do FNDCT – Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. O objetivo é fortalecer todo o sistema de CT&I do país, ao financiar pesquisas básicas em todas as áreas de conhecimento.

A Chamada Pública Universal possui duas categorias de financiamento. A primeira é para grupos emergentes, que são equipes de pesquisa que possuam, no mínimo, três doutores, sendo um deles o coordenador do projeto. A segunda é para grupos consolidados, que são os grupos de pesquisa que possuam, dentre seus membros, no mínimo, cinco doutores, de ao menos duas instituições distintas, sendo um deles o coordenador do projeto.

Segundo o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, astronauta Marcos Pontes, os presentes recursos da chamada podem beneficiar a qualidade dos cientistas brasileiros. “O Brasil tem cientistas de altíssimo gabarito internacional. Durante bastante tempo, o CNPq e o MCTI têm investido na ciência brasileira, que precisa de irrigação constante de recursos para ser sempre alavancada. Por isso essa chamada é tão relevante”, completa o ministro.

CNPq e MCTI: R$ 250 milhões para pesquisas

Marcelo Morales, secretário de Pesquisa e Formação Científica do MCTI, afirma que os jovens cientistas devem ser os principais favorecidos dessa chamada. “São projetos espontâneos, que irrigam a ciência nacional e que trazem benefícios à sociedade. Esses jovens poderão trabalhar em seus laboratórios com fomento importante para o projeto, mas também com bolsas de apoio técnico e de iniciação científica. Celebramos hoje um marco para a comunidade científica do Brasil”, conclui.

Para mais informações sobre a Chamada Pública Universal, acesse: gov.br/cnpq

Fonte: Governo Federal

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Marco Legal das Startups introduz novo modelo de contratação de inovação

Nova lei preenche uma lacuna importante ao criar estratégia de contratação de inovação direcionada a soluções tecnológicas

Foi sancionada pelo governo federal, no dia 1º de junho de 2021, a Lei Complementar nº 182, que instituiu o Marco Legal das Startups e do Empreendedorismo Inovador. A nova Lei reconhece e estabelece uma série de medidas de fomento às startups, que envolvem desde a regulação de instrumentos de mercado até a criação de regras para utilização de fundos para estímulo à pesquisa.

Um elemento central da Lei Complementar é a consolidação do entendimento das startups como atores importantes na promoção da inovação do país, na medida em que se identifica nessas empresas emergentes o potencial de criação e desenvolvimento de soluções de ponta, que podem ser aproveitadas tanto pelo mercado como pelo próprio poder público.

Os contratos que vierem e ser celebrados com a administração pública no âmbito das licitações especiais – Contrato Público para Solução Inovadora (CPSI), contemplam dois objetivos específicos: (i) o direcionamento do poder de compra do Estado para promover a inovação no setor produtivo; e (ii) o desenvolvimento e teste de soluções inovadoras para demandas práticas da administração, seguido da possibilidade de contratação para fornecimento, caso seja verificado o êxito.

Tais objetivos aproximam-se daqueles perseguidos pela Encomenda Tecnológica, prevista no Novo Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação, detalhado no Decreto 9.283/2018. No entanto, o CPSI diferencia-se da Encomenda ao não exigir que a solução contratada envolva risco tecnológico, o que amplia sua possibilidade de utilização, ao permitir o teste de tecnologias que já estão em estágio mais avançado de desenvolvimento, mas que ainda dependem de avaliações para a implementação em contexto específico.

Para a celebração do CPSI, são adotados critérios de seleção que priorizam o “potencial de resolução do problema”, “o grau de desenvolvimento da solução proposta” e a “viabilidade e maturidade do modelo de negócio”, que serão avaliados por comissão julgadora formada por pessoas de reputação ilibada e vasto conhecimento, incluindo professor de instituição de ensino superior.

A Lei estabelece uma sinalização clara quanto à importância de se adotar parâmetros alternativos a uma avaliação pura e simplesmente do menor preço. Após o julgamento, o procedimento prevê negociação para definir o formato de remuneração, que pode combinar preço fixo, reembolso de custos e vinculação a metas.

A previsão desta etapa faz com que o Contrato Público para Solução Inovadora guarde alguma proximidade com a dinâmica do Diálogo Competitivo, previsto na recente Lei de Licitações (Lei 14.133/2021), muito embora este último volte-se à contratação de soluções em estágio mais consolidado, não contemplando a fase de testes, e preveja uma fase mais ampla de negociação entre as participantes.

Apesar dos aspectos que diferem cada procedimento licitatório, há uma convergência para a adoção de mecanismos que permitam a seleção da melhor solução técnica para o problema identificado pela administração pública e de estratégias de estímulo a negociação, proporcionando condições econômicas mais vantajosas ao ente contratante.

Sendo assim, o Marco Legal de Startups preenche uma lacuna importante ao criar estratégia de contratação de inovação direcionada a soluções tecnológicas em estágio intermediário de consolidação, colocando-se como alternativa viável para empresas emergentes cujos produtos não são perfeitamente englobados pelos modelos da Encomenda Tecnológica e do Diálogo Competitivo.

Para Inovação Aberta, nós ofertamos o Ideation360, ferramenta de ideação mais completa do mercado. Consulte-nos e tenha um projeto e execução excelentes.

Fonte: TI Inside

Inova RS lança edital de 4 milhões para projetos de inovação

Iniciativa busca promover propostas de instituições gaúchas em parceria com empresas, entidades da sociedade, serviços autônomos e órgãos do poder público

O governo gaúcho lançou, em transmissão ao vivo nesta última segunda-feira (16), o novo edital do programa Inova RS.  O programa de inovação prevê R$ 4 milhões de investimento para apoiar projetos estratégicos.

De acordo com o governador Eduardo Leite, o grande investimento faz parte de uma iniciativa do Estado para promover e direcionar a economia para a inovação, gerando, portanto, empregos de acordos com as vocações de cada uma das regiões.

O presente edital busca propostas de instituições de ciência e tecnologia gaúchas em parceria com empresas, entidades da sociedade, serviços autônomos e órgãos do Poder Público que demonstrem interesse em executar projetos de inovação voltados ao desenvolvimento regional.

Luís Lamb, secretário estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia, destaca o edital como fonte de fomento econômico, com forte componente de agregação em valor de novas tecnologias às regiões. Ele acrescenta que todas as oito regiões geográficas funcionais serão contempladas com pelo menos uma proposta, e o apoio continuará por meio de outros editais que já estão também em curso e serão lançados em breve para apoiar o desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul.

Os projetos devem levar em consideração as visões de futuro próprias de cada ecossistema regional de inovação do Estado: Metropolitana e Litoral Norte; Sul; Fronteira Oeste e Campanha; Central; Vales; Noroeste e Missões; Produção e Norte; e Serra e Hortênsias.

O prazo para a submissão das propostas é de 45 dias. Já o prazo para a execução dos projetos é de 18 meses.

CRONOGRAMA
Lançamento do edital: 16/08/2021
Submissão de propostas: 18/09/21
Divulgação dos resultados preliminares: 23/10/21
Prazo para recursos: 30/10/21
Divulgação do resultado final (após recursos): 06/11/21

Sobre o Inova RS

O Inova RS visa conectar o Rio Grande do Sul para impulsionar transformações e, assim, incluir o Estado no mapa global da inovação a partir da construção de parcerias estratégicas entre participantes da quádrupla hélice da inovação – composta por empresas, sociedade, academia e governo.

Por intermédio do fortalecimento dos ecossistemas regionais de inovação fomentado pelo programa, espera-se que até 2030 o RS seja referência global em inovação como estratégia de desenvolvimento local”, afirmou o governo gaúcho.

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Inovação e mulheres executivas: desafios e perspectivas no Brasil

As mulheres executivas tem oferecido ao mercado uma valiosa contribuição para desenvolverem a inovação de suas empresas. Aliando o feeling à experiência; a facilidade de se dividir com as tarefas e de exercer a colaboração, as mulheres têm, cada vez mais, liderado processos de inovação no Brasil e no mundo. Venha se conectar conosco neste evento pensado para você, mulher! E os profissionais homens são bem-vindos! 🙂

Duas executivas – Camila Cazoto, gerente de inovação da Kimberly-Clark, e Daiane Oliveira, coordenadora de tributos da Porto Seguro, atuantes nestas empresas que estão entre as grandes marcas do mercado, irão compartilhar suas vivências, à partir de uma visão estratégica da inovação, falando de suas atuações com o fomento à inovação por meio da Lei do Bem (Lei de Incentivo Fiscal à Inovação, a mais abrangente no País). 

E para apresentar e conduzir o evento, Bianca Bonfiglioli, gerente de contas estratégicas na G.A.C. Brasil, e Débora Beraldo, gerente técnica na G.A.C. Brasil. Duas executivas com ampla experiência na área de inovação brasileira.  

Juntas, as profissionais mostrarão como a diversidade é importante nos negócios, pois ela agrega experiência e traz resultados. 

Esperamos você! 

Mini bio das participantes do evento: 

Camila Cazoto – Apaixonada por inovação, transformação e por conectar pessoas. Com mais de 15 anos de experiência em multinacionais do mercado de bens de consumo, atuando como pesquisadora e gestora. É uma entusiasta de temas como transformação, inovação, digital, comunicação e em ampliar minhas conexões. Acredita nas pessoas, afinal as grandes transformações começam com pessoas.

Nesse período teve a oportunidade de liderar projetos estratégicos, com impacto no core business e novos negócios. Também teve o prazer de participar da criação da área de Inovação da Kimberly-Clark para América Latina, o que trouxe muitos aprendizados, e a incentiva a continuar buscando novos conhecimentos, metodologias, processos e querer seguir cada dia mais nessa jornada, que é a Inovação. Foi responsável por implementar programas para estimular e inspirar a mudança de cultura e o engajamento dos times no processo de inovação (www.kconecta.com.br). Em 2017, foi professora convidada no MBA da FIAP em Business Innovation, na disciplina de Inteligência e Estratégia de Tecnologia.

Daiane Oliveira – coordenadora de tributos na Porto Seguro. Coordenadora na área de impostos sobre o lucro, com amplo conhecimento sobre Lei do Bem, além de SPED, Contribuições e ECF. 

Possui 16 anos de atuação na área tributária, com expertise na área de seguros. 

Bianca Bonfiglioli – Gerente de contas estratégicas da G.A.C. Brasil. Entusiasta e atuante do ecossistema de inovação brasileiro há quase dez anos, quando migrou da sua formação jurídica para área comercial, por ser apaixonada por pessoas e acreditar que são elas os vetores das grandes inovações e com objetivo de promover e potencializar a estratégia das empresas por meio dos recursos disponíveis do Sistema Nacional de Inovação. Advogada inscrita nos quadros da OAB/SP, Especialista em Gerenciamento de Projetos de Inovação Tecnológica pela USP e Pós-Graduanda em Gestão Estratégica da Inovação Tecnológica pela UNICAMP. 

Débora Beraldo – Gerente Técnica de Fomento na G.A.C. Brasil, especialista em gerenciamento e coordenação de projetos de Inovação Tecnológica. Atuante do ecossistema de inovação brasileiro há mais de 10 anos. Possui MBA em Gestão de Projetos e Bacharelado em Engenharia Ambiental e Contabilidade para não-contadores. Apaixonada pela área de inovação e de atendimento a clientes. É especialista na obtenção de incentivos fiscais da Lei 11.196/05 (Lei do Bem), da Lei da Informática, Rota 2030 e Captação de Recursos para Inovação.

Quem somos – Sobre a G.A.C. Brasil – consultoria internacional especializada na gestão e no fomento à inovação, faz parte da G.A.C. Group, empresa fundada na França, presente em nove cidades deste país, e em seis países. Além da França, está na Alemanha, Canadá, Romênia, Singapura e Brasil, onde possui os escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, estendendo a atuação por todos os estados do País. Inaugurou as suas operações brasileiras em 2011 e tem como foco a Estratégia e Gestão da Inovação, oferecendo consultoria para aprimorar a competitividade e o desempenho global das organizações de diferentes segmentos e áreas de atuação.

G.A.C. Group, com uma carteira de mais de 3 mil clientes no mundo, realiza análise técnica, fiscal, contábil e estratégica, e assessora as empresas que investem em projetos inovadores a obterem planejamento tributário, incentivos fiscais e captação de recursos. Alguns de seus clientes no Brasil estão entre as maiores e mais renomadas empresas do País. Acesse https://www.group-gac.com.br. 

LinkedIn  https://www.linkedin.com/company/gacbrasil

Marketing G.A.C. Brasil

Rita Escolano – rescolano@group-gac.com.br  (11) 4858-9350 (11) 9-9269-7099.

Rita Caroline Rodes – rrodes@group-gac.com.br (11) 4858-9350. 

Estudo da Mastercard indica que pandemia impulsiona inovação e aumenta demanda do consumidor por personalização

Levantamento da Mastercard realizado com a Harvard Business Review Analytics Services identifica novos insights sobre inovação, segurança aprimorada e experiências do cliente

Uma pesquisa realizada pela Mastercard em parceria com a Harvard Business Review Analytics Services mostra mudanças nos hábitos dos consumidores durante a pandemia e aumento da demanda por soluções digital-first, além de experiências mais personalizadas.

O relatório Become Index é uma iniciativa anual que fornece os insights necessários para estimular a inovação, com extensas pesquisas e diferentes contribuições de consumidores e das empresas mais revolucionárias em todo o mundo.

Em sua segunda edição, o Become Index apontou que 53% dos executivos entrevistados afirmam que suas organizações priorizam a inovação e 42% afirmam que suas empresas reagiram à necessidade de inovar, aumentando seus orçamentos. Foram desenvolvidas novas maneiras de manter os funcionários seguros e novos caminhos para se conectar e atender aos clientes, protegendo sua saúde.

Em pesquisa realizada com mais de 1.800 líderes empresarias e mais de 10.000 consumidores em todos os setores pelo mundo, o Become Index identificou as principais características que definem as empresas mais inovadoras:

  • Agilidade: acompanham a adoção de tecnologias digitais de forma ágil e as necessidades do cliente em tempo real, especialmente em experiências sem contato;
  • Análise ‘Surround Sound‘: tomam decisões baseadas em dados;
  • Segurança de Dados Blindada: protegem os clientes e seus dados;
  • Investimento Estratégico: assumem riscos intencionais e aceitam o fracasso como parte do processo;
  • Proximidade do cliente: mantêm os clientes próximos como orientadores para o processo de inovação.

Alex Clemente, Diretor Geral da Harvard Business Review Analytic Services (HBR-AS), afirma que, à medida que o mundo mostra sinais de recuperação pós-pandemia, o ritmo da inovação nos trouxe novas oportunidades, mas também alguns desafios. Muitas organizações provaram que podem ser rápidas e emergir mais fortes para o que está por vir, mas há algumas lacunas naquilo que as empresas consideram importante e naquilo que os consumidores precisam durante e após a pandemia. “Acredito que as empresas e a sociedade, em geral, serão forçadas a redefinir o que significa ser inovador. E as empresas em todos os lugares precisam reavaliar se o ritmo dessa mudança pode ser sustentado”, completa. 

A pesquisa ainda definiu cinco áreas-chave para as companhias que desejam se destacar no futuro endereçando os riscos de hoje e as demandas dos consumidores:

  • Reconstruir de forma humana: a pesquisa descobriu que 71% dos consumidores afirmam ser mais provável que comprem das marcas que refletem seus valores e oferecem melhor atendimento aos seus clientes e funcionários;
  • Romper as barreiras do trabalho remoto: mais de um terço (38%) dos executivos citam o trabalho remoto como um desafio para a inovação e o crescimento futuros. Um conjunto de equipes distribuídas não apenas apresenta barreiras à colaboração, – mas, também, pode manter as pessoas afastadas de recursos que apoiam a inovação;
  • Priorizar os investimentos em inovação: um dos desafios mais comuns à inovação é uma perspectiva econômica incerta e a perda potencial de receita. Mais da metade dos entrevistados, 63% cita a incerteza econômica e 46% citam a perda de receita como um desafio à inovação, tornando mais difícil decidir quais esforços buscar e quais apresentar;
  • Prevenir problemas de segurança e privacidade de dados: apenas 37% das organizações entrevistadas indicaram investimentos recentes ou que planejam investir em privacidade de dados e gerenciamento de segurança cibernética para melhorar a experiência do cliente. Da mesma forma, apenas 35% dos entrevistados afirmaram que os investimentos recentes em privacidade e segurança de dados foram feitos em reação à pandemia;
  • Personalizar a proximidade com o cliente: dentre os consumidores entrevistados, 36% afirmaram desejar compartilhar mais informações pessoais se isso significar uma experiência de atendimento mais imediata e personalizada. Por meio de investimentos em recursos digitais orientados por dados e em tempo real, é possível compreender as necessidades do cliente.

“Este relatório mostra que as pessoas estão exigindo uma ação real. O mundo mudou com a pandemia e as pessoas estão tendo menos paciência apenas com o discurso das companhias sem uma ação efetiva. Como vimos nesses resultados, muitas empresas não estão atendendo à essa expectativa e, portanto, precisarão trabalhar mais para isso”, afirma Michael Miebach, CEO da Mastercard.

Relatórios da Pesquisa

Os relatórios completos do Become 2021: The Value of Experience: Customer Needs Top the Innovation Agenda (O valor da experiência: as necessidades do consumidor encabeçam a agenda de inovação) e The CEO Story: Innovating from Crisis to Recovery (A história dos CEOs: inovando da crise até a recuperação), estão disponíveis em: BecomeIndex.com ou HBR.org.

Fonte: Mastercard

BNB lança edital que destina R$ 10 milhões para projetos de inovação

Iniciativa busca aumentar a competitividade e sustentabilidade de empresas, em consonância com as melhores práticas ambientais, sociais e de governança

O Banco do Nordeste anunciou um edital de R$ 10 milhões para inovação. O recurso é do Fundo de Desenvolvimento Econômico, Científico, Tecnológico e de Inovação (Fundeci) 01/2021 – Subvenção Econômica para Inovação em Empresas.

Parte da celebração dos 69 anos do BNB e de 50 anos de criação do Fundeci, a iniciativa busca aumentar a competitividade e sustentabilidade de empresas, em consonância com as melhores práticas ambientais, sociais e de governança (ASG).

Os recursos não reembolsáveis serão destinados à micro e pequenas empresas e empresas de pequeno-médio porte, sediadas nos estados do Nordeste, no norte de Minas Gerais e Espírito Santo.

Cada projeto poderá contar com valor de R$ 100 mil a R$ 500 mil, e manter o prazo de execução de, no mínimo, seis meses e, no máximo, 24 meses. Entre os itens enquadráveis, incluem-se recursos humanos, equipamentos e material permanente, materiais de consumo e serviços de terceiros.

Os projetos devem estar relacionados, prioritariamente, a 17 temas: agronegócio sustentável; biotecnologia; cidades inteligentes e sustentáveis; concessão, administração e recuperação de crédito; controle de emissão de gases de efeito estufa; economia circular; economia criativa; educação (edtechs); energias renováveis; indústria; finanças (fintechs); microfinanças e inclusão financeira; restauração de ecossistemas; saneamento ambiental, saúde inteligente (healthtech); serviços e processos de gestão para micro e pequenas empresas e transformação digital.

Tecnologias

Preferencialmente, as propostas deverão utilizar as tecnologias big data, biofotônica, fotônica, biotecnologia, blockchain, inteligência artificial, internet das coisas, plataformas de marketplace e tecnologias da informação e comunicação (TICs).

As inscrições devem ser enviadas pelo site Banco do Nordeste até 2 de setembro de 2021. O resultado da primeira etapa será divulgado em 30 de setembro deste ano. 

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